<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207</id><updated>2012-02-16T15:23:31.783-08:00</updated><title type='text'>ONG MEAM e a ÁGUA.</title><subtitle type='html'>CRIADO POR GENILSON DE SOUZA CABRAL.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5111423649617918556</id><published>2011-01-17T12:33:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T12:33:48.902-08:00</updated><title type='text'>TEMPORAL EM PETRÓPOLIS RJ</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DoaDC3o-0YY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DoaDC3o-0YY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5111423649617918556?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5111423649617918556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5111423649617918556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5111423649617918556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5111423649617918556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2011/01/temporal-em-petropolis-rj.html' title='TEMPORAL EM PETRÓPOLIS RJ'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-1783460970408032846</id><published>2010-12-09T18:57:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T18:57:51.168-08:00</updated><title type='text'>Em meio a negociações, ministra desconversa sobre governo Dilma</title><content type='html'>Claudia Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direto de Cancún&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cotada para permanecer à frente do Ministério do Meio Ambiente no governo da presidente eleita Dilma Rousseff, Izabella Teixeira desconversa quando questionada sobre o tema. Em meio as negociações da 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-16), a ministra usa o bom humor em sua resposta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eu não discuto assuntos da alçada de presidente. A cotação está alta, mas eu não tenho IPO", disse na noite desta quarta-feira, usando a sigla em inglês para oferta pública inicial de ações de uma empresa na bolsa de valores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil ganhou destaque na conferência ao ser escolhido para comandar, ao lado da Grã-Bretanha, as conversas sobre o ponto nevrálgico do encontro, a prorrogação do Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta quarta-feira, a ministra foi chamada para uma conversa com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e disse ter ouvido elogios sobre os resultados alcançados pelo Brasil, "em particular a vitória de Nagoya". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O encontro na cidade japonesa ocorreu em outubro deste ano e terminou com o reconhecimento do direito dos países sobre sua biodiversidade. O Brasil foi protagonista das negociações do acordo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Foi um encontro amigável e bastante significativo. Em nome do presidente Lula eu recebi as palavras do secretário-geral e transmitirei isso ao presidente na próxima semana. Tem aí mais um reconhecimento do Brasil no contexto global não só da paz, mas também dessas negociações ambientais, dessa nova ordem sobre o desenvolvimento sustentável no planeta". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4835124-EI7896,00-Em+meio+a+negociacoes+ministra+desconversa+sobre+governo+Dilma.html"&gt;Fonte:&amp;nbsp;Redação Terra&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-1783460970408032846?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/1783460970408032846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=1783460970408032846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1783460970408032846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1783460970408032846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/12/em-meio-negociacoes-ministra.html' title='Em meio a negociações, ministra desconversa sobre governo Dilma'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7031462266204407528</id><published>2010-11-30T05:36:00.000-08:00</published><updated>2010-11-30T05:36:36.259-08:00</updated><title type='text'>DOAÇÕES DA ONG MEAM EM 2010.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ONG MEAM neste mês de novembro visitou alguns amigos em busca de apoio para realização de doações de cestas básicas, sacolões e brinquedos aos irmãos menos favorecidos, às quais serão entregues neste mês de dezembro! Como é feito ao longo destes cinco anos de existência. Neste percurso tem se contado com os amigos da ONG MEAM, que são sempre os nossos parceiros: “Marcio Aurélio Lessa Aguiar, o Leco; Denisa Moveis, Direção Moadir Santana; Bigode Veículos; Fábrica de Doces Rocha Fidelense, Direção Paulinho; Marquinho da Quitanda; Compre Bem, Direção Genário; Posto do Edalmo, Direção Edalmo; Quitanda do Luiz na Destilaria, Direção de Luiz; Fidelense Peças e Acessórios; Amaro Corretor; Padaria Cezário, Nelson do Posto, Chalé da Mercearia, Torresmo Motos de São Fidélis, Associação Comercial”. As pessoas que ajudamos são menos favorecidas, que estão passando uma fase difícil, nesta época de paz, amor ao próximo e confraternização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poderíamos fazer mais, se outras pessoas fizessem o mesmo, no entanto, graças a Deus, ainda temos pessoas que pensam no próximo dividindo o pão com seus irmãos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo assim, eu Genilson de Souza Cabral nº 006, presidente da ONG MEAM, em nome de todos os integrantes desta organização, agradeço a todos, desejando um feliz natal e prospero ano novo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obs.: Se desejares fazer alguma doação, basta procurar na nossa sede: Av. Sete de Setembro, nº 156, Altos, Centro, São Fidélis – RJ, por Ferreira ou Genilson, ou Tel. (022) 9946-4220 ou 98754934, agradecemos sua colaboração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Genilson de Souza Cabral nº 006&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Presidente da ONG MEAM.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7031462266204407528?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7031462266204407528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7031462266204407528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7031462266204407528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7031462266204407528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/11/doacoes-da-ong-meam-em-2010.html' title='DOAÇÕES DA ONG MEAM EM 2010.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6715397167505656491</id><published>2010-11-06T10:25:00.000-07:00</published><updated>2010-11-06T10:25:59.140-07:00</updated><title type='text'>INEA MONITORA VAZAMENTO DE ÓLEO NO RIO PARAÍBA DO SUL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;29/ 10/ 2010&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Equipes de emergência do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) estão fazendo o monitoramento do vazamento de óleo residual no Rio Paraíba do Sul. O vazamento aconteceu após um acidente entre uma carreta-tanque e um caminhão no quilômetro 272 da Rodovia Presidente Dutra, em Barra Mansa, por volta de 4h da manhã desta sexta-feira (29/10).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O acidente provocou o derramamento de cerca de 26 mil litros de óleo residual, proveniente da estação de efluentes líquidos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda. O óleo escorreu pela canalização de águas pluviais para o córrego Cotiara e depois em direção ao Rio Paraíba do Sul, formando borras. Cerca de 5 mil litros foram contidos pelas equipes de emergência que chegaram ao local, com emprego de serragem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Técnicos do Serviço de Operações de Emergências Ambientais (Sopea) do Inea estão sobrevoando a região para avaliar o percurso do óleo ao longo do rio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte:http://www.inea.rj.gov.br/noticias/noticia_dinamica1.asp?id_noticia=1029&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6715397167505656491?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6715397167505656491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6715397167505656491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6715397167505656491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6715397167505656491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/11/inea-monitora-vazamento-de-oleo-no-rio.html' title='INEA MONITORA VAZAMENTO DE ÓLEO NO RIO PARAÍBA DO SUL'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7871042109157944488</id><published>2010-11-04T16:32:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T16:42:01.091-07:00</updated><title type='text'>Operação Piracema 2010/2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TNND_q4s1LI/AAAAAAAABgE/B9smPwJLEe4/s1600/piracema+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TNND_q4s1LI/AAAAAAAABgE/B9smPwJLEe4/s320/piracema+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Por Redação JM1 em 30 de outubro de 2010 Inicia-se em 01 de novembro de 2010, com previsão de término em 28 de fevereiro de 2011, o período da Piracema, ocasião em que os peixes se deslocam em cardumes, rio acima, para se acasalarem e reproduzirem.O Instituto Estadual de Florestas (IEF) divulgou a Portaria nº 224, de 27 de outubro de 2010, regulamentando a atividade de pesca durante o período da piracema na Bacia Hidrográfica do Leste, no Estado de Minas Gerais, com o objetivo de assegurar a proteção à reprodução natural das espécies de peixes nativos em fase de procriação. Abaixo estão descritos os principais tópicos da portaria referenciada.&lt;br /&gt;A pesca está proibida nas seguintes áreas:&lt;br /&gt;- Nas lagoas marginais; e&lt;br /&gt;- Até 1000 (um mil) metros a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras.&lt;br /&gt;- Até 300 metros dos demais barramentos;&lt;br /&gt;- A menos de 500 metros da confluência do rio principal com seus afluentes e das saídas de esgotos urbanos;&lt;br /&gt;- Nos cursos d’água, cuja lâmina d’água possua largura igual ou inferior a 20 metros, no momento da fiscalização;&lt;br /&gt;- Em outros locais definidos pelo órgão ambiental estadual ou federal.&lt;br /&gt;Está permitida, nos rios das Bacias Hidrográficas do Leste, apenas a pesca desembarcada, com a utilização de linha de mão, caniço, vara com molinete ou carretilha, com o uso de iscas naturais ou artificiais. Está autorizada a captura e o transporte somente de espécies não nativas (alóctones, exóticas e híbridos), tais como: pescada-do-piauí, tucunaré, tilápia, bagre-africano, apaiari, tambaqui, carpas, catfish, caranha preta ou pirapitinga ou pacu, pirambeba, piranha, caboge ou tamoatá, cachara, o híbrido tambacu e o camarão gigante da Malásia, com cota de 3 (três) kg mais um exemplar para a pesca profissional e amadora, por jornada de pesca.&lt;br /&gt;Durante esse período, a Polícia Militar de Minas Gerais, por meio da 12ª Cia PM Independente de Meio Ambiente e Trânsito, desenvolverá atividades específicas, de caráter preventivo e repressivo. A fiscalização acontecerá nos estabelecimentos que comercializam pescado, nas rodovias e nos mananciais da região com potencial de pesca. Os militares realizarão patrulhamento ostensivo, garantindo o fiel cumprimento das regras estabelecidas para o período de defeso.&lt;br /&gt;Outras informações podem ser obtidas através do site do Instituto Estadual de Florestas: www.ief.mg.gov.br ou nas sedes da Polícia Militar de Meio Ambiente da localidade.&lt;br /&gt;A preservação da flora e fauna constitui ato indispensável à qualidade de vida de todos.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.jm1.com.br/2010/10/operacao-piracema-20102011/"&gt;http://www.jm1.com.br/2010/10/operacao-piracema-20102011/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Vai começar a piracema!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante quatro meses qualquer tipo de pesca estará proibida, com o intuito de preservar os nossos peixes e não destruir as espécies&lt;br /&gt;Por: Diego Salomão&lt;br /&gt;Publicado em: 10/2009&lt;br /&gt;A pesca de qualquer tipo, seja esportiva ou profissional estará suspensa a partir do dia 1° de novembro até 28 de fevereiro de 2010. O motivo para tal medida é impedir que, durante a piracema, essas atividades interfiram na reprodução dos peixes. O desrespeito a essa regra implicará em multa que varia entre R$ 168,43 e R$ 1.684,35. &lt;br /&gt;Segundo a Assessoria de Comunicação da 13ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, nesse período, os peixes nadam rio acima para se reproduzirem e, por isso, não podem ser pescados. O sargento Cláudio Mariano Barbosa lembrou que os depósitos, estoques, peixarias, frigoríficos e postos de venda deverão declarar seu produto ao Instituto Estadual de Florestas (IEF), até o segundo dia útil da piracema.&lt;br /&gt;Mariano informou ainda que as fiscalizações terão caráter preventivo. “Buscaremos evitar que a piracema seja prejudicada fiscalizando tanto represas, rios e lagos quanto comércios e estoques”, avisou ele.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistapescaecompanhia.uol.com.br/noticias/noticias.aspx?c=2780"&gt;http://revistapescaecompanhia.uol.com.br/noticias/noticias.aspx?c=2780&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7871042109157944488?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7871042109157944488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7871042109157944488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7871042109157944488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7871042109157944488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/11/piracema-comeca-partir-de-novembro.html' title='Operação Piracema 2010/2011'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TNND_q4s1LI/AAAAAAAABgE/B9smPwJLEe4/s72-c/piracema+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6420672274551130905</id><published>2010-08-28T17:06:00.001-07:00</published><updated>2010-08-28T17:06:57.597-07:00</updated><title type='text'>Herpes nas Ostras: O Último Sintoma do Aquecimento Global?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Novas cepas de herpes podem matar 80% de uma criação de ostras numa semana, afirmam os especialistas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;strong&gt;Por Rachel Kaufman&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se preocupe – herpes de ostras não é um efeito colateral  resultante da ingestão da “comida do amor”. No entanto, o vírus mortal  incurável está alarmando comunidades de pescadores na Europa, onde a  doença parece estar se espalhando e pode se disseminar rapidamente com o  aquecimento dos mares.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em julho, testes em laboratórios detectaram pela primeira vez a  presença desse tipo de herpes em ostras e mexilhões na Inglaterra.&amp;nbsp; O  vírus já matou entre 20 e 100% das aeras de cultivo de ostras no  Pacífico em 2008, 2009 e 2010, de acordo com o Instituto Francês de  Pesquisas Sobre a Exploração dos Oceanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As razões para o surgimento desse herpes no Pacífico continuam sendo  um mistério, embora o aquecimento global possa ter influenciado,  especulam os especialistas.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma nova variedade denominada Ostreid  hespesvirus permanece inerte até que a temperatura da água atinja 16  graus centigrados, o que nas águas da Inglaterra só acontece no pico do  verão, de acordo com Kevin denham, do Instituto de Inspeção do governo  britânico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base nessa constatação, Tristan Renault, diretor do laboratório  de genética e patologia do Instituto francês afirmou que o aquecimento  global “pode ser uma explicação para o aparecimento desse tipo  particular de vírus”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora todas as variedades surjam de modificações no DNA, o herpes,  que infecta variadas formas de vida, desde vacas até ostras e macacos,  existem em grande variedade de espécies, cada uma com um conjunto  específico de sintomas.&amp;nbsp; Entre os humanos, talvez a forma mais conhecida  seja vírus denominado Herpes simplex, que é transmitido por contato  próximo e se manifesta sob a forma de erupções orais e genitais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O herpes Ostreid não infecta apenas ostras, mas também mexilhões, escalopes e outros moluscos, de acordo com Renault.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A infecção dessas espécies não é uma novidade para a ciência, mas em  2008 ocorreu, pela primeira vez, um elevado aumento da mortalidade na  França, decorrente do surgimento de uma nova variedade do vírus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa nova variedade ataca as ostras jovens durante o período de  reprodução, quando os corpos dos moluscos estão concentrados na produção  de esperma e ovas, e em decorrência não têm energia para manter o  sistema imunológico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;The New Oyster Herpes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Herpes-infected shellfish aren't new to science, but in 2008—the  first year a huge increase in mortality rates was detected in  France—Ifremer detected a new variation of the virus.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os OsHV-1 é também “uma variedade mais virulenta do que as até  hoje identificadas”, afirmou Renault, enfatizando que ela é tão  eficiente em matar os hospedeiros que ela pode destruir 80% de uma  criação de ostras numa semana.&amp;nbsp; A taxa de mortalidade é apenas um  indício externo de que alguma coisa está errada, já que o vírus da ostra  não tem nenhum sintoma visível e só pode ser diagnosticado em  laboratório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda que não haja transmissão para o ser humano, as ostras  contaminadas não são seguras para o uso alimentar e essa é a grande  preocupação da indústria que atua no cultivo.&amp;nbsp; Na cidade inglesa de  Whitstable, onde as ostras são cultivadas há séculos, este foi o  primeiro verão em que esse herpes atingiu gravemente a Inglaterra.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Fonte: National Geographic News&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6420672274551130905?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6420672274551130905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6420672274551130905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6420672274551130905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6420672274551130905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/08/herpes-nas-ostras-o-ultimo-sintoma-do.html' title='Herpes nas Ostras: O Último Sintoma do Aquecimento Global?'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3247263771065561793</id><published>2010-08-08T08:57:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T09:10:04.628-07:00</updated><title type='text'>ENTENDA A DISCUSSÃO DO PRÉ-SAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TF7UZoFBu7I/AAAAAAAABec/tqFH8mXB7j8/s1600/sem+t%C3%ADtulo.bmp"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 275px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TF7UZoFBu7I/AAAAAAAABec/tqFH8mXB7j8/s400/sem+t%C3%ADtulo.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503069331413646258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Os royalties do petróleo devem beneficiar o conjunto do Brasil, mas estados  produtores, como Rio e Espírito Santo, têm que ser preservados. Os novos devem  ser ligados a investimentos. Vão beneficiar o conjunto do Brasil, mas devem ser  mantidos no caso do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Senão, você liquida  esses estados. A tradição no mundo inteiro é que os estados produtores tenham  mais royalties". (Frase de um dos candidatos a Presidente)&lt;br /&gt;Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/brasil/eleicoes2010/html/2010/8/dilma_serra_e_marina_o_povo_pergunta_e_os_royalties_101688.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é: O que acontecerá com o Rio e demais estados? Todos falam de recursos, mas não mostram a utilização plausivel deste recurso até hoje! Não pensem nos candidatos, na hora de votar pensem no Meio Ambiente.  Na Saúde, na Educação e na Segurança Pública de cada estado!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3247263771065561793?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3247263771065561793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3247263771065561793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3247263771065561793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3247263771065561793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/08/entenda-discussao-do-pre-sal.html' title='ENTENDA A DISCUSSÃO DO PRÉ-SAL'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TF7UZoFBu7I/AAAAAAAABec/tqFH8mXB7j8/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-964697141443329890</id><published>2010-08-07T16:25:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T16:27:41.768-07:00</updated><title type='text'>Sancionada lei de Resíduos Sólidos e governo investe para o fim dos lixões</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quinta-feira, Agosto 05, 2010&lt;br /&gt;Sancionada lei de Resíduos Sólidos e governo investe para o fim dos lixões&lt;br /&gt;Sancionada pelo presidente da República, 02/08/2010, a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tramitava no Congresso Nacional desde princípios dos anos 90, quando na solenidade a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o governo vai aplicar 1,5 bilhões de reais em projetos de tratamento de resíduos sólidos, na substituição dos lixões e implantação da coleta seletiva e no financiamento das cooperativas de catadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos com prefeituras, industria e população, criando os aterros sanitários e proibindo a existência de lixões em todo o país. O desafio é criar um sistema de coleta seletiva a nível nacional, quando serão criadas campanhas educativas junto a população, o que vai gerar uma renda estimada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (IPEA), dos atuais 2 bilhões para 8 bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia artigos relacionados:&lt;br /&gt;"Catadores de papel" e o meio ambiente;&lt;br /&gt;Lixo... é mistura. Logo, o “lance” é com você;&lt;br /&gt;Papel higiênico, no lixo ou na privada?&lt;br /&gt;Fraldas descartáveis. Os bebês já nascem com uma forte pegada ecológica e comprometendo o seu próprio futuro;&lt;br /&gt;Lixo virtual. O novo “front” da velha atitude de produzir lixo e destruir o meio ambiente.&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sancionada lei de Resíduos Sólidos e governo investe para o fim dos lixões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 14:56 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: ConsciênciaAmbiental, Lixo, MeioAmbiente, PolíticaAmbiental, Reciclagem&lt;br /&gt;Terça-feira, Agosto 03, 2010&lt;br /&gt;Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique na imagem para ampliar&lt;br /&gt;O presidente Lula sancionou (02/08/2010), o projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional, que cria a Pré-sal Petróleo S/A (PPSA), empresa estatal que vai gerir a exploração do petróleo do pré-sal. Na realidade, ao substituir o sistema vigente até então de concessões pelo de partilha, a nova lei nacionaliza o petróleo e os demais produtos do pré-sal tornando-os propriedade da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, com o sistema anterior, as empresas concessionárias – em grande parte multinacionais estrangeiras – eram proprietárias do produto extraído, podendo, inclusive dar-lhe o destino que melhor lhes conviesse, tendo, apenas, que recolherem aos cofres públicos os impostos e/ou taxas devidos, conforme determinava o antigo marco regulatório feito no governo anterior do FHC – PSDB – quando da quebra do monopólio da Petrobras e privatização, de fato, da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo novo sistema, a PPSA vai gerir todos os contratos de exploração do petróleo, partilha de produção e de comercialização de todos os produtos, incluindo o gás natural e outros hidrocarbonetos, alem de monitorar a execução dos projetos de exploração, custos e investimentos, bem como gerar subsídios para as atividades de regulamentação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus recursos virão, sobretudo, das rendas obtidas com a gestão dos contratos de partilha, quando o petróleo produzido será “dividido” com a empresa – em percentuais pré-estabelecidos – e, a União com a sua parte é quem lhe dará o destino conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das vantagens óbvias para o Brasil, a Pré-sal Petróleo S/A, resgata a soberania nacional sobre uma riqueza de seu sub-solo que é patrimônio de todos os brasileiros, pois, pelo sistema anterior, como proprietária de fato e de direito do petróleo e gás extraídos a empresa estrangeira poderia dar-lhe o destino que quisesse, mesmo que, hipoteticamente, o país precisasse, em eventual crise de escassez interna e ou internacional, em um cenário anunciado há já um bom tempo.&lt;br /&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pré-sal Petróleo S/A. Nova estatal “nacionaliza” o petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 11:13 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: CoisasdoBrasil, Direitos, Energia, Petróleo, Tecnologia&lt;br /&gt;Domingo, Agosto 01, 2010&lt;br /&gt;Mudanças climáticas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças climáticas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Cayero às 18:38 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: AquecimentoGlobal, EfeitoEstufa, MeioAmbiente, PlanetaTerra&lt;br /&gt;Quarta-feira, Julho 28, 2010&lt;br /&gt;Mudanças climáticas. O que aconteceu com a pressa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esteira da divulgação das ainda controvertidas mudanças climáticas, tem havido muita especulação e muito oportunismo que, longe de visarem o equilíbrio do meio ambiente e a preservação da vida no planeta, ocultam os mesmo propósitos de sempre, o jogo do poder dos países hegemônicos e o interesse do lucro fácil e oportuno das transnacionais que veem em tudo, inclusive na tragédia e na desgraça uma chance como outra qualquer de faturar mais e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso é engajado e ecologicamente correto, mas, as práticas são as de sempre. O pior é que tem uma mídia subserviente e igualmente oportunista que fatura, e muito, com as desgraças de todo tipo, jogando com a desinformação e com o medo das pessoas que confiam cegamente como se ouvissem uma espécie de oráculo pós-moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As, mais que denúncias, mas, comprovações de manipulação de dados climáticos por “renomados” pesquisadores do IPCC, Intergovernmental Panel on Climate Change, da ONU, criando falsas previsões catastróficas, sobre o aquecimento global mostraram os interesses velados que compõem o pano de fundo da emergência de um novo cenário econômico mundial com os países emergentes e o ocaso anunciado da potências econômicas e políticas que veem mandando e desmandando no mundo até então – EUA e União Européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes ex-donos do mundo que ainda patinam em uma crise econômica radical que eles mesmo criaram com a ganância desmedida e a onipotência de quem tudo podia, trouxe a desmoralização das tais conclusões do famigerado aquecimento global, que eles mesmos trataram de deixar de lado, até as aparências, e voltaram ao velho jogo de sempre de tentarem segurar a qualquer custo os seus privilégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que vemos hoje, enquanto a economia doméstica patina, eles investem nos “dentes” que ainda teem, o da persuasão das armas, para tentarem manter o seu domínio e, em mais um desserviço da mídia tradicional – que tambem amarga a falta de credibilidade e a perda relativa de importância – enfatizando noticias que tentam manter as aparências de sempre e negar as obviedades do novo cenário que se desenha, historicamente previsível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia artigos relacionados:&lt;br /&gt;O custo ONG das emissões de CO² e da tarifa elétrica;&lt;br /&gt;“Climategate” derruba diretor de centro de pesquisas do IPCC do Reino Unido;&lt;br /&gt;Pseudo-Ambientalistas propõem desaceleração do desenvolvimento econômico, “dos outros”;&lt;br /&gt;Enquanto o Geenpeace “agita” por aqui, os EUA e China tiram o corpo fora dos compromissos com o meio ambiente;&lt;br /&gt;Fraudes em dados sobre aquecimento global surgem às vésperas da COP15;&lt;br /&gt;Conferência Climática, em Copenhague. A farsa se confirma. Confira!&lt;br /&gt;O Brasil é 2º no mundo em consumo verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças climáticas. O que aconteceu com a pressa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 13:12 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: AquecimentoGlobal, ConsciênciaAmbiental, EfeitoEstufa, MeioAmbiente, ONGsAmbientais, PolíticaAmbiental&lt;br /&gt;Sábado, Julho 24, 2010&lt;br /&gt;Reciclagem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;será que já temos novos “distúrbios”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reciclagem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Cayero às 20:16 2 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, MeioAmbiente, Reciclagem&lt;br /&gt;Quinta-feira, Julho 22, 2010&lt;br /&gt;O que o novo divórcio rápido tem a ver com o meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Nacional acaba de aprovar o divórcio em ritmo sumário, o “divórcio rápido”, com o objetivo, como diz o nome, de agilizar o processo e liberar o ex-casal de fato, que antes tinha que ficar um período de “quarentena” antes da consumação da separação ou separação de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que isto tem à ver como o meio ambiente e as mudanças climáticas? Não parece, não é verdade? Mas, segundo alguns estudos feitos por um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, a separação de um casal ou o divórcio tem um forte impacto ambiental. Isso em função da duplicação dos domicílios e todos os custos em recursos naturais que isso implica, como o espaço, energia (eletroeletrônicos, luz), água etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do estudo sugeriu que os governos criassem medidas legais para dificultar o divórcio, como aumentar o tempo legal entre a separação de fato e de direto para que os casais tenham tempo para reconsiderarem a decisão, o que, entre outros efeitos, garantiria o bem estar dos filhos e contribuiria consideravelmente na redução das emissões de CO².&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o autor, à época, em 12/2007, nos EUA havia 16,5 milhões de domicílios “dirigidos” por divorciados ou por pessoas sozinhas, o que mostra um pouco o tamanho do prejuízo ambiental, segundo ele.&lt;br /&gt;Perlo visto, as conclusões do pesquisador não foram levadas em consideração na atual decisão de aprovarem um divórcio sumário, quando foi feito exatamente o contrário do recomendado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho de 2008, provavelmente respaldado nessas pesquisas, um projeto tramitava nas instancias iniciais no Congresso Nacional, que propunha a obrigatoriedade do plantio de árvores em caso de divórcio, casamento, compra de carros novos e construção de edifícios, mas, pelo visto, deve ter se perdido nos meandros das gavetas e arquivos da casa.&lt;br /&gt;E aí, o que você acha de tudo isso? Concorda com o resultado do estudo sobre o impacto ambiental dos divórcios? E sobre a proposta do projeto de lei do deputado para compensação ao meio ambiente? Faça um comentário! Dê a sua opinião!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia artigos relacionados:&lt;br /&gt;Divórcio contribui para o aquecimento global;&lt;br /&gt;Divorciados e recém casados serão obrigados a plantarem árvores.&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o novo divórcio rápido tem a ver com o meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 14:03 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, Consumo, MeioAmbiente&lt;br /&gt;Terça-feira, Julho 20, 2010&lt;br /&gt;Prêmio Oderbrecht para o Desenvolvimento Sustentável 2010&lt;br /&gt;O prêmio tem como principal objetivo reconhecer e incentivar estudantes universitários que se propõem a pensar a engenharia em uma perspectiva sustentável, voltada para a própria comunidade acadêmica como a sociedade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazo de inscrições vai até o dia 8 de agosto de 2010. Para maiores informações e inscrições, no link: Prêmio Oderbrecht para o Desenvolvimento Sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prêmio Oderbrecht para o Desenvolvimento Sustentável 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 18:24 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: MeioAmbiente, Tecnologia&lt;br /&gt;Domingo, Julho 18, 2010&lt;br /&gt;Meio ambiente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio ambiente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Cayero às 19:08 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, MeioAmbiente&lt;br /&gt;Sexta-feira, Julho 16, 2010&lt;br /&gt;A água como um direito humano e contra a sua transformação em mercadoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que apresentou o presidente boliviano Evo Morales à Organização das Nações Unidas, (ONU ) em projeto de resolução que propõe que a água seja considerada como um direito humano, alegando em entrevista, que na Carta dos Direitos Humanos da ONU, “é impossível” sem o recurso natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evo Morales sabe do que está falando. Em governos anteriores, a Bolívia teve problemas com a privatização da água, a grupos multinacionais, bem como províncias argentinas, que só conseguiram reverter o processo depois de veementes protestos da população contra a perda de qualidade da água e serviços de distribuição além de preços abusivos das tarifas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se existe um produto ou recurso natural que deve ser considerado um direito inalienável do ser humano é a água. Entretanto, não é o que vem ocorrendo no mundo hoje. Um recurso cada vez mais raro em função do aumento da demanda e perspectiva de escassez com as mudanças climáticas, principalmente na agricultura e na industria, crescentes nos países em desenvolvimento – o uso humano ocupa apenas o 3º lugar – vem discretamente sendo transformado em mercadoria sob o domínio de grandes grupos multinacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma estratégia de médio longo prazo que visa faturar, e muito, com as perspectivas de escassez que já são realidade hoje, quando mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo tem dificuldade de suprir as suas necessidades mais básicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui no Brasil, no governo do FHC (PSDB), houve uma tentativa frustrada de privatização da água, o que, é claro, incluiria além da posse dos lençóis freáticos, os próprios rios e mananciais que, pela Constituição Federal, pertencem ao Estado, logo ao povo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A privatização, agora, vem ocorrendo silenciosamente com a universalização do uso da água mineral, com um domínio crescente de multinacionais como a Coca-Cola e Nestlé, que veem adquirindo as concessões locais como já fizeram em outros países. Você pode conferir no artigo: “Água mineral, o seu consumo não garante a qualidade da água”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, o que acha desta questão e da proposta do presidente boliviano? Faça um comentário e deixa a sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água como um direito humano e contra a sua transformação em mercadoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 16:11 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: ConsciênciaAmbiental, Consumo, Direitos, PolíticaAmbiental, Água&lt;br /&gt;Terça-feira, Julho 13, 2010&lt;br /&gt;Não compre verduras e legumes semi-processados&lt;br /&gt;O aumento na oferta de verduras e legumes pelos supermercados, parcialmente processados, lavados, picados e acondicionados em embalados de isopor e filme plástico, vem na contra mão de um consumo consciente e ecologicamente correto e sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do aspecto ambiental, ele chega a custar 7 vezes mais caro que o produto “in natura”. Isso sem contar com a perda de vitaminas com a oxidação de várias delas depois do corte até o seu uso final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda ambiental fica por conta do aporte adicional de lixo – plástico e isopor – que por centenas de anos irão poluir o meio ambiente, em um cenário onde a reciclagem geral do lixo não chega a dois dígitos (- de 4%). O agravante no caso da embalagem é o isopor – poliestireno expandido derivado do petróleo – que não é reciclável em função de seu baixo teor de matéria solida 2% que inviabiliza qualquer processo de reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, ao comprarmos um produto deste tipo, estaremos fazendo um desserviço não só para o nossa saúde e bolso, mas, ao meio ambiente e a vida no planeta. Prefira os produtos “in natura” ou frescos e estará adquirindo mais qualidade e reduzindo a sua pegada ecológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não compre verduras e legumes semi-processados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 16:46 2 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, Consumo, DicaAmbiental, Reciclagem&lt;br /&gt;Quinta-feira, Julho 08, 2010&lt;br /&gt;Água mineral, o seu consumo não garante qualidade da água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água mineral ou industrial é um produto de consumo crescente que nunca foi questionada de forma consistente sobre as qualidades que hipoteticamente lhe dariam superioridade sobre a água natural, de torneira e/ou filtrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que não vem sendo levado em consideração é um impacto ecológico ambiental que provoca em todas as fases de sua produção, que implica em elevado consumo de energia, uso de produto derivado de material não renovável – o petróleo – na fabricação das garrafas e as estatísticas que afirmam que 80% das garrafas, dentre as bilhões que são consumidas por semana em todo o mundo, não são recicladas, quando muitos países desenvolvidos exportam, com o seu lixo, para países subdesenvolvidos entulharem seus lixões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior de tudo isso, é que o seu consumo é inteiramente desnecessário já que não existem evidências da sua tão propalada qualidade ou superioridade sobre a água de torneira já que é contestada por estudos científicos já que água não é remédio e seria, inclusive, inadequada para certas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propaganda maciça em torno desta hipotética superioridade vem desacreditando a água de torneira como opção para beber, quando muitos programas de televisão teem denunciado a baixa qualidade de muitas marcas que, apesar da legislação existente e do controle do Inmetro, não existe a possibilidade de controle continuado de todas as indústrias e de seu procedimentos, como admite o próprio Inmetro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existe um grande questionamento em muitos países, sobre a viabilidade ambiental, econômica e de saúde de se continuar o uso da água mineral, cujo controle em todo o mundo vem sendo feito por meia duzia da grandes multinacionais como a Coca Cola e Nestlé, como ocorre no Brasil. Nos EUA, muitos municípios e Estados proibiram e/ou restringiram a comercialização e consumo da água mineral depois que, em juízo, a Coca Cola e a Nestlé admitiram terem utilizado água de torneira pública para vendê-la engarrafada, o que suscitou debates no Congresso norte-americano sobre novos estudos que questionam a sua notória superioridade sobre a água de torneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vem aumentando depoimentos de profissionais de saúde que veem a público afirmar a superioridade da água natural e filtrada sobre a mineral, se quer ficar tranquilo em relação a procedência e qualidade da água que usa e bebe, reduzir a sua pegada ecológica e drasticamente os custos, compre um filtro e passe a consumir uma água pura e de qualidade comprovada.&lt;br /&gt;Fonte: T.N.Y.Times&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água mineral, o seu consumo não garante qualidade da água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 11:48 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, Consumo, MeioAmbiente&lt;br /&gt;Domingo, Julho 04, 2010&lt;br /&gt;Porque os abrigos de cães e gatos abandonados estão superlotados? Você tem culpa nisso?&lt;br /&gt;Já comentamos algumas vezes aqui e em outros blogs dos quais eu participo, sobre o modismo que se alastra incontrolável da criação de cães e gatos, que fazem a festa das fábricas de ração, veterinários e pet shops. Em São Paulo por exemplo, sabe-se que já existe mais pet shop do que farmácia, o que não deve ser lá muito diferente nas demais capitais do país, o que dá para se ter uma idéia da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um problema crescente para as ONGs e prefeituras que já não dão conta de recolher e nem abrigar tantos animais abandonados pelas ruas, e não pense que são apenas vira-latas, mas , por outro lado a moda crescente é um paraíso para aqueles que faturam com isso. Mas o que teria à ver os cães de raça com aqueles abandonados? Tudo a ver! A moda, ou mania, não escolhe bolso, cada um tem o cachorro ou gato que pode, e ambos costumam ser abandonados depois que passa a onda na cabeça do “dono” ou quando se depara com o desafio de cuidar, pessoal e financeiramente, da “propriedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema está se tornando insustentável, tambem por omissão das prefeituras, pois conforme a lei aprovada que proíbe o extermínio dos animais recolhidos, é tambem obrigada a fazer a castração em massa dos cães de rua, além de recolhê-los. Logo, como não vem fazendo isso e com canis lotados simplesmente parou de recolher, o que vem contribuindo para a sua reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução do problema passa pela prefeitura e sua responsabilidade na castração, por campanha de esclarecimento e educação da população e pelo estímulo a adoção de animais – já castrados e vacinados – por aqueles que querem ter uma animal de estimação. Do jeito que está, não vai demorar para alguem sair em defesa do retorno ao extermínio, que era uma pratica comum e que foi proibida, à duras penas, por mobilização de entidades de defesa dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido foi aprovada lei federal que determina a castração em massa de cães abandonados em todo o país, o que pode não parecer, mas é bom para os próprios animais e para a saúde publica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso! Neste link: Associações Protetoras dos Animais, você encontra endereços de todo o Brasil, onde pode encontrar o cão – ou gato – que procura, ou informações onde encontrá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia artigos relacionados:&lt;br /&gt;Cães e gatos e excessos consumistas. O seu cão ou gato não precisa de tudo isso;&lt;br /&gt;Pitt Bull, lei prevê a sua esterilização. O que você acha?&lt;br /&gt;Gatos diabéticos e cães deprimidos;&lt;br /&gt;Optando por afetos fáceis e descartáveis;&lt;br /&gt;Se está querendo um cão, já pensou em adotar?&lt;br /&gt;Maltratar animal doméstico pode dar cadeia.&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque os abrigos de cães e gatos abandonados estão superlotados? Você tem culpa nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 17:13 2 comentários Links para esta postagem Marcadores: Comportamento, ConsciênciaAmbiental, Consumo, Solidariedade&lt;br /&gt;Terça-feira, Junho 29, 2010&lt;br /&gt;Produtos sustentáveis em vantagem nas licitações públicas&lt;br /&gt;O governo federal privilegia empresas com prática sustentáveis em concorrências públicas. O objetivo é estimular a adoção de processos produtivos menos poluentes por parte do setor industrial no sentido de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa preferência ocorrerá no processo de compras publicas, editais de licitações e, conforme a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação: “... deverão ser escolhidos bens, serviços e produtos que causem menos impacto ambiental e tenham maior eficiência energética”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora aparentemente mais caros, os produtos sustentáveis se compensam no longo prazo em função de gerarem menores custos na recuperação e prevenção de danos e impactos ambientais.&lt;br /&gt;Se é de seu interesse e de sua empresa, clique no link e leia mais...&lt;br /&gt;Fonte: Tendências e Mercado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtos sustentáveis em vantagem nas licitações públicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Paulo Athayde às 15:43 0 comentários Links para esta postagem Marcadores: CoisasdoBrasil, ConsciênciaAmbiental, MeioAmbiente, PolíticaAmbiental, Preservação&lt;br /&gt;Postagens mais antigas Início&lt;br /&gt;Assinar: Postagens (Atom) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-964697141443329890?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/964697141443329890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=964697141443329890' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/964697141443329890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/964697141443329890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/08/sancionada-lei-de-residuos-solidos-e.html' title='Sancionada lei de Resíduos Sólidos e governo investe para o fim dos lixões'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-251374268965148212</id><published>2010-07-25T18:32:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T18:41:28.900-07:00</updated><title type='text'>Os manguezais de Búzios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sex, 23/Jul/2010 00:00 Arthur Soffiati&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TEzmQnihPJI/AAAAAAAABdE/pZQpKujZAX0/s1600/arthur-soffiati.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 50px; FLOAT: left; HEIGHT: 64px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498022418278595730" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TEzmQnihPJI/AAAAAAAABdE/pZQpKujZAX0/s200/arthur-soffiati.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Arthur Soffiati - Ecologia e História - &lt;a href="mailto:as-netto@uol.com.br"&gt;as-netto@uol.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 393px; DISPLAY: block; HEIGHT: 246px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498022632145205714" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TEzmdEQSudI/AAAAAAAABdM/CdPoQJ4KcxE/s320/manguinhos.jpg" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Manguezal da Praia de Manguinhos&lt;br /&gt;Na Ponta da Sapata, extremidade setentrional da Praia de Manguinhos, encontra-se outro belo exemplar de manguezal de franja, com árvores de mangue branco e mangue preto bem enraizadas e com grande porte. Ele é maior que o manguezal de pedra. O local é o último bastante protegido da energia oceânica, permitindo a constituição de um manguezal deste tipo. Ele bem poderia integrar o Parque Estadual da Costa do Sol. Porém, a praia é quase privatizada por um resort, embora o contexto vegetacional apresente qualidade para uma unidade de conservação de proteção integral. Cabe, pois, examinar sua inclusão no Parque Estadual da Costa do Sol.&lt;br /&gt;Manguezal da Praia da Foca&lt;br /&gt;A Praia da Foca é uma pequena reentrância na Praia do Forno, no lado do promontório de Búzios voltado para mar aberto. Não há cursos d’água nesta vertente para assegurar um manguezal ribeirinho. Dificilmente um manguezal de borda poderia se desenvolver ali por conta da alta energia oceânica, mas a concavidade da praia e a barreira de pedras permitiu que propágulos de mangue preto (Avicennia schaueriana) ou também de outras espécies, ao que tudo indica provenientes do manguezal da Ponta da Sapata, tenham sido lançados ali pelas marés ou pelas ondas do mar. Se propágulos de outras espécies também aportaram na Praia da Foca, apenas a Avicennia schaueriana vingou. Cabe aqui a breve explicação de que o ponto meridional extremo de distribuição de Avicennia germinans, a outra espécie de mangue preto dos manguezais brasileiros, situa-se no Rio Macaé. Abaixo dele, até agora, só há registro de Avicennia schaueriana, sendo que esta espécie se encontra acima do Rio Macaé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 292px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498022947070348322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TEzmvZcTDCI/AAAAAAAABdU/EceLH_VYHlM/s400/foca.jpg" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;A Praia de Foca ainda apresenta índices de conservação elevados, não apenas com o pequeno manguezal de mangue preto, mas com vegetação de costão rochoso e com a vegetação típica de Búzios. Ela está incluída no Parque Municipal da Lagoinha, mas corre risco de ser alcançada pela urbanização acelerada do balneário. Sugere-se que este ponto seja transformado em mais um núcleo do Parque Estadual da Costa do Sol e incorporado a ele, pois, pelo seu estado de abandono, parece não interessar ao município.&lt;br /&gt;A proposta&lt;br /&gt;Sabemos que o projetado Parque Estadual da Costa do Sol contemplou o ecossistema manguezal em sua originalíssima concepção de fragmentos nucleares, mas nenhum manguezal de franja, muito raro no Estado do Rio de Janeiro, e o fragmento da mata da restinga que causou forte impressão em Maximiliano de Wied-Neuwied e em Auguste de Saint-Hilaire. Esta proposta incluiria mais quatro núcleos acima do Núcleo Emerencias, dando sequência a ele:&lt;br /&gt;1- Núcleo Praia da Foca;&lt;br /&gt;2- Núcleo da Ponta da Sapata;&lt;br /&gt;3- Núcleo da Praia de Pedra;&lt;br /&gt;4- Núcleo Una-Restinga de São João.&lt;br /&gt;O autor da proposta entende quão difícil é a implementação de um uma unidade de conservação de proteção integral, como um Parque, numa área que apresentava natureza exuberante e contínua, a exemplo do que hoje se denomina Costa do Sol, a ponto de só ser viável um Parque constituído por fragmentos. A continuidade foi quebrada por uma violenta ocupação urbana e turística para proporcionar um turismo de luxo, mas a altos custos ambientais.&lt;br /&gt;Mesmo assim, a intenção é, aqui, proteger outras áreas condenadas à destruição, pois que situadas em Búzios, um dos municípios mais problemáticos do Estado do Rio de Janeiro quanto ao uso do solo. Outro grande problema é conseguir a transferência de um bosque de restinga destinado à Marinha como campo de provas de tiro.&lt;br /&gt;Seja como for, a proposta pode se abrir em três perspectivas: 1- Os núcleos indicados integram o Parque Estadual da Costa do Sol. 2- Os quatro núcleos são integrados numa nova unidade de conservação. 3- Cada núcleo se transforma numa unidade de conservação, como é o caso do Parque Municipal da Lagoinha, embora esta solução acarrete problemas de gestão.&lt;br /&gt;Fonte:http://www.portaldomeioambiente.org.br/colunistas-da-rebia/arthur-soffiati/4824-os-manguezais-de-buzios-final.html &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-251374268965148212?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/251374268965148212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=251374268965148212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/251374268965148212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/251374268965148212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/07/os-manguezais-de-buzios.html' title='Os manguezais de Búzios'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TEzmQnihPJI/AAAAAAAABdE/pZQpKujZAX0/s72-c/arthur-soffiati.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3887441877287361315</id><published>2010-06-30T19:35:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T19:39:22.614-07:00</updated><title type='text'>Responsabilidade sócioambiental</title><content type='html'>&lt;object style="WIDTH: 425px; HEIGHT: 344px"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IWum0uUiYVQ"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IWum0uUiYVQ" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3887441877287361315?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3887441877287361315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3887441877287361315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3887441877287361315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3887441877287361315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/06/responsabilidade-socioambiental.html' title='Responsabilidade sócioambiental'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-4248652741021580444</id><published>2010-04-29T20:57:00.000-07:00</published><updated>2010-04-29T21:01:05.051-07:00</updated><title type='text'>Floresta Zero: Lá vai o Código Florestal, sem choro nem vela, artigo de Marcos Sá Corrêafloresta zero, legislação ambiental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;[O Estado de S.Paulo] A reforma do Código Florestal é como um estouro de boiada. Depois que dispara, não se desvia mais dos argumentos que lhe surjam pela frente. Passa reto por cima deles, deixando para trás um rastro de avisos pisoteados.&lt;br /&gt;Mas isso, no Brasil, vem do governo Epitácio Pessoa, na década de 1920. O que o debate tem de novo é a manada de e-mails desembestados, para mostrar que, mais uma vez, como nos bons tempos das sesmarias coloniais, a política brasileira dispensa argumentos e critérios, porque nasceu para dar terras a quem pegar primeiro, de mão beijada.&lt;br /&gt;Pode haver sinal mais claro de que, lá em cima, no Planalto Central que nos governa, a decisão já tomou o rumo dos assuntos que o País resolve sem discutir do que um e-mail dizendo que “a reserva legal só serve para trazer produtores rurais para a ilegalidade”?&lt;br /&gt;O que se pode dizer contra isso além de “é sim”? Qualquer lei serve, em princípio, para botar na ilegalidade – e, eventualmente, na cadeia – quem resolva enfrentá-la no peito e na raça. Traficantes de morro sabem disso. E, no caso, em favor do traficante se poderia invocar pelo menos o atenuante de que há menos interesses públicos e direitos constitucionais feridos num cigarro de maconha aceso do que numa floresta queimando.&lt;br /&gt;Mas a campanha contra o código não é um movimento de ideias, mas uma nova reiteração dos fatos consumados. À falta de um debate que possa levar a sério, o País na prática já enterrou o Código Florestal nos conchavos de Brasília. E agora vale tudo para apressar o cortejo.&lt;br /&gt;Vale, por exemplo, dizer: “Não é vocação do produtor rural manejar floresta legal.” Ah! Não é? Então o código parece feito sob medida para o produtor rural. A mata em geral cuida razoavelmente bem de si mesma. Sobretudo se o agricultor não quiser ajudar com machado e fogo. Como as leis brasileiras esclarecem desde os esboços de legislação ambiental por José Bonifácio, manejar floresta não é prerrogativa da mata, mas de quem estiver disposto a aproveitar seus recursos sem acabar com ela.&lt;br /&gt;Se o agricultor preferir não se exaurir com manejo florestal, melhor para a floresta. Basta esquecê-la, que dificilmente ela se queixará de abandono. Para isso, o código não precisa de poda radical.&lt;br /&gt;Assim como não há motivo para considerar injusto “exigir de qualquer pessoa 20% de seu tempo para ser dedicado a qualquer coisa que ele não queria fazer”. E o que tem o código a ver com 20% do tempo de seja lá quem for?&lt;br /&gt;As leis que forçam as pessoas a gastarem parte de suas vidas para fazer o que não querem impõem, até onde a vista alcança, voto e serviço militar obrigatórios. Ou, por tabela, os impostos. O coitado do código não vai tão longe. Suas porcentagens não se referem ao tempo do agricultor, e sim ao espaço de preservação nas propriedades rurais. Ali, definem o que o dono não pode fazer e, de uns tempos para cá, o que ele pode fazer, se quiser. Não querendo, ele pode usar legalmente esses 20, 35% ou 80% de reserva para não fazer nada. São lugares de descanso, para a terra e para o homem. Uma ideia que aqui no Brasil não pegou, como dizia no século 19 o francês Charles Ribeyrolles ao pressentir a ruína da escravidão no Vale do Paraíba.&lt;br /&gt;Enquanto a terra e o homem descansam, a mata trabalhará de graça cuidando antes de mais nada da água, o principal insumo da agricultura desde que o mundo começou a trocar, lá vão 10 mil anos, florestas por terras cultivadas, plantações por pastagens e campos exaustos por desertos, frequentemente nessa ordem.&lt;br /&gt;* Marcos Sá Corrêa, é jornalista e editor do site O Eco (www.oeco.com.br)&lt;br /&gt;** Artigo originalmente publicado no O Estado de S.Paulo.&lt;br /&gt;EcoDebate, 30/10/2009&lt;br /&gt;Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate&lt;br /&gt;Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário, basta utilizar o formulário abaixo. O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2009/10/30/la-vai-o-codigo-florestal-sem-choro-nem-vela-artigo-de-marcos-sa-correa/"&gt;http://www.ecodebate.com.br/2009/10/30/la-vai-o-codigo-florestal-sem-choro-nem-vela-artigo-de-marcos-sa-correa/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-4248652741021580444?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/4248652741021580444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=4248652741021580444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4248652741021580444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4248652741021580444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/04/floresta-zero-la-vai-o-codigo-florestal.html' title='Floresta Zero: Lá vai o Código Florestal, sem choro nem vela, artigo de Marcos Sá Corrêafloresta zero, legislação ambiental'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5272660912831498540</id><published>2010-03-17T22:46:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T22:49:29.494-07:00</updated><title type='text'>Manifesto em defesa do Código Florestal e da Política Nacional de Meio Ambiente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Qua, 10/Mar/2010 01:24 Código Florestal Brasileiro&lt;br /&gt;O Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo e demais instituições abaixo assinadas:&lt;br /&gt;Considerando, nos termos do art. 225, caput, da Constituição Federal, o dever do Poder Público e da coletividade de proteger o meio ambiente para a presente e as futuras gerações;&lt;br /&gt;Considerando as responsabilidades assumidas pelo Brasil por força da Convenção da Biodiversidade, de 1992, da Convenção Ramsar, de 1971 e da Convenção de Washington, de 1940, bem como os compromissos derivados da Declaração do Rio de Janeiro, de 1992;&lt;br /&gt;Considerando que as Áreas de Preservação Permanente-APP, localizadas em cada posse ou propriedade, são bens de interesse nacional e espaços territoriais especialmente protegidos, cobertos ou não por vegetação, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas;&lt;br /&gt;Considerando a singularidade e o valor estratégico das áreas de preservação permanente que, conforme indica sua denominação, são caracterizadas, como regra geral, pela intocabilidade e vedação de uso econômico direto; sendo estas diretrizes válidas em todo o território nacional;&lt;br /&gt;Considerando que as áreas de preservação permanente e outros espaços territoriais especialmente protegidos, como instrumentos de relevante interesse ambiental, integram o desenvolvimento sustentável, de interesse primordial das presentes e futuras gerações;&lt;br /&gt;Considerando que a Reserva Legal é área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas; e é indispensável para promover o equilíbrio ecológico e para manter a qualidade ambiental, de forma articulada com os demais espaços territoriais especialmente protegidos;&lt;br /&gt;Considerando a função sócioambiental da propriedade prevista nos arts. 5 o , inciso XXIII, 170, inciso VI, 182, § 2 o , 186, inciso II e 225 da Constituição e os princípios da prevenção, da precaução e do poluidor-pagador;&lt;br /&gt;Considerando que o direito de propriedade será exercido com as limitações que a legislação estabelece, ficando o proprietário ou posseiro obrigados a respeitarem as normas e regulamentos administrativos;&lt;br /&gt;Considerando o dever legal do proprietário ou do possuidor de recuperar as Áreas de Preservação Permanente-APP's irregularmente suprimidas ou ocupadas; bem como de averbar a Reserva Legal;&lt;br /&gt;Considerando que as alterações propostas pela bancada ruralista do Congresso Nacional em diversos Projetos de Lei em discussão, atentam contra a Política Nacional do Meio Ambiente e contra os alicerces fundamentais da legislação ambiental brasileira, como é o caso do Código Florestal, e especialmente contra as Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal, promovendo notório retrocesso ambiental e prejuízo ao meio ambiente, desguarnecendo a sua proteção, afrontando o artigo 225 da Constituição Federal;&lt;br /&gt;Considerando que quaisquer alterações danosas no nível de proteção atualmente estabelecido pelos textos da Resolução Conama 303/02 e Resolução Conama que implique em diminuição das áreas em situação de preservação permanente e no alcance de sua proteção, é, do mesmo modo, nociva ao meio ambiente, e desguarnece a sua proteção, também afrontando claramente o artigo 225 da Constituição Federal;&lt;br /&gt;Considerando que a pressão de interesses econômicos, e que a atuação inconseqüente de lobistas ligados a diferentes setores poderá promover, entre outros aspectos, a redução da proteção ambiental garantida pela legislação ambiental vigente, em prejuízo de extensas áreas;&lt;br /&gt;Considerando que alterações no Código Florestal, bem como no texto das Resoluções CONAMA 303/02 e 302/02, tanto no que se refere às Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal poderão representar ameaça e redução de áreas legalmente protegidas que incidem sobre todo o território; levando inclusive ao comprometimento de relevantes paisagens;&lt;br /&gt;Considerando que estas alterações, em síntese, almejam via de regra, a diminuição de salvaguardas ambientais à atividades econômicas, desconsiderando que estas são fundamentais para a manutenção do equilíbrio ecológico, colocando em risco áreas protegidas em diferentes regiões em todo o país, e se configuram, paradoxalmente, no sentido inverso da evolução das conquistas sociais e da legislação ambiental nas últimas quatro décadas, que vinha buscando evitar que os vetores de pressão associados aos processos de uso e ocupação do solo continuem sua marcha progressiva de degradação sobre os ecossistemas e recursos naturais; .&lt;br /&gt;Considerando que várias regulamentações de uso e ocupação do solo já incorporam os conceitos, parâmetros e critérios da legislação vigente, em todo o território nacional, em diferentes esferas de competência;&lt;br /&gt;Considerando que eventuais alterações no texto do Código Florestal, bem como da Resolução CONAMA 303/02 e Resolução Conama 302/02, bem como qualquer diminuição das restrições ambientais atualmente conferidas pelas referidas normas poderá levar a uma reação em cadeia desastrosa e desorientadora para a gestão territorial.&lt;br /&gt;Considerando a relevância das áreas de preservação permanente e de reserva legal no sentido de manter remanescentes de ecossistemas nativos, a exemplo de contínuos florestais da Mata Atlântica, e a sua importância como corredores ecológicos e para a manutenção das características das paisagens.&lt;br /&gt;Considerando que a redução de áreas com ecossistemas nativos, inclusive as legalmente protegidas, vêm expondo gradativamente ao risco de extinção várias populações da fauna nativa, configurando prejuízo ainda mais grave e evidente para manutenção da biodiversidade biológica.&lt;br /&gt;Considerando que a redução das restrições e a diminuição de áreas em situação de preservação permanente e de reserva legal, representarão a promoção de processos de uso e ocupação do solo que poderão agravar de forma significativa a fragmentação de florestas nativas, os efeitos de borda sobre as áreas de remanescentes florestais, a depauperação das populações da fauna nativa, que inclui espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, a supressão de vegetação em diferentes estágios sucessionais, a ruptura de corredores ecológicos, e o impedimento ou a imposição de dificuldades para a regeneração natural da vegetação, além de perdas de áreas com potencial para restauração de ecossistemas.&lt;br /&gt;Considerando que mesmo não estando revestidas necessariamente por cobertura florestal nativa, as áreas de preservação permanente e de reserva legal representam um espaço ecológico potencialmente disponível para a restauração de ecossistemas nativos, fato que é extremamente necessário, considerando a redução drástica de habitats e de ecossistemas que vêm sendo consumada.&lt;br /&gt;Considerando as posturas já assumidas pelo Ministério do Meio Ambiente (Conama) em repúdio ao retrocesso da proteção ambiental, bem como ao equivocado Código Ambiental do Estado de Santa Catarina , por meio da MOÇÃO No 100, DE 26 DE JUNHO DE 2009 e da MOÇÃO No 98, DE 24 DE JUNHO DE 2009&lt;br /&gt;Considerando que a agricultura depende do meio ambiente ecologicamente equilibrado, e o Código Florestal, se cumprido devidamente, mantém estas condições, sendo que as restrições impostas pelo seu texto atual equivalem a um nível mínimo de proteção a ser garantido, em nível nacional para alcançar estes objetivos;&lt;br /&gt;Considerando, no entanto, que o processo de desenvolvimento da agricultura brasileira, que nos remete aos interesses representados pela bancada ruralista, repetiu o padrão de modernização convencional espalhando os principais impactos indesejáveis da moderna agricultura, como a destruição das florestas, a erosão dos solos e a contaminação dos recursos naturais, e, apesar da modernização, o que se viu, além dos impactos ambientais, foi um aumento da concentração da posse de terras e de riquezas e o êxodo rural em direção aos grandes centros;&lt;br /&gt;Considerando que relatórios do IBGE referentes à Indicadores de Sustentabilidade, entre outros estudos, tem apontado as deficiências no caso brasileiro, apontando, na prática, a insustentabilidade dos padrões praticados de produção afetos ao grande setor do agronegócio, notabilizado por monoculturas, que levam a vários efeitos ambientais e sociais nocivos; e que se colocam na contra-mão de uma necessária reforma agrária, há tempos requerida ;&lt;br /&gt;Considerando que há muito a ser devidamente diagnosticado e discutido sobre a produtividade da agropecuária brasileira, bem como sobre a distribuição de das terras, e avaliação deste setor não deve focar somente a produção, e nos benefícios e participação nas transações referentes à balança comercial, a exemplo do papel desta produção nas exportações, se tais benefícios geram prejuízos para o meio ambiente e para população brasileira;;&lt;br /&gt;Considerando que o universo destas discussões exige, antes de tudo, como pré-requisito, um debate nacional, democrático, e aprofundado, com a participação plena da comunidade científica e de todos os setores interessados e envolvidos, sobre a Política Agrícola, sobre a Reforma Agrária e sobre a melhoria de condições da população rural brasileira;&lt;br /&gt;Considerando que os argumentos distorcidos defendidos pela bancada ruralista representam uma grande ameaça e um duro golpe para o meio ambiente, caracterizando de forma vulgar uma fútil moeda de troca em cenário eleitoral, cujas motivações são o reflexo da falta de discussão e revisão da Política Agrícola Nacional e da Reforma Agrária, o que não pode e não será solucionado, à custa de retrocessos nas conquistas sociais ou à custa da degradação ambiental e descaracterização da legislação ambiental brasileira;&lt;br /&gt;Dessa forma, o Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo e demais entidades signatárias repudiam e se posicionam contrariamente às alterações propostas pela bancada ruralista do Congresso Nacional em diversos Projetos de Lei em discussão, que atacam e descaracterizam o Código Florestal, especialmente no que tange as Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal; ameaçam a Política Nacional do Meio Ambiente e corroem os alicerces fundamentais da legislação ambiental brasileira, promovendo notório retrocesso social e ambiental, com evidentes prejuízos ao meio ambiente, desguarnecendo a sua proteção, e afrontando o artigo 225 da Constituição Federal;&lt;br /&gt;Repudiam e se posicionam contrariamente à quaisquer alterações danosas e que removam ou alterem à menor o nível de proteção atualmente estabelecido pelo Código Florestal e pelos textos da Resolução Conama 303/02 e Resolução Conama 302/02, implicando em diminuição das áreas em situação de preservação permanente e no alcance de sua proteção.&lt;br /&gt;Requerem a imediata abertura de um debate nacional, com ampla participação da comunidade científica e de toda a sociedade, no sentido de discutir e reestruturar a Política Agrícola do Brasil, rever seus padrões atuais e caminhar em direção a sustentabilidade ambiental e social, garantindo neste cenário a devida promoção da Reforma Agrária, há muito prometida pelo Governo, pois não é deste debate fútil e com intuito de lucro fácil a ser perpetrado com degradação ambiental que surgirão as soluções para os erros históricos da agricultura brasileira.&lt;br /&gt;São Paulo, 8 de fevereiro de 2010&lt;br /&gt;Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo&lt;br /&gt;Página oficial do CONSEMA:&lt;br /&gt;http://www.ambiente.sp.gov.br/consemaConselho.php&lt;br /&gt;Fonte: Boletim REASul .&lt;br /&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5272660912831498540?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5272660912831498540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5272660912831498540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5272660912831498540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5272660912831498540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2010/03/manifesto-em-defesa-do-codigo-florestal.html' title='Manifesto em defesa do Código Florestal e da Política Nacional de Meio Ambiente'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8140816211165366711</id><published>2009-11-11T19:44:00.001-08:00</published><updated>2009-11-11T19:44:41.186-08:00</updated><title type='text'>Quarto aniversário da ONG MEAM.</title><content type='html'>A ONG MEAM convida a todos para comparecer ao seu 4º aniversário, onde haverá uma comemoração ao som do grupo de pagode: " Jeito de Bamba", a partir das 18:00 horas, no CEACASTE, Centro de Educação Ambiental, Cultural, Artistico, Social, Turistico e Esportivo da ONG MEAM, localizada na Rua Cicinio Faria nº 356, Bairro São Vicente de Paulo, São Fidélis - RJ. Venham comemorar conosco.&lt;br /&gt;Genilson de Souza Cabral nº 006&lt;br /&gt;Presidente da ONG MEAM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8140816211165366711?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8140816211165366711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8140816211165366711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8140816211165366711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8140816211165366711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/11/quarto-aniversario-da-ong-meam.html' title='Quarto aniversário da ONG MEAM.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-4339228593901962546</id><published>2009-08-22T09:01:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T09:04:31.585-07:00</updated><title type='text'>Um mar de doenças</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SpAWln-b-5I/AAAAAAAABPY/9PzsH6bObUo/s1600-h/1395.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 279px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372819191094836114" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SpAWln-b-5I/AAAAAAAABPY/9PzsH6bObUo/s400/1395.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Pesquisas mostram que areias de praias cariocas estão infestadas de microrganismos nocivos à saúde. Há risco de infecções que podem afetar olhos, pele, ouvidos e intestinoA beleza das praias do Rio de Janeiro é um dos bens mais preciosos de um vasto patrimônio natural que inspirou relatos extasiados dos primeiros europeus que navegaram ao longo de sua orla e, também, algumas das canções mais conhecidas da música popular brasileira. Apesar disso, o litoral cheio de curvas e emoldurado por montanhas que faz do Rio uma paisagem metropolitana única no mundo tornou-se a síntese de alguns dos mais graves problemas da cidade. Manchas de poluição no mar, favelas de onde descem lixo e esgoto, sujeira e assaltos a banhistas são alguns dos sinais da degradação da orla que se pode enxergar a olho nu. É na areia, entretanto, que reside um grave problema de saúde pública, este só visível ao microscópio: as praias cariocas transformaram-se num imenso criadouro de microrganismos causadores de doenças que atacam intestino, pele, olhos e ouvidos. Pesquisa concluída no mês passado pelo microbiologista João Carlos Tórtora, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Gama Filho, mostrou o alto índice de parasitas intestinais, bactérias e fungos nas praias cariocas. Nas areias do Leblon, por exemplo, o nível de coliformes fecais (que indica contaminação por esgoto) era de 5 000 por 100 gramas de areia – o limite aceitável é de 400 coliformes por 100 gramas. Na Praia do Leme, a situação é ainda mais assustadora: 88 000 coliformes por 100 gramas de areia. "As pessoas só se preocupam com a qualidade da água nas praias. Mas, dependendo do lugar, elas podem correr mais risco na areia do que na água", diz a bióloga Adriana Sotero, do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Fiocruz. Diversos fatores contribuem para a poluição das areias. Há as línguas negras, rastros de sujeira observados na areia após chuvas torrenciais que carregam lixo e esgoto para o mar; o lixo deixado pelos frequentadores, que atrai animais transmissores de doenças, como ratos e pombos; e o péssimo hábito de banhistas de levar cachorros para a praia. Um monitoramento feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente mostra que em toda a orla da Zona Sul as areias estão infestadas de parasitas que causam verminoses, como bicho-geográfico, lombriga, solitária e oxiúro. Eles indicam a presença de fezes de animais (como cães e pombos) no ambiente. Atualmente, dos dezessete pontos de monitoramento no trecho de 27 quilômetros que vai do Leme à Barra da Tijuca, em apenas três locais analisados a secretaria não faz restrições ao uso da areia. Nos demais, recomenda-se uma série de precauções, como não sentar sem antes forrar o chão com esteiras ou cangas, andar de chinelo e evitar que crianças levem à boca a mão suja de areia.Para se desenvolver, os microrganismos que infestam as praias precisam de ambiente úmido, longe do sal e de altas temperaturas. A forma mais eficiente de combatê-los é revirar a areia. Com a aeração do ambiente e a exposição ao sol, os microrganismos não sobrevivem. Esse trabalho é feito diariamente nas praias do Rio, por meio de varrição das areias ou com a ajuda de máquinas específicas para esse tipo de limpeza. Mas, como persistem as línguas negras, o despejo de esgoto, os cachorros na praia e o lixo jogado no chão, a imundície continua ameaçando a saúde dos banhistas. Durante o verão, são recolhidas 2 600 toneladas de lixo por mês nas praias cariocas.Num cenário desses, não é de estranhar que o Brasil não tenha nenhuma representante entre as 3 200 praias mais bem-cuidadas do mundo. Elas fazem parte do programa Bandeira Azul, certificado de qualidade concedido anualmente por uma ONG que atua em mais de cinquenta países. A entidade analisa as condições dos balneários a partir de uma lista de 29 itens. Nas exigências quanto à saúde dos banhistas, as normas são mais rigorosas que no Brasil. Pela classificação da entidade, praias consideradas próprias para banho podem ter no máximo 100 unidades da bactéria causadora de diarreias (E. coli) a cada 100 mililitros de água. No Brasil, a tolerância a esse tipo de contaminação é oito vezes superior. Na lista das praias certificadas há países pobres ou em desenvolvimento, como República Dominicana, Marrocos, África do Sul e Tunísia. A África do Sul, por exemplo, investiu em melhorias de saneamento básico e realizou campanhas de conscientização ambiental em áreas costeiras para ter dezenove praias na lista das melhores do mundo. "Isso mostra que não é questão de ser desenvolvido ou ter muito dinheiro para melhorar as condições das praias", diz Marinez Scherer, coordenadora do Bandeira Azul no Brasil. Neste ano, cinco praias brasileiras tentarão obter o certificado da entidade. Nenhuma carioca.&lt;br /&gt;Fonte: Fabiano Barretto / &lt;a href="http://veja.abril.com.br/290709/um-mar-doenca-p-108.shtml" target="_blank"&gt;Revista VEJA&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-4339228593901962546?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/4339228593901962546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=4339228593901962546' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4339228593901962546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4339228593901962546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/08/um-mar-de-doencas.html' title='Um mar de doenças'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SpAWln-b-5I/AAAAAAAABPY/9PzsH6bObUo/s72-c/1395.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6321346469187434823</id><published>2009-08-11T19:29:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T19:30:30.687-07:00</updated><title type='text'>São Fidélis não merece isso !</title><content type='html'>&lt;p&gt;Estado inicia implantação de aterro sanitário no Noroeste&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por Ascom da Secretaria do ambiente&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Governo do Estado dá mais um passo significativo para a erradicação definitiva dos lixões no Rio. A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, assina, nesta terça-feira (11/8), às 14h, na Prefeitura de Itaocara, protocolo com prefeitos do Noroeste Fluminense para a implantação de aterro sanitário consorciado.Pela manhã, Marilene Ramos estará na cidade do Carmo, na Região Serrana, para formalizar a inclusão da cidade de Sumidouro no consórcio de municípios que utilizará o aterro sanitário de Teresópolis, inaugurado no mês passado pelo governador Sérgio Cabral.A implantação do aterro sanitário consorciado no Noroeste Fluminense, que beneficiará 110 mil pessoas, integra o Pacto pelo Saneamento, cuja meta é erradicar os lixões em todo o estado no prazo de 10 anos.Estarão presentes à solenidade de assinatura do protocolo, os prefeitos de Itaocara, Alcione Araujo; de Italva, Eliel Ribeiro; de Cardoso Moreira, Gilson Siqueira; de Cambuci, Oswaldo Botelho; de Aperibé, Flávio Gomes de Souza; e de São Fidélis, Luiz Feneme, entre outras autoridades.De acordo com a secretária, as obras estão previstas para começar no início de 2010 e o aterro ficará sediado em São Fidélis.-Este empreendimento será construído nos mesmos moldes do aterro sanitário de Teresópolis, com a canalização do chorume produzido pelo lixo até uma estação de tratamento, além de tratar o gás produzido pelos detritos.Além disso, será enviado para aprovação das Câmaras dos Vereadores de cada município envolvido, o protocolo da Lei dos Consórcios. O objetivo é consolidar os consórcios de forma que os próximos prefeitos não desfaçam essa importante parceria - declarou Marilene Ramos.A implantação do aterro sanitário consorciado é uma iniciativa do Governo do Estado, sob a coordenação da Secretaria Estadual do Ambiente, por meio do seu Programa Estadual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PEGIRS).Aterro sanitário de TeresópolisO governador Sérgio Cabral e a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, inauguraram, no mês passado, o primeiro aterro sanitário consorciado do estado, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, com capacidade para receber cerca de 30 toneladas por dia de lixo produzido por Teresópolis e mais 10 toneladas por dia de resíduos produzidos pelas cidades de São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Carmo.O aterro, para o qual foram investidos R$ 5 milhões do Fecam, foi instalado no terreno onde funcionou, por muitos anos, o antigo vazadouro de lixo da cidade, posteriormente transformado em aterro controlado. Agora, com as obras, o local passará a operar como o primeiro aterro sanitário consorciado do estado.ServiçoQuando: Terça-feira (11/8), às 10h, em Carmo; e, às 14h, em Itaocara.Onde: Prefeitura do Carmo, Praça Princesa Isabel, 91, Centro; e Prefeitura de Itaocara, Rua Nilo Peçanha, 498, Centro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.governo.rj.gov.br/noticias_interior.asp?N=6679" target="_blank"&gt;http://www.governo.rj.gov.br/noticia...ior.asp?N=6679&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;__________________A vida é um teatro...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6321346469187434823?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6321346469187434823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6321346469187434823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6321346469187434823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6321346469187434823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/08/sao-fidelis-nao-merece-isso.html' title='São Fidélis não merece isso !'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6131846132126864537</id><published>2009-08-05T19:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T19:36:03.874-07:00</updated><title type='text'>Rio Paraíba do Sul: um apelo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Qua, 05/Ago/2009 01:42 Hamilton Ribeiro Mota Coluna&lt;br /&gt;Hamilton Ribeiro Mota - Prefeito de Jacareí - SP (PT)&lt;br /&gt;A partir de um levantamento encomendado pelo Governo do Estado de São Paulo, passou-se a cogitar a transposição parcial das águas do rio Paraíba do Sul como alternativa para subsidiar o abastecimento de 180 municípios que compõem a "macrometrópole" de São Paulo, Campinas e Baixada Santista. O sistema de abastecimento da Grande São Paulo ganharia um incremento de 5.000 litros por segundo, sendo que a captação se daria no município de Jacareí, a partir da represa do Jaguari, integrante do sistema Cantareira. Tal alternativa exige avaliação e estudos aprofundados, mensurando quais os efetivos impactos e compensações socioeconômicas e ambientais que geraria aos municípios que compõem a Bacia do Paraíba do Sul. São 180 municípios entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.Além de ser a principal fonte de abastecimento de água (para a população, para a irrigação agrícola e para a indústria), o rio Paraíba do Sul é, ainda e a despeito das violências por que passa, bacia de pesca e de lazer. E um importante fator de identidade e integração de um contingente considerável: em toda a bacia, vivem mais de 14,2 milhões de habitantes.Mais: o rio Paraíba do Sul foi e é, historicamente, protagonista privilegiado do desenvolvimento econômico da região que, hoje, se tornou a mais urbanizada do país. Todos os ciclos econômicos tiveram o Vale do Paraíba como cenário. Como primeiro grande núcleo urbano banhado pelo rio Paraíba, o município de Jacareí vê com preocupação a hipótese de transposição parcial, exatamente pelas consequências que afetariam toda a bacia. A adoção de políticas centradas na recuperação e manutenção dos recursos naturais, bem como em conceitos de sustentabilidade, já é fato em Jacareí. Naturalmente, o rio Paraíba do Sul é um dos focos principais. Registre-se que Jacareí foi a primeira cidade do país a construir uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), com recursos gerados pela cobrança pelo uso da água do rio Paraíba. A obra, uma parceria público-privada, iniciou uma série de ações que permitiram a ampliação do índice de tratamento de esgoto doméstico de 2% para 20% na cidade – outras duas ETEs foram construídas desde 2005. Em se considerando que o esgoto doméstico é a principal fonte de poluição do rio Paraíba, é fundamental que centremos esforços e investimentos para minimizar esses efeitos.Com população de 210 mil habitantes, Jacareí iniciou, este ano, a maior obra de saneamento de sua história: a despoluição do Córrego do Turi, principal afluente do rio Paraíba na cidade. Em dois anos, elevaremos o índice de tratamento de esgoto na cidade para 70%, reduzindo significativamente o despejo de esgoto in natura no rio. Nossa contribuição para com o rio Paraíba conta com investimento total da ordem de R$ 90 milhões, incluindo recursos do PAC.Jacareí, assim como outras cidades, depende de ações conjuntas e de políticas de longo prazo. Tudo isso, incluindo as discussões sobre a transposição parcial do rio Paraíba, já integram a pauta de discussões do Ceivap (Comitê para Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul). Mas exigimos a participação e o envolvimento fundamentais do Governo Estadual para definir conjuntamente programas de despoluição da bacia, projetos de recuperação e compensação ambientais, planos de manejo que envolvam áreas produtivas e de preservação, e programas de educação ambiental.Nascido da confluência dos rios Paraibuna, com nascente em Cunha, e Paraitinga, que nasce em Areias, o rio Paraíba do Sul segue em direção à região metropolitana da capital, mas faz uma curva de 180º e corta todo o Vale formado pelas serras do Mar e da Mantiqueira. Após 1.120 km, chega a São João da Barra, no Norte fluminense, para desaguar na praia de Atafona. Nesse percurso, forma uma bacia que mantém vivos remanescentes de Mata Atlântica em unidades de conservação (algumas de destaque internacional, como o Parque Nacional de Itatiaia, o primeiro criado no Brasil).Ainda que revestido de toda essa importância, o rio Paraíba do Sul continua a ser visto sob uma ótica puramente exploratória. Há que se estudar alternativas para o abastecimento da Grande São Paulo, mas é preciso preservar e recuperar o rio Paraíba. E não torná-lo, mais uma vez, vítima de políticas sem planejamento, míopes e imediatistas..&lt;a name="an967606"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to ar" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoar','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to zh-CN" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentozh-CN','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to zh-TW" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentozh-TW','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to nl" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentonl','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to fr" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentofr','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to de" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentode','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to el" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoel','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to it" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoit','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to ja" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoja','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to ko" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoko','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to ru" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoru','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to es" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','toentoes','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id="gotrans967606" title="Translate from pt to en" onclick="javascript:var JGT967606=new JGTdoc();JGT967606.opts=['pt','en','967606',''];JGT967606.exec();return false;" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191#an967606" jgb="no"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Morte do Rio Paraíba do Sul, Infelizmente existemais&lt;br /&gt;agosto 05, 2009&lt;br /&gt;Infelizmente existemais uma vez a possibilidade de agressão ao nosso Rio Paraíba, se isso acontecer iremos acabar de vez com o Paraíba. Todos os municípios da Bacia devem se mobilizar para que isso não aconteça. Acredito que os que estão propondo esta solução deveriam conhecer antes toda a Bacia do Paraíba para saber da realidade em que vivem os municípios que se encontram abaixo da transposição criminosa que foi feita em Barra do Piraí desviando água para o Grande Rio. A transposição do São Francisco é "fichinha" perto do que hoje existe aqui em nossa região. Baião - Além Paraíba/MG&gt;&lt;br /&gt;Neidson Barros Gonçalves 200.97.158.112&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:jcToggleShowComment("&gt;Legal, , vamos incluir na discussão a transposição do &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;agosto 05, 2009&lt;br /&gt;vamos incluir na discussão a transposição do São Francisco, sob a mesma ótica utilizada na matéria do Senhor Hamilton, Prefeito de Jacareí/SP do PT.&lt;br /&gt;nivaldo 200.228.16.2&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191"&gt;http://www.portaldomeioambiente.org.br/pma/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1191&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6131846132126864537?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6131846132126864537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6131846132126864537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6131846132126864537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6131846132126864537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/08/rio-paraiba-do-sul-um-apelo.html' title='Rio Paraíba do Sul: um apelo'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-1594918444331570954</id><published>2009-08-03T19:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T19:31:11.310-07:00</updated><title type='text'>O que não lhe presta, serve para alguém.</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL – MEIO AMBIENTE&lt;br /&gt;ONG - MEAM&lt;br /&gt;FUNDAÇÃO EM 14 DE NOVEMBRO DE 2005&lt;br /&gt;SOB CNPJ Nº 07.693.051/0001-95&lt;br /&gt;AVENIDA 7 DE SETEMBRO Nº 156, CENTRO , SÃO FIDÉLIS, RJ.&lt;br /&gt;UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL Nº 1.092/06&lt;br /&gt;UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL Nº 5.475/2009&lt;br /&gt;Ongmeam.blogspot.com&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;CAMPANHA DA ONG MEAM.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O que não lhe presta, serve para alguém.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Faça a sua entrega, de roupas usadas, brinquedos, remédios, calçados e alimentos não pereciveis, em uma das Delegacias da ONG MEAM, no Centro de Educação Ambiental, Cultural, Artístico, Social, Turístico e Esportivo da MEAM, localizado na Rua Cicinio Faria nº 356, Bairro São Vicente de Paulo, Municipio de São Fidélis-RJ.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mantido pelos parceiros&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:  &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Bigode Veículos; Denisa Móveis; Global Serviços Técnicos; OPSOM; Igreja Segunda Chance; Associção Comercial e Agricola de São Fidélis.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Genilson de Souza Cabral nº 006&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Presidente da ONG MEAM.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-1594918444331570954?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/1594918444331570954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=1594918444331570954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1594918444331570954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1594918444331570954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/08/o-que-nao-lhe-presta-serve-para-alguem.html' title='O que não lhe presta, serve para alguém.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5682867983897708775</id><published>2009-05-27T18:32:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T18:38:45.269-07:00</updated><title type='text'>Secretário do Meio Ambiente do Estado sobrevoa o Butiazal de Tapes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340682479601859842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sh3qa0bSPQI/AAAAAAAABLg/DYsj__8aHUE/s400/ima.jpg" border="0" /&gt;5/5/2009&lt;br /&gt;Na última semana do mês de abril ocorreu uma visita ilustre ao Butiazal de Tapes, quando o Secretário de Estado do Meio Ambiente e Presidente eleito do CONSEMA, Berfran Rosado, sobrevoou a área que é coberta de Butiazeiros (Butiá capitata), pousando em algum ponto da região para registrar sua visita em companhia do Diretor do DEFAP (Departamento de Florestas e Áreas Protegidas), Rafael Ferreira, e cumprir com a palavra empenhada ao Movimento Os Verdes de Tapes, quando na reunião de aproximação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) com o Movimento Ecológico Gaúcho (MEG) em março, o Ambientalista Júlio Wandam o convidou para conhecer um ambiente riquíssimo e de importância ecológica impar em nosso Estado.&lt;br /&gt;Vários estudos apontam para a necessidade de proteção e possível criação de uma Unidade de Conservação, devido a raridade do ambiente, a paisagem única, e os ecossistemas interligados que proporcionam abrigo e alimentação a inúmeras espécies animais e vegetais, algumas consideradas em vias de extinção ou extintas no meio ambiente.&lt;br /&gt;A região é composta de diversos ecossistemas e durante mais de meio século é impactada por lavouras de arroz, criação de gado, lixão municipal e atualmente com riscos de ampliarem-se os espaços de plantios de eucaliptos, o que poderá acarretar enormes prejuízos a natureza abundante deste local na zona costeira interna da laguna dos Patos.&lt;br /&gt;Desde 2005, Os Verdes de Tapes vêm empreendendo ações para divulgar a região em diversos encontros ambientalistas, onde obtêm apoios significativos, inclusive tendo sido tema aprovado em duas Conferências Nacionais de Meio Ambiente, em 2005 e 2008, quando se pediu a proteção integral deste ambiente entre as cidades de Tapes e Barra do Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sh3qvKLHV3I/AAAAAAAABLo/Zedf6-3MwuY/s1600-h/5b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340682829037000562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sh3qvKLHV3I/AAAAAAAABLo/Zedf6-3MwuY/s400/5b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A atitude do Secretário Berfran pode ser o início para um trabalho de sensibilização do gestor ambiental do Estado, para que observe as intenções de proteção a ambientes naturais realizadas por outras entidades, e que é idêntica à necessidade de visitação e tomada de decisão a favor da vida das espécies que se encontram ameaçadas no RS, a exemplo de Pai Querê e outras tantas regiões.&lt;br /&gt;Fonte: Os Verdes de Tapes/RS Imagens: Comunicação/SEMA&lt;br /&gt;Tema relacionado:&lt;br /&gt;&lt;a class="style5" href="http://osverdestapes.googlepages.com/butiazal" target="_blank"&gt;Butiazal de Tapes&lt;/a&gt;&lt;a class="style5" href="http://www.inga.org.br/paiquere" target="_blank"&gt;Pai Querê&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="style5" href="http://osverdestapes.googlepages.com/" target="_blank"&gt;http://osverdestapes.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;a class="style5" href="mailto:osverdestapes@gmail.com"&gt;osverdestapes@gmail.com&lt;/a&gt;Movimento Ambiental Os Verdes Tapes/RS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5682867983897708775?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5682867983897708775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5682867983897708775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5682867983897708775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5682867983897708775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/05/secretario-do-meio-ambiente-do-estado.html' title='Secretário do Meio Ambiente do Estado sobrevoa o Butiazal de Tapes'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sh3qa0bSPQI/AAAAAAAABLg/DYsj__8aHUE/s72-c/ima.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-4142984070972071729</id><published>2009-04-30T20:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T20:12:51.277-07:00</updated><title type='text'>A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpofDQMfRI/AAAAAAAABKg/_r3ngV0XXwU/s1600-h/9ax.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330687991604870418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 177px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpofDQMfRI/AAAAAAAABKg/_r3ngV0XXwU/s320/9ax.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 30/4/2009&lt;br /&gt;Em 1965, havia nos EUA 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos debilitados. Cientistas advertem sobre o perigo das granjas industriais: a contínua circulação de vírus nestes ambientes aumenta as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos. A análise é de Mike Davis.&lt;br /&gt;Mike Davis&lt;br /&gt;A gripe suína mexicana, uma quimera genética provavelmente concebido na lama fecal de um criadouro industrial, ameaça subitamente o mundo inteiro com uma febre. Os brotos na América do Norte revelam uma infecção que está viajando já em maior velocidade do que aquela que viajou a última cepa pandêmica oficial, a gripe de Hong Kong, em 1968.&lt;br /&gt;Roubando o protagonismo de nosso último assassino oficial, o vírus H5N1, este vírus suíno representa uma ameaça de magnitude desconhecida. Parece menos letal que o SARS (Síndrome Respiratória Aguda, na sigla em inglês) em 2003, mas como gripe, poderia resultar mais duradoura que a SARS. Dado que as domesticadas gripes estacionais de tipo “A” matam nada menos do que um milhão de pessoas ao ano, mesmo um modesto incremento de virulência, poderia produzir uma carnificina equivalente a uma guerra importante.&lt;br /&gt;Uma de suas primeiras vítimas foi a fé consoladora, predicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na possibilidade de conter as pandemias com respostas imediatas das burocracias sanitárias e independentemente da qualidade da saúde pública local. Desde as primeiras mortes causadas pelo H5N1 em 1997, em Hong Kong, a OMS, com o apoio da maioria das administrações nacionais de saúde, promoveu uma estratégia centrada na identificação e isolamento de uma cepa pandêmica em seu raio local de eclosão, seguida de uma massiva administração de antivirais e, se disponíveis, vacinas para a população.&lt;br /&gt;Uma legião de céticos criticou esse enfoque de contrainsurgência viral, assinalando que os micróbios podem agora voar ao redor do mundo – quase literalmente no caso da gripe aviária – muito mais rapidamente do que a OMS ou os funcionários locais podem reagir ao foco inicial. Esses especialistas observaram também o caráter primitivo, e às vezes inexistente, da vigilância da interface entre as enfermidades humanas e as animais. Mas o mito de uma intervenção audaciosa, preventiva (e barata) contra a gripe aviária resultou valiosíssimo para a causa dos países ricos que, como os Estados Unidos e a Inglaterra, preferem investir em suas próprias linhas Maginot biológicas, ao invés de incrementar drasticamente a ajuda às frentes epidêmicas avançadas de ultra mar. Tampouco teve preço esse mito para as grandes transnacionais farmacêuticas, envolvidas em uma guerra sem quartel com as exigências dos países em desenvolvimento empenhados em exigir a produção pública de antivirais genéricos fundamentais como o Tamiflu, patenteado pela Roche.&lt;br /&gt;A versão da OMS e dos centros de controle de enfermidades, que já trabalha com a hipótese de uma pandemia, sem maior necessidade novos investimentos massivos em vigilância sanitária, infraestrutura científica e reguladora, saúde pública básica e acesso global a medicamentos vitais, será agora decisivamente posta a prova pela gripe suída e talvez averigüemos que pertence à mesma categoria de gestão de risco que os títulos e obrigações de Madoff. Não é tão difícil que fracasse o sistema de alertas levando em conta que ele simplesmente não existe. Nem sequer na América do Norte e na União Européia.&lt;br /&gt;Não chega a ser surpreendente que o México careça tanto de capacidade como de vontade política para administrar enfermidades avícolas ou pecuárias, pois a situação só é um pouco melhor ao norte da fronteira, onde a vigilância se desfaz em um infeliz mosaico de jurisdições estatais e as grandes empresas pecuárias enfrentam as regras sanitárias com o mesmo desprezo com que tratam aos trabalhadores e aos animais.&lt;br /&gt;Analogamente, uma década inteira de advertências dos cientistas fracassou em garantir transferências de sofisticadas tecnologias virais experimentais aos países situados nas rotas pandêmicas mais prováveis. O México conta com especialistas sanitários de reputação mundial, mas tem que enviar as amostras a um laboratório de Winnipeg para decifrar o genoma do vírus. Assim se perdeu toda uma semana.&lt;br /&gt;Mas ninguém ficou menos alerta que as autoridades de controle de enfermidades em Atlanta. Segundo o Washington Post, o CDC (Centro de Controle de Doenças) só percebeu o problema seis dias depois de o México ter começado a impor medidas de urgência. Não há desculpas para justificar esse atraso. O paradoxal desta gripe suína é que, mesmo que totalmente inesperada, tenha sido prognosticada com grande precisão. Há seis anos, a revista Science publicou um artigo importante mostrando que “após anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte tinha dado um salto evolutivo vertiginoso”.&lt;br /&gt;Desde sua identificação durante a Grande Depressão, o vírus H1N1 da gripe suína só havia experimentado uma ligeira mudança de seu genoma original. Em 1998, uma variedade muito patógena começou a dizimar porcas em uma granja da Carolina do Norte, e começaram a surgir novas e mais virulentas versões ano após ano, incluindo uma variante do H1N1 que continha os genes do H3N2 (causador da outra gripe de tipo A com capacidade de contágio entre humanos).&lt;br /&gt;Os cientistas entrevistados pela Science mostravam-se preocupados com a possibilidade de que um desses híbridos pudesse se transformar em um vírus de gripe humana – acredita-se que as pandemias de 1957 e de 1968 foram causadas por uma mistura de genes aviários e humanos forjada no interior de organismos de porcos – e defendiam a criação urgente de um sistema oficial de vigilância para a gripe suína: advertência, cabe dizer, que encontrou ouvidos surdos em Washington, que achava mais importante então despejar bilhões de dólares no sumidouro das fantasias bioterroristas.&lt;br /&gt;O que provocou tal aceleração na evolução da gripe suína: Há muito que os estudiosos dos vírus estão convencidos que o sistema de agricultura intensiva da China meridional é o principal vetor da mutação gripal: tanto da “deriva” estacional como do episódico intercâmbio genômico. Mas a industrialização empresarial da produção pecuária rompeu o monopólio natural da China na evolução da gripe. O setor pecuário transformou-se nas últimas décadas em algo que se parece mais com a indústria petroquímica do que com a feliz granja familiar pintada nos livros escolares.&lt;br /&gt;Em 1965, por exemplo, havia nos Estados Unidos 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos muito debilitados.&lt;br /&gt;No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou um informe sobre a “produção animal em granjas industriais”, onde se destacava o agudo perigo de que “a contínua circulação de vírus (...) característica de enormes aviários ou rebanhos aumentasse as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”. A comissão alertou também que o uso promíscuo de antibióticos nas criações de suínos – mais barato que em ambientes humanos – estava propiciando o surgimento de infecções de estafilococos resistentes, enquanto que os resíduos dessas criações geravam cepas de escherichia coli e de pfiesteria (o protozoário que matou um bilhão de peixes nos estuários da Carolina do Norte e contagiou dezenas de pescadores).&lt;br /&gt;Qualquer melhora na ecologia deste novo agente patógeno teria que enfrentar-se com o monstruoso poder dos grandes conglomerados empresariais avícolas e pecuários, como Smithfield Farms (suíno e gado) e Tyson (frangos). A comissão falou de uma obstrução sistemática de suas investigações por parte das grandes empresas, incluídas algumas nada recatadas ameaças de suprimir o financiamento de pesquisadores que cooperaram com a investigação.&lt;br /&gt;Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas. Assim como a gigante avícola Charoen Pokphand, sediada em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre seu papel na propagação da gripe aviária no sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do vírus da gripe suína bata de frente contra a pétrea muralha da indústria do porco.&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que nunca será encontrada uma acusadora pistola fumegante: já corre o rumor na imprensa mexicana de um epicentro da gripe situado em torno de uma gigantesca filial da Smithfield no estado de Vera Cruz. Mas o mais importante – sobretudo pela persistente ameaça do vírus H5N1 – é a floresta, não as árvores: a fracassada estratégia antipandêmica da OMS, a progressiva deterioração da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industrializada e ecologicamente bagunçada.&lt;br /&gt;Mike Davis é professor no departamento de História da Universidade da Califórnia (UCI), em Irvine, e um especialista nas relações entre urbanismo e meio ambiente. Ex-caminhoneiro, ex-açogueiro e ex-militante estudantil, Davis é colaborador das revistas New Left Review e The Nation, e autor de vários livros, entre eles Ecologia do Medo, Holocaustos coloniais, O monstro bate a nossa porta (editora Record), e Cidade de quartzo: escavando o futuro em Los Angeles (Boitempo) Também é membro do Conselho Editorial de Sin Permiso.&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente no The Guardian (27/04/2009). Publicado também, em espanhol, no Sin Permiso.&lt;br /&gt;Tradução: Katarina Peixoto&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style8" href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15962&amp;amp;alterarHomeAtual=1" target="_blank"&gt;Agência Carta Maior&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-4142984070972071729?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/4142984070972071729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=4142984070972071729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4142984070972071729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4142984070972071729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/gripe-suina-e-o-monstruoso-poder-da.html' title='A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpofDQMfRI/AAAAAAAABKg/_r3ngV0XXwU/s72-c/9ax.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6713941370677618353</id><published>2009-04-30T20:08:00.001-07:00</published><updated>2009-04-30T20:08:42.264-07:00</updated><title type='text'>Nota da Aliança Camponesa Ambienta lista sobre a Legislação Ambiental</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;30/4/2009&lt;br /&gt;Legislação ambiental brasileira é compatível com a agricultura familiar camponesa.Desmonte do Código Ambiental é manobra do agronegócio para destruir o meio ambiente.&lt;br /&gt;Ao longo de várias décadas construiu-se na sociedade brasileira o falso antagonismo entre produção de alimentos e preservação ambiental. Falso, porque a produção de alimentos no Brasil está fortemente alicerçada sobre os agricultores camponeses e familiares, quilombolas, comunidades tradicionais, extrativistas e assentados da reforma agrária. E justamente sob o manejo destes povos do campo e da floresta que estão as principais áreas conservadas da biodiversidade florestal brasileira.&lt;br /&gt;Esse antagonismo interessa apenas ao agronegócio. São os projetos dos latifundiários e grileiros que se confrontam ao meio ambiente nacional, sendo baseados no uso extensivo das áreas, com alto consumo de fertilizantes químico-indústrias e agrotóxicos e, fundamentalmente, na expansão ilegal da propriedade. É a produção para exportação de commodities rurais que necessita da devastação dos biomas, do desmonte das leis ambientais e da institucionalização do grilo, por meio de medidas provisórias - e não a produção que abastece a mesa do brasileiro.&lt;br /&gt;É a partir deste esclarecimento que a Aliança Camponesa e Ambientalista em Defesa da Reforma Agrária e do Meio Ambiente vem afirmar que a posição dos verdadeiros produtores de alimentos deste país é a de manutenção do código florestal atual. Entendemos que a atual legislação, da qual os camponeses só conhecem as multas e repressões equivocadamente realizadas pelos órgãos ambientais estaduais, é moderna e permite uma série de adaptações necessárias para a reprodução social da família camponesa. É importante ressaltar alguns pontos:&lt;br /&gt;É permitida a utilização da APP para fins não-madereiros, tais como plantios de frutíferas nativas e extrativismo;&lt;br /&gt;É função da Reserva Legal promover a utilização racional do recurso florestal. Portanto, para o camponês a reserva legal, se manejada com assistência técnica e recursos financeiros apropriados, pode ser o salto qualitativo para a transição agroecológica;&lt;br /&gt;Os pequenos produtores podem ter em sua área de Reserva Legal computada a APP;&lt;br /&gt;É tarefa do Estado prover à pequena propriedade assistência técnica para os processos de recuperação ambiental e de manejo florestal.&lt;br /&gt;No entanto, para alcançarmos uma realidade de desenvolvimento rural sustentável no Brasil, se faz necessário optar-se pelo modelo de agricultura nacional baseado na agricultura camponesa familiar. E, para viabilizar a sustentabilidade da agricultura familiar e camponesa deve-se implementar uma série de medidas que vão de encontro ao fortalecimento do Código Florestal e sua definitiva aplicação:&lt;br /&gt;Construção de uma resolução que oriente o manejo florestal e agrosilvopastoril em reserva legal;&lt;br /&gt;Construção conjunta com os movimentos sociais do Macrozoneamento Ecológico e Econômico e dos ZEEs estaduais;&lt;br /&gt;Criação do Programa Nacional de Adaptação das Unidades Produtivas Camponesas a Legislação Ambiental:&lt;br /&gt;o Assistência técnica para os camponeses e povos da floresta de forma continuada e eficiente, com qualificação apurada sobre manejo agroflorestal e florestal;&lt;br /&gt;o Fomento para a recuperação do passivo ambiental das unidades produtivas, visando à recomposição por meio de sistemas produtivos sucessionais;&lt;br /&gt;o Política robusta de comercialização da produção diversificada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ Fortalecimento do PAA com incorporação efetiva dos produtos da sociobiodiversidade;&lt;br /&gt;§ Estabelecimento de preço mínimo para os produtos oriundos do agroextrativismo;&lt;br /&gt;§ Estruturação logística de canais de comercialização populares;&lt;br /&gt;o Instituição de uma política de Pagamento de Serviços aos camponeses que preservam as áreas florestadas, de forma que a agricultura convencional não exerça pressão sobre a área preservada.&lt;br /&gt;Portanto, a compreensão construída coletivamente pelos diversos movimentos sociais e entidades ambientalistas é de que a alteração do Código Florestal que está neste Congresso beneficia apenas aos interesses dos grandes produtores e que, além disto, o Código Florestal é uma arma para o agricultor e sua terra e não ao contrário.&lt;br /&gt;E, para além disto, refutamos toda e qualquer iniciativa que confronte um estado contra a nação brasileira, tal qual o Código Ambiental recém aprovado em Santa Catarina. Porque os ruralistas não defendem então o Zoneamento Ecológico Econômico, o qual ordena as especificidades de cada estado e região, adequando o Código Florestal as milhares de realidades brasileiras.&lt;br /&gt;A solução para o equilíbrio entre campo e meio ambiente está na opção clara e definitiva por um modelo popular de desenvolvimento do campo, construído conjuntamente entre os movimentos do campo e ambientalistas. Está nas transformações infra-legais e no reconhecimento do Estado de sua dívida histórica com os agricultores: que ao invés de polícias e multas, sejam enviados às unidades camponesas técnicos e propostas de construção de uma agricultura sustentável e popular.&lt;br /&gt;Aliança Camponesa e Ambientalista em Defesa da Reforma Agrária e do Meio Ambiente&lt;br /&gt;FBOMS - Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociaispara o Meio Ambiente e o DesenvolvimentoSCS, Quadra 08, Bloco B-50Edifício Venâncio 2000, Sala 105CEP 70333-900Brasília, DF - BrasilFone e Fax: (61) 3033.5535&lt;a class="style6" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2009/abril/30/www.fboms.org.br" target="_blank"&gt;www.fboms.org.br&lt;/a&gt;&lt;a class="style6" href="mailto:secretaria@fboms.org.br"&gt;secretaria@fboms.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6713941370677618353?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6713941370677618353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6713941370677618353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6713941370677618353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6713941370677618353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/nota-da-alianca-camponesa-ambienta.html' title='Nota da Aliança Camponesa Ambienta lista sobre a Legislação Ambiental'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6174801987265149525</id><published>2009-04-30T19:48:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T20:08:00.787-07:00</updated><title type='text'>MMA vai levar educação ambiental ao entorno dos parques nacionais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpksDbUk7I/AAAAAAAABKY/vy8a3FCVDmI/s1600-h/6a0.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330683816943326130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 105px; CURSOR: hand; HEIGHT: 108px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpksDbUk7I/AAAAAAAABKY/vy8a3FCVDmI/s320/6a0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 30/4/2009&lt;br /&gt;Carlos Americo&lt;br /&gt;O Ministério do Meio Ambiente vai levar a educação ambiental às 300 unidades de conservação federais, capacitando educadores para ampliar a participação da sociedade nos conselhos gestores. A idéia é aproximar a população da unidade de conservação para que ela entenda a importância de preservar a área e o potencial de crescimento social e econômico da região. "É preciso ter a educação ambiental como uma ferramenta que assegure a participação social na gestão das unidades de conservação", disse a diretora do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Lúcia Anello, durante a abertura, nesta segunda-feira, do seminário "10 anos da Política Nacional de Educação Ambiental: Avanços e necessidades em busca da edificação de uma sociedade sustentável", que termina nesta terça-feira.&lt;br /&gt;Segundo a diretora, o educador ambiental é essencial para os brasileiros, principalmente para que os problemas ambientais sejam de fato discutidos democraticamente, buscando soluções eficientes para todos. O evento, que comemora os 10 anos do Plano Nacional de Educação Ambiental, promoveu debates sobre política ambiental no período e os pontos que devem avançar. Participam dos debates representantes da sociedade, do governo e do setor judicial.&lt;br /&gt;O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Rômulo Mello, destacou a importância da participação da educação ambiental no processo de criação e implementação de unidades de conservação. Ele explicou que levar à população o debate para a criação da UC possibilita um processo de discussão mais intenso, ampliando o entendimento da população que mora ao redor da unidade de conservação sobre a necessidade da proteção daquela área. "Queremos a sociedade participando e entendendo uma unidade de conservação com uma coisa positiva não só para sociedade do entorno mas para o país". O Brasil tem 77 milhões de hectares de unidades de conservação federais.&lt;br /&gt;A participação da sociedade nos conselhos gestores pode ampliar a visitação às unidades de conservação e ajudar na preservação do patrimônio natural. Na visão do procurador federal da Advocacia Geral da União, Thiago Araújo, o principal foco da educação ambiental deveria ser o consumo sustentável, uma vez que a maioria da população vive no meio urbano e suas ações estão diretamente ligadas ao seu cotidiano e à natureza. Ele também ressaltou que a educação ambiental não deve se limitar ao governo e organizações não governamentais. Segundo ele, para aumentar o alcance da educação ambiental é preciso ter a participação do setor empresarial.&lt;br /&gt;A coordenadora de educação ambiental do Ministério da Educação, Raquel Trajber, ressaltou que a lei brasileira está sendo usada como base para outros países da América do Sul elaborarem suas políticas de educação ambiental. Os debates sobre a lei que institui a PNEA, no auditório do Interlegis, nesta terça-feira (28), pela manhã, foram transmitidos ao vivo pela internet nos sites &lt;a class="style5" href="http://www.interlegis.gov.br/" target="_blank"&gt;http://www.interlegis.gov.br/&lt;/a&gt; e &lt;a class="style5" href="http://www.pv.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.pv.org.br/&lt;/a&gt;. Só durante a abertura do evento foram realizadas mais de 400 conexões em todo o Brasil. Após o encerramento do seminário nacional, começam as versões regionais do evento.&lt;br /&gt;Fonte: REBIA Nacional / MMA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6174801987265149525?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6174801987265149525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6174801987265149525' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6174801987265149525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6174801987265149525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/mma-vai-levar-educacao-ambiental-ao.html' title='MMA vai levar educação ambiental ao entorno dos parques nacionais'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SfpksDbUk7I/AAAAAAAABKY/vy8a3FCVDmI/s72-c/6a0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-1522660307216803055</id><published>2009-04-03T19:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T19:19:16.109-07:00</updated><title type='text'>ONG espanhola quer comprar 100 mil hectares da Amazônia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbDiXqC_hI/AAAAAAAABIQ/dJGb-CLnKjk/s1600-h/10aq.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320655005018160658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 288px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbDiXqC_hI/AAAAAAAABIQ/dJGb-CLnKjk/s320/10aq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/4/2009&lt;br /&gt;Ideia é distribuir área, entre a zona colombiana e a fronteira do Brasil com Peru, para comunidades indígenas&lt;br /&gt;Orçamento inicial da ONG é de R$ 548 mil&lt;br /&gt;MADRI, ESPANHA - Uma ONG que reúne cientistas espanhóis planeja comprar mais de 100 mil hectares na Amazônia para criar uma reserva natural administrada pelas comunidades indígenas. "A história da Amazônia passou por séculos de esquecimento, e quando alguém se lembrou da região os resultados foram catastróficos, porque os brancos nunca conversaram com os indígenas", disse à Agência Efe o pesquisador Javier Lobón, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) e membro da ONG Manguaré. Segundo os responsáveis pelo projeto, a reserva natural ficaria entre a cidade colombiana de Leticia e o Parque Nacional de Amacayacu, situado na fronteira com o Brasil e o Peru, e às margens do Rio Amazonas. "Em uma das comunidades, havia um casamento em que a mulher dormia na Colômbia e o marido, no Peru", ilustrou o biólogo Batiste Miguel, para explicar a "complexidade" de um projeto que requer a negociação com administrações de diferentes países.&lt;br /&gt;A região onde está prevista a criação da reserva possui 110 espécies de mamíferos e 500 de aves. "Muitos indígenas estão extremamente preocupados", disse Lobón, pois as políticas de integração fizeram com que algumas etnias perdessem sua identidade. "A prova disso é o fato de que, quando entram em contato com a civilização, a primeira coisa que os indígenas fazem é instalar antenas de televisão e, com elas, a cosmologia ocidental", indicou o especialista.&lt;br /&gt;Entre os problemas ambientais que ameaçam a conservação dessa região, "chave para o equilíbrio climático mundial", estão a contaminação dos aquíferos, por causa da descarga de esgoto, e o desmatamento provocado por fazendeiros e empresas madeireiras.&lt;br /&gt;O projeto piloto, iniciado há alguns meses, acontece em um sítio de 80 hectares. Os promotores da iniciativa esperam conseguir uma parte "suficientemente grande para conservar a cultura indígena e os ecossistemas", através da compra de terras de madeireiras e a cessão de outras por parte dos governos de Brasil, Colômbia e Peru.&lt;br /&gt;Com um orçamento inicial de US$ 240.730 (cerca de R$ 548 mil), os membros da ONG esperam conseguir financiamento com algumas entidades e organismos oficiais. "Não é fácil conseguir escrituras que certifiquem a propriedade do território, mas conhecemos seus moradores e colaboramos com associações locais", especificou Lobón.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style10" href="http://209.62.112.242/~portaldo/index.php/rebia-nacional.html" target="_blank"&gt;REBIA Nacional &lt;/a&gt;/ &lt;a class="style10" href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid347189,0.htm" target="_blank"&gt;Estadão Online&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-1522660307216803055?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/1522660307216803055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=1522660307216803055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1522660307216803055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/1522660307216803055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/ong-espanhola-quer-comprar-100-mil.html' title='ONG espanhola quer comprar 100 mil hectares da Amazônia'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbDiXqC_hI/AAAAAAAABIQ/dJGb-CLnKjk/s72-c/10aq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2042328275095654712</id><published>2009-04-03T19:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T19:16:44.146-07:00</updated><title type='text'>Áreas desmatadas da floresta amazônica no Mato Grosso podem não se regenerar e virar savanas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbCjCpsYVI/AAAAAAAABII/ecGP-YB1XGw/s1600-h/9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320653917047775570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbCjCpsYVI/AAAAAAAABII/ecGP-YB1XGw/s320/9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/4/2009&lt;br /&gt;Floresta derrubada para a criação de gado no Mato Grosso, estado que responde por metade do desmatamento na Amazônia (foto: Leonardo Freitas).&lt;br /&gt;O Mato Grosso, estado brasileiro que responde por quase 50% do desflorestamento de toda a região amazônica, pode não conseguir regenerar a floresta tropical desmatada em seu território e, assim, caminhar diretamente para um processo de savanização. O alerta, fruto de estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV), indica maior urgência para a preservação do norte do estado.&lt;br /&gt;Os resultados da pesquisa, publicados na última edição do periódico Journal of Geophysical Research, foram obtidos a partir de dados de um modelo que analisou o poder de recuperação da floresta em diferentes cenários de devastação. Segundo a meteorologista Mônica Senna, uma das autoras do artigo, o objetivo inicial do estudo era tentar descobrir se havia um limite máximo de desmatamento que não provocasse interferências prejudiciais na regeneração da floresta.&lt;br /&gt;Para realizar a análise, a equipe abasteceu o modelo não apenas com dados sobre desmatamento. Pela primeira vez em estudos sobre o processo de savanização da Amazônia, foi considerado o fato de o solo amazônico ser, por si só, pobre em nutrientes.&lt;br /&gt;Os pesquisadores simularam situações com diferentes taxas de desmatamento – de zero a 100% – e adicionaram informações sobre a deficiência nutricional do solo para analisar a influência desse fator na recuperação florestal. "O modelo nos mostrou que a deficiência nutricional do solo torna a regeneração da floresta bem mais lenta", relata Senna.&lt;br /&gt;O estudo revelou também que, a partir de 40% de desmatamento na floresta amazônica, há uma drástica redução na ocorrência de chuvas na região, o que limita ainda mais a regeneração florestal. "No norte do Mato Grosso, por exemplo, o grau de recuperação é nulo", alerta a pesquisadora.&lt;br /&gt;Estado mais seco por natureza&lt;br /&gt;Mas por que o &lt;a class="style8" href="http://cienciahoje.uol.com.br/119679" target="_blank"&gt;Mato Grosso &lt;/a&gt;apresenta essa falta de capacidade para recuperar áreas desmatadas? Segundo Senna, o motivo é o fato de o estado ter, diferentemente de outros pontos da Amazônia, uma estação seca bem definida.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/rebia/nordeste.asp" target="_blank"&gt;REBIA Nordeste&lt;/a&gt; / &lt;a class="style6" href="http://cienciahoje.uol.com.br/" target="_blank"&gt;Ciências Hoje&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2042328275095654712?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2042328275095654712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2042328275095654712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2042328275095654712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2042328275095654712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/areas-desmatadas-da-floresta-amazonica.html' title='Áreas desmatadas da floresta amazônica no Mato Grosso podem não se regenerar e virar savanas'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbCjCpsYVI/AAAAAAAABII/ecGP-YB1XGw/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5404569476958349960</id><published>2009-04-03T19:06:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T19:11:47.360-07:00</updated><title type='text'>Praia da Baixada Santista é alvo de disputa entre mercado imobiliário e ambientalistas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbBzvS2raI/AAAAAAAABIA/qXm8Zlspp_E/s1600-h/8a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320653104397856162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbBzvS2raI/AAAAAAAABIA/qXm8Zlspp_E/s320/8a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/4/2009&lt;br /&gt;AFRA BALAZINA&lt;br /&gt;O verde de Itaguaré vai da praia até a serra do Mar sem interrupção. Com cerca de 3 km2, a última praia totalmente preservada na Baixada Santista, frequentada por surfistas e ecoturistas, é hoje o principal ponto de uma disputa ferrenha entre o mercado imobiliário e ambientalistas no Conselho Estadual do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;Isso porque o Consema, como é conhecido o órgão ambiental paulista, deve finalizar a discussão sobre o novo zoneamento ecológico-econômico da região, que já dura 11 anos. A ideia é que, até o final de abril, uma minuta de decreto seja apresentada para avaliação do governador José Serra (PSDB), estabelecendo o que pode e o que não pode ser feito no que restou de mata atlântica na Baixada Santista.&lt;br /&gt;Vista aérea da região da praia de Itaguaré, na Baixada Santista; mercado imobiliário e ambientalistas disputam região - (Moacyr Lopes Junior/Folha Imagem&lt;br /&gt;As construtoras, com apoio das prefeituras, acham que é possível erguer condomínios de alto padrão na região sem agredir o ambiente. O "verdes" defendem que o local seja transformado em um parque.&lt;br /&gt;Os ambientalistas, no caso de Itaguaré, têm o apoio do secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), que preside o Consema. "Realmente é uma área que não pode sofrer. Não sei quanto influenciarei no caso de uma votação, mas não vou deixar perder aquilo ali."&lt;br /&gt;O mercado imobiliário e a administração municipal, porém, avaliam que ocupar 20% da área total de Itaguaré com condomínios, como é o proposto, não causaria graves prejuízos ambientais.&lt;br /&gt;Porto&lt;br /&gt;Mais uma questão polêmica nas discussões sobre o zoneamento da Baixada é o projeto de ampliação do porto de Santos, defendido pela prefeitura.&lt;br /&gt;O projeto, que dobraria a capacidade do porto, permite a construção de instalações nas ilhas Barnabé e Piaçaguera, o que afetaria, segundo ambientalistas, mangues e áreas verdes preservadas. O mangue é uma espécie de berçário para peixes e crustáceos.&lt;br /&gt;O ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Proam (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental) e integrante do Consema, defende que o porto, em vez de ser expandido, passe por uma modernização. Ele afirma que deveria haver um melhor aproveitamento do espaço que o porto ocupa hoje.&lt;br /&gt;Graziano, porém, afirma que vai ser difícil barrar a expansão portuária. "A área de desenvolvimento do governo estadual defende fortemente. O governo federal tem a mesma opinião."&lt;br /&gt;Ele afirmou ter se aconselhado sobre a questão com Mario Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica. "Ele disse que a área já está muito antropizada [alterada pelo homem]." De acordo com o secretário, isso não quer dizer que não haverá prejuízo ambiental. "Sempre tem. Mas o zoneamento não significa conceder licença, o empreendimento terá de passar pelo licenciamento ambiental normalmente."&lt;br /&gt;A professora do Instituto Oceanográfico da USP Yara Novelli afirma que a expansão portuária irá afetar negativamente as ilhas Barnabé e Piaçaguera. Segundo ela, aves aquáticas costumam se alimentar na região e botos-cinza também já foram avistados na área.&lt;br /&gt;Esverdeamento&lt;br /&gt;Para Casemiro Tércio Carvalho, da Coordenadoria de Planejamento Ambiental da secretaria, já houve um avanço durante as negociações do zoneamento. Do ano passado para cá, ocorreu um "esverdeamento" do mapa proposto. No anterior, 364,11 km2 podiam ter ocupação de no máximo 10% da área total --classificação que mais restringe a expansão urbana. Ao final do processo, somam-se 500,03 km2.&lt;br /&gt;Para Bocuhy, isso ocorreu porque o Estado sofre menor pressão dos interesses locais.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style9" href="http://209.62.112.242/~portaldo/index.php/rebia-nacional.html" target="_blank"&gt;REBIA Naciona&lt;/a&gt;l / &lt;a class="style9" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u542666.shtml" target="_blank"&gt;Folha Online&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5404569476958349960?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5404569476958349960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5404569476958349960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5404569476958349960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5404569476958349960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/praia-da-baixada-santista-e-alvo-de.html' title='Praia da Baixada Santista é alvo de disputa entre mercado imobiliário e ambientalistas'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SdbBzvS2raI/AAAAAAAABIA/qXm8Zlspp_E/s72-c/8a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3107805501159486118</id><published>2009-04-03T19:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T19:04:20.186-07:00</updated><title type='text'>Gelo Inflamável.</title><content type='html'>&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://www.metacafe.com/fplayer/466881/flammable_ice_experiment.swf" width="400" height="345" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.metacafe.com/watch/466881/flammable_ice_experiment/"&gt;Flammable Ice Experiment - video powered by Metacafe&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3107805501159486118?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3107805501159486118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3107805501159486118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3107805501159486118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3107805501159486118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/gelo-inflamavel.html' title='Gelo Inflamável.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8230084714507652833</id><published>2009-04-03T18:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T18:59:53.270-07:00</updated><title type='text'>Gelo inflamável promete energia limpa contra o aquecimento</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;1/4/2009&lt;br /&gt;Moléculas de água aprisionam metano criando substância que pode eliminar CO2 na queima de combustível.&lt;br /&gt;Gás natural preso em água congelada pode ser uma das maiores e mais limpas fontes de energia do planeta, segundo a revista New Scientist.&lt;br /&gt;Como é possível ver, a olho nu, a queima desse combustível parece algo impossível de acontecer. Isso porque o clatrato hidratado parece gelo normal em chamas. No entanto, isso só é possível pois, em sua composição, as moléculas de água são organizadas como "gaiolas" que aprisionam moléculas de metano (altamente inflamável).&lt;br /&gt;A pesquisa sobre o clatrato hidratado foi apresentada na reunião da American Chemical Society e cientistas acreditam que essa pode ser uma das fontes de energia mais limpa do planeta pois, comparado com os combustíveis fósseis, o metano libera naturalmente menos dióxido de carbono. Ainda, segundo os cientistas, a estrutura do clatrato hidratado aprisiona o CO2, tornando possível, com a tecnologia certa, a existência de um combustível que não agrave o aquecimento global.&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a class="style5" href="http://www.remade.com.br/newsletter/redir.php?edicao=52&amp;amp;num=7" target="_blank"&gt;Portal REMADE&lt;/a&gt; / New Scientist.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8230084714507652833?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8230084714507652833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8230084714507652833' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8230084714507652833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8230084714507652833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/gelo-inflamavel-promete-energia-limpa.html' title='Gelo inflamável promete energia limpa contra o aquecimento'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2944208574669542579</id><published>2009-04-03T18:56:00.001-07:00</published><updated>2009-04-03T18:56:43.638-07:00</updated><title type='text'>Estado responde, junto com particular, por danos ao meio ambiente resultantes de loteamento irregular</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;1/4/2009&lt;br /&gt;O Estado de São Paulo tem responsabilidade solidária por dano ambiental resultante da construção de lotes irregulares no Parque Estadual de Jacupiranga (SP). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a decisão que condenou apenas a proprietária do imóvel a ressarcir os danos causados ao meio ambiente deve ser estendida também ao ente público, que, em ação regressiva, pode buscar reparação contra o causador direto do dano.&lt;br /&gt;A Segunda Turma considerou que o acórdão demonstrou claramente que o Estado não cumpriu satisfatoriamente com o dever de fiscalizar o parque, apesar de ter embargado obras no local. Os ministros entenderam que o Estado foi omisso ao não adotar medidas cabíveis contra a invasão e deve ser responsabilizado juntamente com o particular. A ação foi interposta pelo Ministério Público Paulo contra a Fazenda estadual.&lt;br /&gt;A responsabilidade solidária, segundo o STJ, nasce, quando o Estado, devendo agir para evitar o dano, mantém-se inerte ou age de forma deficiente. Decisões do Tribunal reiteram que as entidades de direito público podem ser arroladas no pólo passivo de ação civil pública quando do loteamento irregulares em áreas ambientais seja por ação, quando expede alvarás sem autorização dos órgãos de proteção ambiental, ou por omissão, quando falhas no dever de vigilância. Essa posição se reforça por cláusula constitucional que impõe ao Poder Público o dever de defender o meio ambiente para presentes e futuras gerações&lt;br /&gt;O relator do caso, ministro Herman Benjamin, assinalou que a cláusula de solidariedade não pode implicar benefício para o particular que causou a degradação ambiental em detrimento do erário. Assim, sem prejuízo da responsabilidade solidária, deve o Estado, que não provocou diretamente o dano nem obteve proveito com sua omissão, buscar o ressarcimento de valores despendidos contra o responsável direto, evitando, com isso, injusta oneração da sociedade.&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a class="style5" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/rebia/nordeste.asp" target="_blank"&gt;REBIA Nordeste&lt;/a&gt; / &lt;a class="style5" href="http://www.tvjustica.gov.br/maisnoticias.php?id_noticias=10236" target="_blank"&gt;TV Justiça&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2944208574669542579?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2944208574669542579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2944208574669542579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2944208574669542579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2944208574669542579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/estado-responde-junto-com-particular.html' title='Estado responde, junto com particular, por danos ao meio ambiente resultantes de loteamento irregular'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5252549378925197060</id><published>2009-04-03T18:52:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T18:54:15.505-07:00</updated><title type='text'>Água: cooperação sem guerras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda9oiuwQ0I/AAAAAAAABH4/kGsmeE7LFt8/s1600-h/5aq.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320648514000143170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda9oiuwQ0I/AAAAAAAABH4/kGsmeE7LFt8/s320/5aq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 4/1/2009 Gustavo Faleiros&lt;br /&gt;Aquicultura no Camboja usa águas do Rio Mecongue, que cruzatodo o Sudeste Asiático. (Foto: IUCN)&lt;br /&gt;Certamente, você já leu alguma manchete de jornal em que a “ONU prevê guerras” na África ou no Oriente Médio em torno de fontes água doce, ou ainda ouviu o boato de que os “gringos” vão invadir a Amazônia, o maior reservatório de recursos hídricos do planeta. Pois é, se há um bordão bem conhecido na comunidade ambiental é aquele que versa sobre o potencial da água, “o petróleo do século 21”, causar conflitos de grandes proporções. Mas nas últimas semanas, opiniões divergentes têm ganhado destaque. Um simples levantamento feito pelo Instituto Internacional de Estocolmo sobre Água (IIEA) demonstrou que existem na verdade mais exemplos de cooperação do que conflitos em torno de grandes mananciais.&lt;br /&gt;Em material divulgado há duas semanas, o instituto mostrou que, durante todo o século 20, trezentos acordos internacionais foram assinados para garantir uma gestão transfronteiriça de recursos hídricos. Neste mesmo período, apenas sete pequenos incidentes entre países foram contabilizados como resultados diretos da escassez de água.&lt;br /&gt;A própria Organização das Nações Unidas (ONU) embarcou no discurso da paz e lançou o tema “Águas compartilhadas, oportunidades compartilhadas” como mote do Dia Internacional da Água (22 de março). Dados da organização mostram que existem no globo 263 bacias e 274 aqüíferos “internacionais”. Isso faz com que 75% de todas as nações do mundo dividam com seus vizinhos seus estoques de água. Veja na galeria de fotos abaixo exemplos de cursos d´água transfronteiriços.&lt;br /&gt;“Mesmo o conflito entre Israel e Palestina, que muitas vezes é citado como um exemplo de disputa por recursos hídricos, tem como um pano de fundo questões políticas e religiosas”, argumenta o pesquisador Anton Earle, do IIEA.&lt;br /&gt;À mesma conclusão chegou o membro da Associação Britânica de Ciência, Wendy Barnaby. Em artigo publicado na edição eletrônica da revista Nature, ele conta que ao tentar escrever um livro sobre as “guerras pela água” suas expectativas foram totalmente frustradas. Lançando mão de uma pesquisa ainda mais detalhada, publicada em 2003 no American Journal of Water Resources, Barnaby lembra que entre 1948 a 1999, de um total de 1.831 questões sobre bacias internacionais, 68% tiveram como resultado acordos pacíficos e apenas 28% causaram rusgas diplomáticas. Os 5% restantes tiveram resultados neutros.&lt;br /&gt;“Países não entram em guerra por causa de água, eles resolvem suas necessidades hídricas através de comércio e acordos internacionais”, escreveu Barnaby em seu artigo.&lt;br /&gt;Sua conclusão nasceu depois que ele buscou como primeira inspiração para o livro os países que seriam alvos óbvios da tão falada “guerra pela água”. Olhando para Israel, Egito e Jordânia, ele notou que mesmo com escassez, existe paz na gestão dos rios transfronteiriços. Como? Importando-se comida. Desde a década de 1960, argumenta Barnaby, quando a demanda de água nestes países se tornou bem maior que a oferta, os produtos que consomem grandes quantidades do recursos foram aos poucos sendo importados.&lt;br /&gt;Cooperação no BrasilO Brasil, detentor de 12% da água doce do planeta, também pode ser considerado uma ilha de paz nesse cenário. É verdade que a Argentina preocupou-se quando o governo militar brasileiro resolveu construir a hidrelétrica de Itaipu na década de 1970. Dizia-se que Buenos Aires poderia ser inundada com a abertura das comportas daquela que se tornaria a maior usina do mundo.&lt;br /&gt;Mas a despeito da retórica aquecida, a gestão da Bacia do Rio da Prata tornou-se um exemplo de cooperação entre países do Cone Sul, lembra o diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Benedito Braga. Existem acordos entre Brasil e Paraguai para a gestão de Itaipu. Com os argentinos, os paraguaios fazem administração compartilhada da hidrelétrica de Yacyretá.&lt;br /&gt;“Hoje o conceito mais aceito é o de compartilhar benefícios advindos da água e não propriamente a água. O caminho não é somente a gestão das bacias transfronteiriças e sim no desenvolvimento conjunto de infraestrutura hidráulica e sua gestão compartilhada. A hidrelétrica de Itaipu é responsável por quase 100% da energia elétrica consumida no Paraguai. Até a recente posse do novo governo paraguaio nunca houve qualquer contestação do aproveitamento hidrelétrico. Parece que a reação paraguaia foi um ato subseqüente à posse do novo governo. Hoje está tudo pacificado”, comenta Braga.&lt;br /&gt;Atualmente, a construção de hidrelétricas na Amazônia também tem causado certo estresse diplomático para o governo brasileiro. Após anunciar as obras das usinas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, a Bolívia reclamou que o alagamento no Brasil traria conseqüências a seu território. O Madeira é formado pela confluência dos rios Beni e Mamoré, em terras bolivianas.&lt;br /&gt;Braga observa que o caso é único no mundo, pois geralmente são os países à jusante quem reclamam de seus vizinhos. Síria e Iraque reclamam da Turquia, Egito reclama de todos os países do Nilo à montante (Sudão, Etiópia, Burundi, Congo, Quenia, Ruanda, Tanzânia e Uganda), México reclama dos Estados Unidos pelo uso excessivo do Rio Colorado, e a Argentina reclamou por ocasião da construção de Itaipu na década de 1970.&lt;br /&gt;“O governo brasileiro foi surpreendido por esta demanda única no mundo”, afirma o diretor da ANA, sobre a posição boliviana. “Eu suspeito que há um interesse da Bolívia em utilizar os conhecimentos brasileiros para desenvolver uma hidrelétrica no trecho bi-nacional do rio Madeira. Não existe conflito de uso da água. Toda essa pressão ocorre no sentido conquistar um apoio técnico e financeiro do Brasil a esta hidrelétrica”, analisa. Conservação de olho no clima&lt;br /&gt;Na África, onde também muitas guerras foram previstas, o quadro não é diferente, aponta Earle, do IIEA. No continente, já existem, há anos, bons exemplos de cooperação. Ele estudou em particular o caso do acordo assinado em 2002 entre Suazilândia e Moçambique, no qual os países se comprometeram a preservar o rio Maputo. O inovador deste acordo é que ele já leva em conta as possíveis reduções no nível da água por conta da variação climática. “As mudanças climáticas certamente vão exigir mais flexibilidade institucional entre os países, pois haverá mais secas em algumas regiões e mais enchentes em outras”, pondera o pesquisador.&lt;br /&gt;Neste cenário a importância de parques nacionais e reservas para a preservação de nascentes poderá ser estratégica . Earle lembra que a importância dos serviços ambientais prestados por bacias hidrográficas no abastecimento de cidades ou na sustentação de setores, como o de turismo, deve ser reconhecida pelos governos.&lt;br /&gt;Ele cita o caso da disputa ocorrida recentemente entre Botsuana e Namíbia, em torno da água do rio Okavango. Decidida a construir um canal que drenaria parte da água da bacia, a Namíbia foi alertada por entidades ambientalistas de que estava desrespeitando a convenção de Ramsar, que protege áreas úmidas em todo mundo. O Okavango é um dos poucos rios na África que deságua em terra. A região, um pântano rico em vida selvagem abriga a reserva de Moremmi, que recebe milhares de turista ao longo do ano. No fim, a feição natural do rio foi protegida. Mais um caso de cooperação, aponta Earle.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/21340-agua-cooperacao-sem-guerras" target="_blank"&gt;O Eco&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5252549378925197060?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5252549378925197060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5252549378925197060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5252549378925197060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5252549378925197060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/agua-cooperacao-sem-guerras.html' title='Água: cooperação sem guerras'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda9oiuwQ0I/AAAAAAAABH4/kGsmeE7LFt8/s72-c/5aq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8692206318522341089</id><published>2009-04-03T18:49:00.001-07:00</published><updated>2009-04-03T18:50:34.812-07:00</updated><title type='text'>Dicas para o ecocidadão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda80MGbirI/AAAAAAAABHw/RQPSxO6pt7o/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320647614572235442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda80MGbirI/AAAAAAAABHw/RQPSxO6pt7o/s320/4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/4/2009&lt;br /&gt;D. O. Meio Ambiente&lt;br /&gt;Secretaria do Meio Ambiente lança livro com informações sobre aquecimento global, preservação de fauna e flora, reciclagem e ações para evitar problemas ambientais, como o desperdício de água e energia&lt;br /&gt;A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançou, na semana passada, em cerimônia realizada no Centro de Referência em Educação Ambiental (Crea), em São Paulo, o livro Ecocidadão.&lt;br /&gt;Com 110 páginas impressas em papel reciclado e com dezenas de ilustrações, a obra, escrita pelas técnicas da Coordenadoria de Educação Ambiental da secretaria Denise Scabin Pereira e Regina Brito Ferreira, é destinada a professores e pesquisadores das áreas de ecologia e meio ambiente.&lt;br /&gt;Em linhas gerais, o livro mostra como o cidadão comum pode se mobilizar para evitar ou amenizar os problemas ambientais como o desperdício de água e energia, geração de lixo, ruídos, aquecimento global e preservação da fauna e flora.&lt;br /&gt;Mostra ainda quais materiais podem ou não ser reciclados e também apresenta um glossário com termos técnicos mais utilizados por especialistas em meio ambiente.&lt;br /&gt;Com tiragem de 30 mil exemplares, em um primeiro momento a publicação será distribuída para a rede oficial de ensino fundamental e médio do Estado, bibliotecas e outras instituições de ensino e pesquisa interessadas.&lt;br /&gt;O livro oferece ainda uma lista com nomes de especialistas brasileiros que podem ajudar os docentes a tirar dúvidas antes de trabalhar a temática ambiental na sala de aula.&lt;br /&gt;O Ecocidadão é o segundo título da série Cadernos de Educação Ambiental, iniciada pela secretaria em novembro de 2008 com a obra As águas subterrâneas do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;Ao todo serão lançadas 19 publicações que abordarão temas como agricultura sustentável, biodiversidade, consumo e ecoturismo, a fim de serem trabalhadas em salas de aula e também servirem de suporte a pesquisadores, técnicos e ambientalistas.&lt;br /&gt;As instituições de ensino e pesquisa interessadas em adquirir a obra devem encaminhar solicitação para a Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente pelo e-mail cea@ambiente.sp.gov.&lt;br /&gt;Mais informações: (11) 3723-2747&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style5" href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/10298/divulgacao-cientifica/dicas-para-o-ecocidadao.htm" target="_blank"&gt;Agência FAPESP&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8692206318522341089?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8692206318522341089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8692206318522341089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8692206318522341089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8692206318522341089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/dicas-para-o-ecocidadao.html' title='Dicas para o ecocidadão'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda80MGbirI/AAAAAAAABHw/RQPSxO6pt7o/s72-c/4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7476444032925145099</id><published>2009-04-03T18:47:00.001-07:00</published><updated>2009-04-03T18:48:18.609-07:00</updated><title type='text'>Operação Impacto Profundo apreende mais de 300 quilos de lagosta na Bahia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda8Tv8OUII/AAAAAAAABHo/iX2npCmWshM/s1600-h/03a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320647057257418882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda8Tv8OUII/AAAAAAAABHo/iX2npCmWshM/s400/03a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/4/2009&lt;br /&gt;D. O. Meio Ambiente&lt;br /&gt;Carlos Garcia&lt;br /&gt;Salvador, BA - Agentes de fiscalização da Superintendência do Ibama na Bahia apreenderam no dia (25/3), em uma peixaria localizada na praia de Arembepe, município de Camaçari, 323 quilos de lagosta inteira das espécies vermelha e cabo verde. Elas foram doadas ontem pela manhã à uma instituição filantrópica que cuida de soropositivos, a CAASA, em Salvador.&lt;br /&gt;A apreensão é resultado da 2ª etapa da Operação Impacto Profundo, iniciada na segunda-feira (23) e que vai percorrer até o próximo sábado (28) vários municípios situados ao longo do litoral norte baiano, como Mata de São João, Camaçari, Entre Rios e outros. A operação apreendeu, até o momento, 383 quilos de lagosta.&lt;br /&gt;De acordo com informações da coordenação da operação, no período de 04 dias de fiscalização a equipe já emitiu 05 autos de infração no valor total de R$ 26.000,00, e realizou vistoria em aproximadamente 30 estabelecimentos que comercializam, estocam ou transportam lagosta, como hotéis, barracas de praia e peixarias.&lt;br /&gt;Na terça-feira (24), a equipe da Impacto Profundo já havia feito a primeira apreensão, 60 quilos do crustáceo, que foram doados à instituição de caridade “Lar Harmonia”, sediada no bairro da orla de Salvador, Piatã.&lt;br /&gt;Segundo a coordenação da operação na Bahia, o maior índice de infração detectada pela equipe no decorrer das vistorias é a existência do produto nos estabelecimentos sem comprovante de origem. Essa infração está explícita no Artigo 35, inciso 04, do Decreto 6.514. Foi exatamente isso que motivou a apreensão na peixaria em Arembepe, cujo proprietário ainda foi multado em R$ 7.500,00, e ainda vai responder por crime ambiental.&lt;br /&gt;A lagosta está em período de defeso até o próximo dia 31 de maio, de acordo com a IN 206/08. Durante o defeso, que teve inicio em 01/12/08, esse produto não pode ser capturado. E a sua comercialização, estocagem ou transporte só poderá ocorrer de acordo com a Declaração de Estoque feita junto ao Ibama, com a devida comprovação de origem do produto.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="http://209.62.112.242/~portaldo/index.php/rebia-nacional.html" target="_blank"&gt;REBIA Nacional&lt;/a&gt; / &lt;a class="style7" href="http://www.ibama.gov.br/2009/03/operacao-impacto-profundo-apreende-mais-de-300-quilos-de-lagosta-na-bahia/" target="_blank"&gt;IBAMA - BA&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7476444032925145099?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7476444032925145099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7476444032925145099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7476444032925145099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7476444032925145099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/operacao-impacto-profundo-apreende-mais.html' title='Operação Impacto Profundo apreende mais de 300 quilos de lagosta na Bahia'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda8Tv8OUII/AAAAAAAABHo/iX2npCmWshM/s72-c/03a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2315537460557053576</id><published>2009-04-03T18:40:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T18:45:21.498-07:00</updated><title type='text'>Oficina de Capacitação de CTE - Projeto Orla - Aracaju</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;1/4/2009&lt;br /&gt;Descrição:&lt;br /&gt;O Ministerio do Meio Ambiente, por meio da Gerencia de Qualidade Costeira e Marinha, em parceria com a Secretaria do Patrimonio da Uniao, deu inicio, em 2008, a uma serie de oficinas para capacitacao das Comissoes Tecnicas Estaduais do Projeto Orla (CTEs). O objetivo e dinamizar a atuacao deste forum como impulsionador dos processos em andamento e como fomentador de novos processos, por meio do estabelecimento de uma agenda estadual do Projeto Orla. Em 15 e 16 de abril de 2009, havera o encontro de Aracaju (SE).&lt;br /&gt;Local: Aracaju - SE&lt;br /&gt;Data do evento: 15/04/2009&lt;br /&gt;Data de término do evento: 16/04/2009&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://209.62.112.242/~portaldo/index.php/rebia-nacional.html" target="_blank"&gt;REBIA Nacional&lt;/a&gt; / &lt;a class="style6" href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=evento.montaMaisEventos#" target="_blank"&gt;MMA&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2315537460557053576?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2315537460557053576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2315537460557053576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2315537460557053576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2315537460557053576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/oficina-de-capacitacao-de-cte-projeto.html' title='Oficina de Capacitação de CTE - Projeto Orla - Aracaju'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8379828733369368611</id><published>2009-04-03T18:37:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T18:40:43.046-07:00</updated><title type='text'>Água: Saneamento deve ser administrado por comunidades</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda6gNXomYI/AAAAAAAABHg/AeKlBF0KM4A/s1600-h/6a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320645072292190594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 249px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda6gNXomYI/AAAAAAAABHg/AeKlBF0KM4A/s400/6a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 3/4/2009&lt;br /&gt;Nergui Manalsuren*&lt;br /&gt;Nova York, EUA – As nações do Sul em desenvolvimento, particularmente as da África e Ásia, lutam para obter dois elementos básicos para a vida: água potável e saneamento adequado. A Organização das Nações Unidas diz que ainda há 1,1 bilhão de pessoas que carecem de acesso a água segura e 2,6 bilhões sem saneamento básico. O Banco Mundial destina 60% de seu orçamento de US$ 10,7 bilhões para este assunto ao fornecimento e apenas 40% ao saneamento.&lt;br /&gt;Por que o saneamento recebe menos atenção do que a água? “Há vários fatores relacionados a considerar para explicar a proporção de fundos”, disseram Jae So, administradora do Programa de Água e Saneamento (WSP), financiado por doadores e dirigido pelo Banco Mundial, e Peter Kolsky, especialista no tema para o organismo multilateral.&lt;br /&gt;Entrevistados pela IPS, os dois funcionários disseram que o portfolio reflete a demanda dos clientes: os governos dos países em desenvolvimento. Explicaram que as necessidades mais urgentes dos que não têm acesso ao saneamento podem, no geral, ser cobertas com recursos locais e a custos relativamente baixos. “Isto não significa que o Bancoi e o WSP não devam apoiar a promoção do saneamento básico. Podemos fazê-lo. Apenas significa que isto poderia não ser tão caro quanto a construção de represas, obras para tratamento da água e dutos para o fornecimento”, afirmaram.&lt;br /&gt;IPS - A ONU diz que, para atingir a meta sobre saneamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015, cerca de 173 milhões de pessoas deveriam ter acesso a saneamento a cada ano a partir de agora. Quanto custará isso e como o Banco Mundial ajudará para que isso seja conseguido?&lt;br /&gt;Jae So - Estimar o financiamento público necessário para atingir as metas de saneamento é uma tarefa surpreendentemente difícil. Não apenas as diferenças geográficas e sócio-econômicas sugerem uma ampla gama de tecnologias apropriadas como as políticas governamentais variam muito, até o conceito de que o governo deve considerar um investimento “público”.&lt;br /&gt;Os avanços mais drásticos quanto ao acesso ao saneamento, na Ásia meridional e Etiópia, por exemplo, não foram impulsionados por programas de obras publicas, mas por um enfoque conhecido como Saneamento Total Liderado pela Comunidade, que exige investimentos relativamente pequenos do poder público.&lt;br /&gt;O papel do governo neste enfoque é promover a idéia do saneamento, compartilhar informação e dar incentivos às famílias e comunidades para investir em saneamento, mas não definir a tecnologia que deve ser usada, e pagar todo o custo em capital. Inclusive estimar o custo da promoção não é fácil: quanto pode custar convencer uma família em Bangladesh a investir em saneamento?&lt;br /&gt;Além dos tradicionais empréstimos em capital para ajudar os governos a pagarem infra-estrutura como dutos e métodos de tratamento, o Banco pode ser muito útil através de créditos para salubridade e promoção da higiene, através da troca de experiências em todo o mundo e ajudando alguns governos com assessoria orçamentária para que os fundos estejam disponíveis com as mínimas demandas burocráticas.&lt;br /&gt;IPS - A ONU declarou 2008 Ano Internacional do Saneamento. Quais foram seus êxitos e como isto ajudou a colocar sobre a mesa os problemas relacionados com este tema, particularmente o Sul em desenvolvimento?&lt;br /&gt;Peter Kolsky - O Ano Internacional do Saneamento ajudou a trazer à luz essa questão através de vários esforços de colaboração, incluindo atividades regionais para criar consciência e discutir políticas em nível governamental, com painéis que educaram a mídia para permitir melhor cobertura a respeito e contínuos esforços em escala comunitária, para melhorar o comportamento e as práticas de saneamento. Um importante indicador de sucesso é o número de encontros regionais, nacionais e internacionais para atender diretamente o problema.&lt;br /&gt;No passado recente, o saneamento era sempre o “enteado” pobre, e as reuniões sobre “fornecimento de água e saneamento” recebiam pouca atenção, com se fosse um tema acessório. Só depois da reunião AfricaSan, em 2002, e d introdução da meta sobre saneamento nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, foi que começou a ser reconhecido como um assunto com seus próprios desafios e oportunidades.&lt;br /&gt;IPS - Os países em desenvolvimento fazem o suficiente para resolver o problema: que casos de êxito há no Sul, especialmente com apoio do Banco Mundial?&lt;br /&gt;Jae So - Os países se concentram cada vez mais na questão do saneamento e em seu impacto na vida das pessoas. O Banco Mundial esteve envolvido em projetos de água no Senegal por muitos anos, e se obteve um importante êxito em saneamento urbano em Dacar, graças a um projeto apoiado pelo organismo. O WSP fornece assistência técnica e assessoramento e promove campanhas comunitárias. IPS/ Envolverde&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style9" href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=57814&amp;amp;edt=1" target="_blank"&gt;Envolverde&lt;/a&gt; / *IPS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8379828733369368611?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8379828733369368611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8379828733369368611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8379828733369368611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8379828733369368611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/agua-saneamento-deve-ser-administrado.html' title='Água: Saneamento deve ser administrado por comunidades'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/Sda6gNXomYI/AAAAAAAABHg/AeKlBF0KM4A/s72-c/6a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6150207636479235927</id><published>2009-04-03T18:35:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T18:37:19.181-07:00</updated><title type='text'>Ambientalistas querem frear MP que autoriza venda de terras sem licitação na Amazônia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;3/4/2009&lt;br /&gt;Luana Lourenço&lt;br /&gt;Brasília, DF - Organizações não-governamentais (ONGs) e parlamentares da bancada ambientalistas deverão dificultar a aprovação da Medida Provisória 458, que autoriza a transferência de terras na Amazônia sem licitação. A MP já está trancando a pauta de votações da Câmara.&lt;br /&gt;O plenário deverá analisar o relatório do deputado Asdrubal Bentes (PMDB-PA), apresentado no último dia 18, que ampliou as possibilidades de transferência de terras da Amazônia sem licitação previstas no texto enviado pelo governo, inclusive com redução da reserva legal (percentual de floresta original que deve ser mantido nas propriedades) e autorização para compra por pessoas jurídicas.&lt;br /&gt;“Ele [Asdrubal Bentes] extrapolou o escopo da MP, que por si só é perigosa sem que seja feito antes o zoneamento ecológico e econômico da região”, afirmou hoje (1º) o presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (PV-MA).&lt;br /&gt;A ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou nota técnica com críticas ao relatório de Bentes. “[O texto] mantém e acrescenta estímulos à desocupação desordenada da região, além de consolidar um processo histórico de grilagem de terras na Amazônia”, de acordo com a entidade.&lt;br /&gt;Segundo o Imazon, se a regularização fundiária da região for conduzida da forma prevista no relatório de Bentes, o processo poderá “legalizar a grilagem”, com incentivos ao desmatamento e sem critérios claros de transparência na concessão dos títulos.&lt;br /&gt;Na avaliação de Sarney Filho, um dos pontos mais polêmicos é a previsão de redução de 80% para 50% da reserva legal para as terras ocupadas até 1996.&lt;br /&gt;“Não se pode mexer em reserva legal em uma medida provisória, que não foi feita para isso, e sem nenhuma discussão, é perigoso.”&lt;br /&gt;“Vamos votar contra a MP e vamos pedir destaque para esse artigo [da redução da reserva legal] se perdermos na votação principal”, acrescentou.&lt;br /&gt;Antenontem (2), a MP foi tema de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente da Câmara. Os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, participaram do debate.&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a class="style7" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/04/01/materia.2009-04-01.2385765800/view" target="_blank"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt; / &lt;a class="style7" href="http://209.62.112.242/~portaldo/index.php/rebia-nacional.html" target="_blank"&gt;REBIA Nacional&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6150207636479235927?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6150207636479235927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6150207636479235927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6150207636479235927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6150207636479235927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/04/ambientalistas-querem-frear-mp-que.html' title='Ambientalistas querem frear MP que autoriza venda de terras sem licitação na Amazônia'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5093550417295666598</id><published>2009-02-22T10:28:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T10:36:36.475-08:00</updated><title type='text'>Mulheres super poderosas surpreendem-se com os riscos à natureza</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;20/2/2009&lt;br /&gt;Profissionais bem sucedidas, executivas de alto padrão de grandes empresas, governo ou donas de seus negócios mostram-se surpresas com os riscos que um crescimento desenfreado da economia pode trazer ao planeta&lt;br /&gt;No início de fevereiro, a presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Suzana Padua, foi convidada a ministrar uma palestra no Peru para o Belizean Grove, um grupo de mulheres com sede em New York, formado em sua maioria por executivas de grandes empresas, do governo, além de artistas, médicas e empresárias de diversos países (Estados Unidos, México, Costa Rica, Peru, entre outros).&lt;br /&gt;Elas se reúnem a cada ano em um país diferente, para trocar experiências, assistir palestras, fazer reflexões e também se divertir. Entre as discussões estão temas que envolvem desde negócios, até espiritualidade e formas de gestão que propiciem ao mercado buscar caminhos para um mundo melhor.&lt;br /&gt;Suzana falou sobre meio ambiente e temas relacionados às condições em que a biodiversidade do planeta se encontra, os riscos de um crescimento econômico desenfreado e o quanto os recursos do naturais são finitos. Mas ficou assustada com a reação da platéia. “Muitas ficaram surpresas com informações que para nós são fontes de preocupação há muitos anos. Fiquei surpresa com o quanto nós ambientalistas nos comunicando mal. É assustador.”&lt;br /&gt;Para a presidente do IPÊ, o mundo precisa mudar seus padrões de anseio. “A equação que mede o valor da natureza nunca entra na equação do mundo dos negócios. Os economistas pregam um crescimento sem limites, mas se esquecem que os recursos naturais da Terra são finitos”.&lt;br /&gt;Certa de que essa mensagem tem de ser repassada com urgência para o maior número possível de tomadores de decisão, Suzana aceitou o convite para participar da versão brasileira do evento, também organizada por mulheres participantes do Belizean Grove, programado para o final do mês de março.&lt;br /&gt;Mais informações sobre o Belizean Grove&lt;br /&gt;Mission Statement:&lt;br /&gt;“The Belizean Grove is a global constellation of influential women who are key decision makers in the profit, non-profit and social sectors; who build long term mutually beneficial relationships in order to both take charge of their own destinies and help others to do the same.”&lt;br /&gt;Introduction and Background:&lt;br /&gt;THE BELIZEAN GROVE&lt;br /&gt;Having observed the power of the Bohemian Grove, a 130 year old elite old boys’ network of former Presidents, businessmen, military, musicians, academics, and non-profit leaders, and realizing that women didn’t have a similar organization, Susan Stautberg and 26 other original members created the Belizean Grove, a global constellation of influential women who are building long-term, mutually beneficial relationships to both take charge of their own destinies and help others do the same. Members are highly accomplished leaders in a wide venue of fields, are dedicated to giving back to their communities, have a sense of humor and excitement about life and are willing to mentor and share connections. With this vision in mind, members are invited not only for their professional accomplishments but also for their generosity and compatibility.&lt;br /&gt;The Grove is an international nurturing network that helps women pursue more significant dreams, ambitions, purposes, transcendence, and spiritual fulfillment, while also opening up more leadership opportunities to these women of diverse backgrounds, talents, ages, and skills. The Grovers are leaders from 5 continents, from profit, non-profit and social sectors. They are heads of major Federal and state government agencies, businesswomen, bankers, investment bankers, military officers, academics, non-profit leaders, musicians, authors, diplomats, design gurus….&lt;br /&gt;TARA&lt;br /&gt;Leaders give back, help prepare the next generation, and try to avoid irrelevance. So, in the fall of 2004, Susan Stautberg with Edie Weiner’s help, founded TARA (Today’s Already Rising Achievers) for global leaders in their 30’s and early 40’s. TARA interacts closely with the Grove; the two organizations enable mentoring and the opportunity to meet and learn from each other in a reverse mentoring program. Grovers learn from leaders on the frontline. Spending time with younger women renews Grovers’ energy, strengthens their minds, and keeps them feeling young.&lt;br /&gt;Approximately 125 women are members of the Belizean Grove. These women are leaders of the profit, non-profit and social sectors. A partial listing follows.&lt;br /&gt;Among our ethnically, racially, age, and geographically diverse members are:&lt;br /&gt;Cathy Allen, PhD – Chairman &amp;amp; CEO, The Santa Fe Group, BITS, Corporate Director&lt;br /&gt;Cathleen Asch – Technology award winning Entrepreneur; CFO of several companies&lt;br /&gt;Mari Carmen Aponte – Corporate Director; Former Executive Director, Puerto Rican Federal Affairs&lt;br /&gt;The Hon.Judith Ayres –Corporate Director, former EPA Administrator for International Affairs&lt;br /&gt;Sunny Bates – President &amp;amp; CEO Sunny Bates Associates, Inspired Search, Creative Connections&lt;br /&gt;Kim Bishop – Vice Chairman Boardroom Consultants, Corporate Director&lt;br /&gt;Cynthia Black – President and Editor-in-Chief, Beyond Words Publishing&lt;br /&gt;Marion Blakey – President and CEO, Aerospace Industries Association; former Chair, FAA&lt;br /&gt;Patty Brown – President, Johns Hopkins HealthCare, Senior Counsel, Johns Hopkins Health System&lt;br /&gt;Carolyn Chin – CB2, Chair of C100, Corporate Director&lt;br /&gt;Barbara Colwell – Executive Director, ThinkQuest, and Corporate Director&lt;br /&gt;Beth Comstock – Senior Vice President and Chief Marketing Office General Electric Co;&lt;br /&gt;Lin Coughlin – President and Founder of Great Circle Associates&lt;br /&gt;Dona Crawford – Associate Director of Computation, Lawrence Livermore National Laboratory&lt;br /&gt;Jane Cunliffe – Director, Chairman’s Office, New Zealand Securities Commission&lt;br /&gt;Julie Daum - Practice Leader North American Board Services Spencer Stuart&lt;br /&gt;Connie Duckworth – President and Chairman of Arzu, Inc; Corporate Director; Former Partner, Goldman Sachs;&lt;br /&gt;Elaine Eisenman, PhD. – Dean of Executive Education, Babson; Corporate Director&lt;br /&gt;Helen Fisher, PhD. – Anthropologist; Bestselling Author; Spokesperson, Chemistry.com&lt;br /&gt;Rita Foley – Corporate Director; Chair ProMujer, former CEO&lt;br /&gt;Henrietta Holsman Fore – Administrator USAID, US Foreign Assistance; former Director, US Mint&lt;br /&gt;Gaby Forster – Presidenta, Mediator and Corporate Director; Ecuador&lt;br /&gt;Sallie Fraenkel - Chief Operating Officer Spa Finder, Inc&lt;br /&gt;Toddi Gutner – Media strategist, Freelance writer, Former Associate Editor, BusinessWeek&lt;br /&gt;Sheryl Handler - CEO, Ab Initio&lt;br /&gt;Maggie Hanson-Muse – Commercial Counselor, U.S. Embassy – Bogota, Colombia&lt;br /&gt;Joanne Harrell – General Manager, Enterprise &amp;amp; Partner Group, Microsoft; Corporate Director&lt;br /&gt;Eileen Hoffman – Doctor and Author&lt;br /&gt;Jan Hopkins – Media Consultant; Former Award Winning CNN Anchor, Corporate DirectorMichelle Jordan – Principal and Founder, Jordan LLC&lt;br /&gt;Yolanda Kakabadse –President, Fundacion Futuro (Ecuador) and Corporate Director&lt;br /&gt;Jill Kanin-Lovers–Corporate Director, BearingPoint, Dot Foods, First Advantage, Heidrick &amp;amp; Struggles&lt;br /&gt;Susan Keating – President and CEO, National Foundation for Credit Counseling; Corporate Director&lt;br /&gt;Irene Kinoshita – President and CEO, Ascolta&lt;br /&gt;Gail Koff, J.D. – Founder and Managing Partner, Jacoby &amp;amp; Meyers&lt;br /&gt;Claudia Kotchka – Vice President, Design, Innovation, and Strategy, Procter &amp;amp; Gamble&lt;br /&gt;Jenifer Lang –Managing Director Café des Artistes&lt;br /&gt;Vance LaVelle – Senior Chief Marketing Officer, SIRIUS Satellite Radio, Corporate Director&lt;br /&gt;Roberta Lee, MD – Medical Director, Continuum Center for Health and Healing&lt;br /&gt;Wonya Lucas - Chief Marketing officer Discovery&lt;br /&gt;Siri Marshall –Corporate Director, and lead Director of Ameriprise, Former EVP, General Mills&lt;br /&gt;Patrician McCarthy – President, The Mien Shiang Institute: Chinese/Taoist Face Reading&lt;br /&gt;Amy McCombs – President &amp;amp; CEO, Women's Foundation of Ca, SF; Corporate Director&lt;br /&gt;Joan McEntee - Intern Group Chair Baker Donelson Bearman Caldwell &amp;amp; Berkowitz&lt;br /&gt;Nina McLemore CEO Nina McLemore Inc.&lt;br /&gt;Mindy Meads – President, Aeropostale; Former President &amp;amp; CEO, Victoria’s Secret Direct, Lands’ End&lt;br /&gt;Veena Merchant – President, New India-Times&lt;br /&gt;Pat Moller – U.S. Ambassador, Republic of Burundi&lt;br /&gt;Betty Mower Potalivo Region President Orange County &amp;amp; Desert Communities&lt;br /&gt;Angela Moore – Founder and President, Angela Moore, Inc&lt;br /&gt;Christine Olson Chairman and CEO S. W. Jack Drilling CO&lt;br /&gt;Sue Parks – CEO and Founder, WalkStyles&lt;br /&gt;Mary Pearl, PhD. – President, Wildlife Trust and author&lt;br /&gt;Sandra Peterson – President, Diabetes Care Bayer HealthCare LLC ; Corporate Director&lt;br /&gt;Joanna Prukop - Cabinet Secretary Energy Minerals &amp;amp; Natural Resources&lt;br /&gt;Vikki L. Pryor President &amp;amp; CEO SBLI USA Mutual Life Insurance Co.Ivy Ross – Gap&lt;br /&gt;Melanie Sabelhaus –Partner Superior Financial Group, SBA, Corporate Director&lt;br /&gt;Catherine Santee – CFO, Executive Vice President and Corporate Director, CH2M HILL&lt;br /&gt;Patricia Seemann, Md. – CEO, Sphere Advisors; Advisor, Group 21 (Switzerland)&lt;br /&gt;Robin Smith – Chairman of Publisher’s Clearing House; Corporate Director&lt;br /&gt;Pernille Spiers-Lopez – President, IKEA North America, Corporate Director&lt;br /&gt;Christ St. Clare - Partner, KPMG LLP&lt;br /&gt;Bernee Strom – Principal, Revitalization Partners; Chairman, Ensequence; Corporate Director&lt;br /&gt;Pamela Wallin –Corporate Director, former Canadian Consul General to US; Journalist; Author&lt;br /&gt;Karen E. Watson - SVP Communications The Nielsen Company&lt;br /&gt;Linda Ellen Watt – Chief Operating Officer, The Episcopal Church; Former U.S. Ambassador&lt;br /&gt;Edie Weiner – Futurist; President, Weiner Edrich Brown; Best Selling Author&lt;br /&gt;Maggie Wilderotter – Chairman and CEO, Citizens Communications; Corporate Director&lt;br /&gt;Marcia Wilson – President and CEO, Daffy's&lt;br /&gt;Deborah Wince Smith – President, Council on Competitiveness; Director of NASDAQ&lt;br /&gt;Alison Winter – Co-chair of WCD, Executive Corporate Director, Former Northern Trust NortheastFritzi Woods – CEO and President, PrimeSource Foodservice Equipment; Corporate Director&lt;br /&gt;Kyung Yoon – Vice-Chair, Heidrick &amp;amp; Struggles, Corporate Director&lt;br /&gt;Diane Yu Chief of Staff &amp;amp; Deputy to the President New York University&lt;br /&gt;Moreover, these same women serve on numerous charitable, University, boards and Advisory Boards, e.g., the Ford Foundation, C200, WPO, Red Cross, IWF, Girl Scouts, YWCA, Apollo Theater, the Smithsonian, etc.&lt;br /&gt;Member Boards&lt;br /&gt;Boards/Advisory Boards on which Grovers currently serve, or recently served on range from publicly held Fortune 50 companies to new technology start ups. A partial list includes:&lt;br /&gt;* meritrade* AstraZeneca* BearingPoint* BellSouth * CH2M Hill * CIGNA* Citibank Canada* Commtouch* Daffy’s* DealerTrack* Diner’s Club International Global * Dot Foods* First Advantage* Hallmark* Heidrick &amp;amp; Struggles* Holcim* Kmart * Liz Claiborne Accessories* NASDAQ* New York Stock Exchange* Nordstrom * Office Depot * PLC Corporation* PPG Industries Inc.* Procter &amp;amp; Gamble* Quest Diagnostics, Inc.* REI* Springs* State Farm Bank* Target Corp* Texaco* Winn-Dixie* Xerox&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style8" href="mailto:luciana.rolim@ipe.org.br"&gt;Luciana Rolim - Ipê&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5093550417295666598?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5093550417295666598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5093550417295666598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5093550417295666598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5093550417295666598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2009/02/mulheres-super-poderosas-surpreendem-se.html' title='Mulheres super poderosas surpreendem-se com os riscos à natureza'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5201472556641944699</id><published>2008-12-25T17:06:00.000-08:00</published><updated>2008-12-25T17:07:59.732-08:00</updated><title type='text'>Quer ser um colaborador ?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Se você desejar ser um colaborador da ONG MEAM, entre em contato com o presidente da ONG, e-mail: &lt;a href="mailto:ongmeam@yahoo.com.br"&gt;ongmeam@yahoo.com.br&lt;/a&gt;, ou pelo tel.: (22) 99464220, sua logomarca poderá ser divulgada como um colaborador da ONG neste blog. Muitas pessoas não querem aparecer, mas é bom mostrar quem são os colaboradores, para que sirvam de exemplo para as demais pessoas, cujo o cunho disto também é a transparência do nosso trabalho.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5201472556641944699?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5201472556641944699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5201472556641944699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5201472556641944699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5201472556641944699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/12/quer-ser-um-colaborador.html' title='Quer ser um colaborador ?'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7923327706601665785</id><published>2008-12-21T09:43:00.000-08:00</published><updated>2008-12-21T10:05:53.191-08:00</updated><title type='text'>Água Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SU6FNgbGrTI/AAAAAAAAA8Y/xYHxO-lGN_E/s1600-h/%C3%A1gua+brasil.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282305880040582450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 84px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SU6FNgbGrTI/AAAAAAAAA8Y/xYHxO-lGN_E/s400/%C3%A1gua+brasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 20/12/2008&lt;br /&gt;Atlas digital lançado pela Fiocruz reúne dados sobre qualidade da água, saneamento e saúde nos municípios brasileiros&lt;br /&gt;O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, lançou o atlas digital Água Brasil, que reúne números a respeito da qualidade da água, saneamento e saúde nos municípios brasileiros.&lt;br /&gt;Segundo os produtores, o sistema de visualização de indicadores ajuda a traçar um painel da água usada para consumo humano no país, estimulando o debate sobre a qualidade e cobertura dos serviços de saneamento básico. As informações estão disponíveis gratuitamente a técnicos de vigilância em saúde, gestores públicos, pesquisadores da área e demais interessados no tema.&lt;br /&gt;Um dos objetivos do atlas é permitir o fornecimento de mapas temáticos e informações geográficas indispensáveis à análise do controle e monitoramento da qualidade da água consumida e dos riscos relacionados às condições gerais de saneamento, de modo a identificar as doenças de veiculação hídrica nos municípios brasileiros.&lt;br /&gt;De acordo com o sistema, as principais enfermidades causadas pela água de baixa qualidade são cólera, leptospirose e hepatite A, além da mortalidade por diarréia em menores de 5 anos. A presença da dengue é também maior em locais em que moradores armazenam água de maneira imprópria.&lt;br /&gt;A seleção dos indicadores e sua forma de apresentação em mapas e tabelas foram estabelecidas por um grupo de trabalho coordenado pelo Laboratório de Informações em Saúde do Icict/Fiocruz.&lt;br /&gt;Participaram profissionais e pesquisadores da Universidade Federal da Bahia, Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério das Cidades e Agência Nacional das Águas, além das secretarias de Saúde estadual e municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo.&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;a class="style4" href="http://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/" target="_blank"&gt;http://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/9881/noticias/agua-brasil.htm" target="_blank"&gt;Agência FAPESP&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7923327706601665785?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7923327706601665785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7923327706601665785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7923327706601665785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7923327706601665785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/12/gua-brasil.html' title='Água Brasil'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SU6FNgbGrTI/AAAAAAAAA8Y/xYHxO-lGN_E/s72-c/%C3%A1gua+brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2352852077464304007</id><published>2008-12-02T18:32:00.000-08:00</published><updated>2008-12-02T18:34:15.177-08:00</updated><title type='text'>Mortes e prejuízos do Vale do Itajaí: Tragédia anunciada há mais de 150 anos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/STXv_QUV9xI/AAAAAAAAA2s/JJwdw7EZuVs/s1600-h/000.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275386408525494034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/STXv_QUV9xI/AAAAAAAAA2s/JJwdw7EZuVs/s400/000.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 1/12/2008&lt;br /&gt;Por Eloy Casagrande Jr. - PHD*&lt;br /&gt;Que a tragédia que assolou o Vale do Itajaí não é algo novo todos sabem. Talvez, não saibam, no entanto, que as enchentes do Vale ocorrem desde a sua colonização há mais 150 anos. De 1850 a 1992 foram 66 enchentes, das quais 11 (onze) até 1900, 20 (vinte) nos 50 anos subseqüentes e 35 nos últimos 43 anos. Relatos históricos registram 9 metros de elevação do rio Itajaí-Açu na enchente de 1862, tornando terras agrícolas e cidades alagadas um cenário comum até os dias de hoje.&lt;br /&gt;Isto levou a população local, principalmente de Blumenau a criar uma cultura de coexistência com as enchentes de pequena magnitude e também a conviver com o uso político das mesmas. Promessas de que se vai acabar com as cheias, são parte de velhos chavões políticos como prometer mais investimentos na educação, na segurança e na saúde. Também medidas governamentais de atendimento as populações atingidas e as inúmeras soluções de engenharia para o problema são discutidas desde a enchente de 1880 – a maior que se tinha registro até então, chegando o nível a 17,10m!&lt;br /&gt;Em 1911, quando o pico de cheia alcançou 16,90m, surgiram várias propostas para o problema, inclusive a mudança da cidade para pontos mais altos e a construção de um canal de escoamento a partir de Blumenau. Esta segunda seria retomada nos anos 30 pelo primeiro estudo de defesa contra as cheias e também nos anos 80. A primeira e mais inteligente, poderia ser traduzida para uma linguagem técnica mais moderna dos dias de hoje: o uso ordenado do solo, onde se pode controlar a densidade demográfica, evitar a ocupação de áreas inundáveis e as encostas e os desmatamentos.&lt;br /&gt;Também a proposta de Otto Rohkohl, de 1929, era sensata do ponto de vista de engenharia fluvial e previa a construção de barragens e reservatórios de contenção. Nas suas próprias palavras “quase todos os rios formadores assim como afluentes do Itajaí-Açu apresentam locais no seu alto curso, que, devido a constituição natural do terreno, permitem que se edifiquem barragens e reservatórios de contenção contíguos, a custos relativamente baixos”. Infelizmente, a proposta esbarrou nos interesses de famílias de elite da região que não queriam ver suas terras usadas para tal solução, seguidas de diversas administrações municipais que também a ignoraram.&lt;br /&gt;Com as quatro enchentes que atingiram o vale em 1957, beirando a marca dos 13 metros, iniciou-se a luta por medidas de controle de cheias. Jornais noticiaram na época “foi uma verdadeira calamidade pública....As águas torrenciais e traiçoeiras do rio Itajaí-Açu arrastaram em poucas horas, rio abaixo, para o Atlântico, tudo o que os colonos, com rara energia e competência tinham construído, trazendo também o desânimo e a dor para a grande maioria dos habitantes do município e principalmente para a cidade.... Dois terços das residências, estabelecimentos fabris e comerciais e depósitos foram atingidos pela inundação.&lt;br /&gt;Neste mesmo ano, os radialistas criaram a AIRVI - Associação de Imprensa e Rádio do Vale do Itajaí, com a finalidade de pressionar o poder público a tomar atitudes em relação às enchentes elaboraram um documento enviado ao Presidente Juscelino Kubitschek. O que se viu a seguir foi o primeiro decreto presidencial de 07 de Janeiro de 1957, nomeando um Grupo de Trabalho para estudar a situação econômica da Bacia Hidrográfica do rio Itajaí e propor as medidas necessárias ao seu desenvolvimento. Entre estudos geo-econômicos, a discussão de construção de barragens para contenção de cheias e aproveitamento para potencial hidrelétrico e irrigação, os estudos foram se arrastando por anos sem um objetivo claro. Somente após a enchente de 01 de novembro de 1961, que ocasionou mortes e muitas perdas materiais, levando o então Presidente João Goulart a sobrevoar a região inundada, é que se retomaram os projetos das barragens. Iniciado em 1964, três barragens foram construída com atrasos clássicos das obras de engenharia, sendo finalizadas somente em 1976. No entanto, suas capacidades se basearam apenas nas enchentes que ocorreram entre 1931 e 1975, alegando-se que seriam suficientes para que não fosse ultrapassada a marca dos 9,90m em Blumenau. As enchentes 1983, que causaram danos materiais na ordem de US$ 1,1 bilhão, vieram provar que as estimativas estavam erradas ao considerar desprezíveis as informações das grandes cheias até 1911.&lt;br /&gt;Após as cheias de 1983, com um pico de 15,34m e em seguida a de 1984, com 15,46m, surgiram os primeiros indícios de que uma relação entre as enchentes e a extensão do uso do solo, incluindo-se o desmatamento, começava a ser percebida. Não houve, porém, um aprofundamento desta questão, e muito menos decisões políticas que permitissem concretizar ações, embora não faltassem alertas importantes, como o do memorável botânico Roberto Miguel Klein: “Atualmente encontram-se em toda a área, outrora florestal, apenas remanescentes da vegetação original, que não raro, devido ao porte, são confundidos com a vegetação secundária (capoeirões), sobretudo na região da Floresta Ombrófila Densa (floresta pluvial da costa atlântica) e que, indistintamente, são derrubados para fins energéticos substituindo o óleo combustível nas caldeiras. Esta devastação sem precedentes, no norte e sul do estado, causou um profundo desequilíbrio nos ecossistemas com consequências imprevisíveis, sobretudo no vale do Itajaí, onde a busca energética através de lenha e carvão vegetal é mais intensa e arrasadora.”&lt;br /&gt;O que em seguida se viu foi a criação de vários projetos como: 1) o “Projeto Nova Blumenau”, que partiu de uma assembléia de cidadãos locais e que durou apenas um ano pela falta de apoio da prefeitura para viabilizar as propostas elaboradas pelas comissões e uso político da mesma; 2) o “Projeto Crise”, da Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB), com o objetivo de desenvolver as chamadas medidas não-estruturais para proteção de enchentes, englobando monitoração do tempo, monitoração de níveis, modelos de previsão hidrológica e cartas de risco de inundação, uma espécie de sistema de alerta, que também envolvia as Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC); 3) o estudo realizado entre 1986 e 1990 pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), em parceria com o extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS), que previa a retificação e alargamento da calha do Rio Itajaí-Açu, de forma a facilitar o escoamento das águas e a construção de um canal artificial de 10 quilômetros ligando a cidade de Itajaí à praia de Navegantes; 4) o “Plano Global e Integrado de Defesa contra as Enchentes”, que partiu dos governos estadual e municipal, que previa a instalação de comitês de bacia, a começar pela bacia do Itajaí, também teve o apoio da FURB na formação do estatuto dos comitês. No entanto, apesar dos eloqüentes discursos de 1984 do então governador Esperidião Amin, para a Dra. Beate Frank, professora da FURB, nenhuma das iniciativas logrou êxito: “a nível de governo estadual, as resoluções não eram transformadas em decisões políticas e, a nível comunitário, prevaleceu o habitual deixa como está para ver como fica. A preocupação das "lideranças sociais" era predominantemente a de conseguir recursos para as obras do DNOS, enquanto a administração das enchentes, da água em geral, e a busca de soluções alternativas ou complementares, não era alvo de discussão”.&lt;br /&gt;Na tragédia de novembro de 2008, o número de mortes pode chegar a 200 pessoas, mais de 80 mil pessoas desabrigadas, um prejuízo ainda incalculável e gastos com a reconstrução econômica do Vale que certamente ultrapassará a casa dos bilhões! Certamente, não foram os “caprichos da natureza” culpados pela catástrofe. Mas afinal, então quem são os culpados?O desmatamento na Amazônia que interfere no regime de chuvas que caem na região Sul? O Aquecimento Global que altera a temperatura das águas dos oceanos, causando mais evaporação --- já vimos isto quando do Furacão Catarina, em 2004? A previsão do volume de chuvas do Vale do Itajaí para o mês de novembro de 2008 era de 100mm a 120 mm, no entanto em quatro dias choveu 500mm!&lt;br /&gt;A irresponsabilidade total ao longo dos anos de políticos e administradores dos governos municipal, estadual e federal para resolver o problema das cheias, somado a um histórico descumprimento das leis ambientais no estado de Santa Catarina? São constantes as denúncias dos impactos das atividades de mineração no sul do Estado, uso dos rios de forma irresponsável para construções de hidrelétricas e irrigação de monoculturas. O desmatamento crescente no Estado? Originalmente Santa Catarina tinha 85% do território coberto pela Mata Atlântica, hoje há apenas 17,4% dessa área. De acordo com Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Santa Catarina foi o Estado que mais desmatou entre 2000 e 2005. Sendo que atualmente o governo de Santa Catarina vem trabalhando para alterar sua legislação ambiental e reduzir a proteção das chamadas áreas de preservação permanente, como encostas de morros.&lt;br /&gt;A falta do mesmo espiríto empreendedor da população que fez o Vale prosperar economicamente, aplicado a um plano de ocupação da região dentro dos parâmetos da sustentabilidade? Uma das características de todas as enchentes foi a comunidade sempre delegar à terceiros a responsabilidade de “resolver” o problema.Como se pode ver muitos são as culpas, no entanto, todas elas ligadas ao ser humano que insiste em cometer os mesmos erros ano após ano.&lt;br /&gt;Fontes usadas para dados históricos: FRANK, Beate. Uma abordagem para o Gerenciamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, com Ênfase no Problema das Enchentes. Tese de Doutorado, UFSC, 1995.&lt;br /&gt;* Professor na área de sustentabilidade e inovaçãoUniversidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="mailto:eloy_casagrande@yahoo.com.br"&gt;Eloy Casagrande&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2352852077464304007?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2352852077464304007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2352852077464304007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2352852077464304007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2352852077464304007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/12/mortes-e-prejuzos-do-vale-do-itaja.html' title='Mortes e prejuízos do Vale do Itajaí: Tragédia anunciada há mais de 150 anos'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/STXv_QUV9xI/AAAAAAAAA2s/JJwdw7EZuVs/s72-c/000.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6974624393797256710</id><published>2008-11-25T17:48:00.000-08:00</published><updated>2008-11-25T17:52:03.986-08:00</updated><title type='text'>Lutando pela vida no Rio Paraíba do Sul.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SSyrQcEoXCI/AAAAAAAAA2Y/XSjEB5_nsTc/s1600-h/DSC09703.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272777562645879842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SSyrQcEoXCI/AAAAAAAAA2Y/XSjEB5_nsTc/s400/DSC09703.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Lutando pela vida, esta carpa usa as suas ultimas forças para tentar se salvar, pena ser impossivel para ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6974624393797256710?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6974624393797256710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6974624393797256710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6974624393797256710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6974624393797256710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/11/lutando-pela-vida-no-rio-paraba-do-sul.html' title='Lutando pela vida no Rio Paraíba do Sul.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SSyrQcEoXCI/AAAAAAAAA2Y/XSjEB5_nsTc/s72-c/DSC09703.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-4951851807629779151</id><published>2008-10-31T14:15:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T14:17:22.118-07:00</updated><title type='text'>Alimentação: Difícil resgate de um bilhão de famintos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQt1wJDmTRI/AAAAAAAAAuk/8gkw5gojHKI/s1600-h/5a0.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263430059437739282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQt1wJDmTRI/AAAAAAAAAuk/8gkw5gojHKI/s320/5a0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 17/10/2008&lt;br /&gt;Wolfgang KerlerNações Unidas – Aliviar a penúria dos famintos do mundo continua sendo uma meta muito distante. O Índice Global da Fome (IGH), publicado esta semana, indica que, mesmo antes da crise alimentar em curso, 33 países apresentavam situação alarmante. A população de famintos da Índia é a maior, em termos absolutos, entre as de todos os países do mundo em desenvolvimento analisados pelo Instituto Internacional para Pesquisa em Políticas Alimentares (IFPRI) e outras organizações especializadas. A tal ponto chega o alarme que o IFPRI apresentou, também esta semana, um informe nacional específico, o Índice do Estado da Fome na Índia.&lt;br /&gt;Embora o IGH 2008 apresente melhoras desde a medição feita em 1990, não inclui dados posteriores a 2006, quando o aumento de preços e a escassez de comida, entre outros fatores originaram fome em todo o mundo e uma crise alimentar mundial. “Embora encontremos vários casos de sucesso, em nenhum foi de alcance geral”, disse à IPS Marion Aberle, porta-voz da organização não-governamental alemã Welthungerhilfe (antes conhecida como Agro-Ação Alemã). “É escandaloso que quase um bilhão de pessoas no mundo ainda sofram fome”, acrescentou.&lt;br /&gt;Welthungerhilf, IFPRI e Concerni Worldwide elaboraram o IGH 2008, estudo que inclui 88 países em desenvolvimento com os últimos dados disponíveis, divulgados entre 2001 e 2006. Devido às dadas em que foram recopiladas essas estatísticas, “a análise não reflete a atual crise pelo aumento de preços dos alimentos, mas evidencia quais países poderiam ser mais vulneráveis a ela”, disse o IFPRI em uma declaração. O dramático encarecimento da comida registrado desde 2006 marcou um grande retrocesso na luta contra a desnutrição, pois os países mais afetados pela fome são importadores de cereais e outros alimentos.&lt;br /&gt;Mesmo assim, “seus setores agrícolas têm o potencial de alimentar suas respectivas populações”, afirmou Aberle. “A única maneira de erradicar efetivamente a fome é impulsionar a produção agrícola no mundo em desenvolvimento”, prosseguiu. Além disso, segundo a ativista, é preciso dar assistência alimentar aos países que atualmente sofrem fome. O IGH combina, em sua maior parte, três indicadores: a proporção de desnutridos, a prevalência de menores de 5 anos com baixo peso e a mortalidade infantil. O índice tem uma escala de cem pontos. O zero marca a inexistência da fome. Em termos globais, o IGH caiu quase um quinto desde os 18,7 de 1990 para 15,2 deste ano.&lt;br /&gt;“O mundo fez avanços muito lentos na redução da fome nas décadas passadas, com diferenças dramáticas entre países e regiões”, disse Joachim von Braun, diretor-geral do IFPRI. O IGH caiu desde 1990 40% na América Latina, cerca de 30% no sudeste asiático, 25% na Ásia meridional e 11% na África subsaariana. “A deterioração mais dramática foi registrada na República Democrática do Congo”, disse Aberle. Em 1990, seu IGH somava 25,5 pontos, e no informe atual caiu para 42,7. Neste país existem todos os fatores das nações muito afetadas pela fome: guerra, conflitos violentos e instabilidade política, alta prevalência do vírus da deficiência imunológica humana (HIV, causador da Aids), desigualdade e falta de liberdades.&lt;br /&gt;Outros países com níveis “extremamente alarmantes” de fome (com IGH entre 20 e 29,9) são Eritréia, Burundi, Níger, Serra Leoa, Libéria e Etiópia. Com exceção do Haiti, os 26 países situados neste nível estão na África subsaariana, no sudeste asiático e na Ásia meridional. As regiões com pior pontuação média no IGH 2008 são África subsaariana, com 23,3, e Ásia meridional, com 23. As nações com melhores resultados são Kuwait e Peru. Ambos melhoraram 70% seus IGH. Mas apenas um punhado de países fez progressos significativos. Os apresentados por um terço dos analisados foram modestos, com queda do IGH entre 25% e 50%.&lt;br /&gt;Um desses países é a Índia, cujo IGH caiu de 32,5 em 1990 para 23,7 em 2008. Hoje está na 66ª colocação entre os 88 países analisados pelo índice. Ali vivem 200 milhões de famintos, mais de um quinto do total. O informe nacional analisa os 17 grandes Estados da Índia. Entre eles, o IGH vai de 13,6 em Punjab a 30,9 em Madhya Pradesh, já que nenhum tem fome “baixa” ou “moderada”. Em quase todos os Estados, o baixo peso dos menores de 5 anos constitui a maior contribuição ao índice, e no restante é o déficit de ingestão diária de calorias.&lt;br /&gt;“Outro dado interessante é o vinculo entre indicadores econômicos e o IGH: nem todos os Estados com crescimento econômico alto tem uma boa situação alimentar”, disse Menon. Para erradicar a fome na Índia os autores do informe recomendam fortalecer o setor agrícola, a proteção social, os programas de redução da pobreza e os de distribuição de nutrientes essenciais, bem com cuidados com a saúde de mulheres e crianças, especialmente durante a gestação e nos primeiros anos de vida. (IPS/Envolverde)&lt;br /&gt;Crédito de imagem: Diego Rivera - La noche de los pobres&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style5" href="http://www.envolverde.com.br/?materia=52732" target="_blank"&gt;Envolverde&lt;/a&gt; / IPS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-4951851807629779151?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/4951851807629779151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=4951851807629779151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4951851807629779151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4951851807629779151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/alimentao-difcil-resgate-de-um-bilho-de.html' title='Alimentação: Difícil resgate de um bilhão de famintos'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQt1wJDmTRI/AAAAAAAAAuk/8gkw5gojHKI/s72-c/5a0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-313650760563467646</id><published>2008-10-31T13:59:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T14:14:33.185-07:00</updated><title type='text'>O Tratamento de Efluentes Líquidos e sua Viabilidade Econômica</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtx9bx4OgI/AAAAAAAAAuc/bJUWekpvr78/s1600-h/6ab.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263425889755478530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 85px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtx9bx4OgI/AAAAAAAAAuc/bJUWekpvr78/s320/6ab.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/10/2008&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por Adalberto Mohai Szabó Júnior&lt;br /&gt;No Brasil as indústrias não podem colocar os efluentes líquidos por elas gerados em contato com o ambiente extra fabril sem que sejam devidamente tratados, exceto em casos em que as características desses efluentes estejam em conformidade com as exigências legais, o que dificilmente acontece.&lt;br /&gt;Subentende-se desta forma que na maior parte das vezes as indústrias precisam tratar os efluentes que geram. E assim sendo, podemos concluir que as mesmas possuem duas diferentes alternativas. A primeira que consiste em tratá-los para posterior despejo, e a segunda, que consiste em tratá-los para que sejam reaproveitados na própria indústria.&lt;br /&gt;A segunda opção é muito mais recomendada que a primeira, pois em circunstâncias em que a indústria trata seus efluentes para que sejam reaproveitados, ela acaba diminuindo o consumo de água potável e os custos com tal consumo.&lt;br /&gt;Contudo, para grande parte dos empresários não basta este argumento para convencê-los da viabilidade econômica desse tipo de projeto.&lt;br /&gt;Para tanto, demonstrarei através de um exemplo hipotético de que maneira devemos proceder para calcular dois importantes indicadores que servem de parâmetro para conhecer detalhes da viabilidade.&lt;br /&gt;O primeiro deles, é conhecido como prazo de retorno (pay back). Trata-se de um indicador que nos mostra quanto tempo será necessário para o dispendimento de capital para que os efluentes sejam tratados e re-aproveitados retorne aos cofres da instituição.&lt;br /&gt;Para determinarmos este importante indicar, utilizarei os valores abaixo como referência, supondo que estivéssemos diante de uma empresa que tivesse interesse em tratar os efluentes por ela gerados para reaproveitamento interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento: R$ 100.000,00Custo mens. consumo de água antes implantação do projeto: R$ 40.000,00Custo mens. consumo de água após implantação do projeto: R$ 20.000,00&lt;br /&gt;De pose desses dados, basta que façamos uso da fórmula abaixo:&lt;br /&gt;Pay Back = Investimento / Economia MensalPay Back = R$ 100.000,00 / (R$ 40.000,00 – R$ 20.000,00)Pay Back = R$ 100.000,00 / R$ 20.000,00Pay Back = 5 meses&lt;br /&gt;Isso significa que durante os cinco primeiros meses subsequentes a implantação do projeto a empresa não lucraria absolutamente nada, pois a mesma só estaria recuperando mês a mês, o dispendimento de capital feito para que o projeto fosse colocado em prática. A empresa só lucraria a partir do 6º mês e essa lucratividade corresponderia a R$ 20.000,00 por mês, ou seja, R$ 240.000,00 por ano ou R$ 2.400.000,00 por década.&lt;br /&gt;Para determinar o outro indicador igualmente importante, denominado rentabilidade, basta fazermos os cálculos abaixo:&lt;br /&gt;Rentabilidade = Economia mensal / InvestimentoRentabilidade = R$ 20.000,00 / R$ 100.000,00&lt;br /&gt;Rentabilidade = 0,2 x 100 Ü 20% ao mês&lt;br /&gt;Este indicador deve ser comparado com as rentabilidades conseguidas por intermédio de investimentos com baixo grau de risco, oferecidos pelo mercado financeiro.&lt;br /&gt;No Brasil, a caderneta de poupança tem conferido aos seus investidores uma rentabilidade mensal de aproximadamente 0,6%. Isso significa que a rentabilidade desse empreendimento no país é extremamente significativa, ou seja, mais de 30 vezes maior.&lt;br /&gt;Se o empresário desta empresa deixasse o dinheiro necessário para colocar o projeto em prática na caderneta de poupança, veja como essa quantia se comportaria durante dezessete meses, supondo uma rentabilidade mensal de 0,6% ao mês:&lt;br /&gt;01º mês: R$ 100.000,0002º mês: R$ 100.600,0003º mês: R$ 101.203,6004º mês: R$ 101.810,8005º mês: R$ 102.420,9006º mês: R$ 103.035,4007º mês: R$ 103.653,6008º mês: R$ 104.275,5009º mês: R$ 104.901,2010º mês: R$ 105.530,6011º mês: R$ 106.163,8012º mês: R$ 106.800,8013º mês: R$ 107.441,6014º mês: R$ 108.086,3015º mês: R$ 108.734,8016º mês: R$ 109.387,2017º mês: R$ 110.043,50&lt;br /&gt;Percebe-se que passados dezessete meses na caderneta de poupança o empresário teria acumulado a quantia de R$ 110.043,50 e se o dinheiro tivesse sido investido no tratamento dos efluentes para reaproveitamento intra-fabril, o ganho teria sido de R$ 240.000,00, uma quantia muito maior que a acumulada no banco.&lt;br /&gt;Através deste artigo, acredito que tenha ficado suficientemente claro que investimentos que contribuam para o desenvolvimento sustentável são em muitas vezes economicamente viáveis, pois todo e qualquer empreendimento que possui um pay back relativamente pequeno e uma rentabilidade sensivelmente superior a rentabilidade oferecida pelo mercado financeiro aos seus investidores através de produtos com baixo grau de risco deve ser considerado economicamente viável.&lt;br /&gt;Esse exemplo hipotético que usei como referência permite aos leitores que aprendam a maneira com que o pay back e a rentabilidade de um empreendimento devem ser determinados.&lt;br /&gt;Adalberto Mohai SzabóJúnior - Técnico em eletrônica, licenciado em ciências com habilitação plena em química e bacharel em química com atribuições tecnológicas.&lt;br /&gt;Pós-graduado em gestão e manejo ambiental e mestre em educação. É também, autor de livros técnicos utilizados em instituições de ensino de diversos Estados do país, de inúmeros artigos publicados em significativos meios de comunicação e de inúmeros projetos de educação ambiental e responsabilidade social.&lt;br /&gt;Consultor e instrutor de empresas de pequeno, médio e grande porte. Professor universitário com expressiva atuação em cursos superiores de tecnologia, em cursos de bacharelado e em cursos de pós-graduação. Atualmente leciona em várias instituições de ensino superior da região do ABC.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ecolmeia.com/ecoartigos/adalberto-mohai.html" target="_blank"&gt;Ecolméia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-313650760563467646?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/313650760563467646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=313650760563467646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/313650760563467646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/313650760563467646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/o-tratamento-de-efluentes-lquidos-e-sua.html' title='O Tratamento de Efluentes Líquidos e sua Viabilidade Econômica'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtx9bx4OgI/AAAAAAAAAuc/bJUWekpvr78/s72-c/6ab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2757140985312451981</id><published>2008-10-31T13:55:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T13:57:07.527-07:00</updated><title type='text'>Semana Floresta Brasileira - Avanços tecnológicos em exposição na Expoforest</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtxD7CnXiI/AAAAAAAAAuU/Dn2x-FBzEPI/s1600-h/11a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263424901714763298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtxD7CnXiI/AAAAAAAAAuU/Dn2x-FBzEPI/s320/11a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 17/10/2008&lt;br /&gt;Empresas detentoras de alta tecnologia do Brasil e do exterior irão expor suas novidades em equipamentos e serviços florestais na Expoforest 2008 (Feira Florestal Brasileira), confirmada para o período de 11 a 14 de novembro, no Expo Unimed, em Curitiba, Paraná.&lt;br /&gt;O espaço de exposição de 5 mil metros quadrados representa incremento de três vezes em relação ao evento realizado em 2006. “Teremos empresas nacionais, joint-ventures e estrangeiras, que mostrarão o que há de mais avançado nas atividades de silvicultura, colheita e transporte de madeira de espécies plantadas” afirma o coordenador geral dos eventos, Prof. Jorge R. Malinovski. A feira reunirá empresas do Brasil, Chile, Áustria, Finlândia, Suécia, Canadá, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Coréia do Sul, Itália e Japão. Nos encontros técnicos também estão confirmados participantes do Uruguai, Argentina, Chile e Venezuela.&lt;br /&gt;Na avaliação de Malinovski, em função da verticalização da produção florestal, todas as etapas do processo de transformação da matéria-prima apresentaram evolução nos últimos anos. No entanto, observa que a fase de colheita e transporte de madeira avançou mais, pois representa acima de 50% dos custos de qualquer projeto.&lt;br /&gt;Os eventos da Semana Florestal Brasileira se destinam a proprietários de florestas, diretores e executivos de empresas florestais, prestadores de serviços, engenheiros, técnicos, professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação.&lt;br /&gt;A organização já contabiliza mais de 600 inscrições para os três eventos programados em paralelo à Expoforest. O número representa quase 50% da meta de 1,5 mil participantes. Os interessados podem fazer as inscrições nos endereços &lt;a class="style6" href="http://www.colheitademadeira.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.colheitademadeira.com.br/&lt;/a&gt; ou &lt;a class="style6" href="http://www.expoforest.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.expoforest.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Relação de expositores da Expoforest 2008(por ordem alfabética – lista sujeita a alterações até o início da exposição)&lt;br /&gt;Agroleite, Alsco, Apoio-Tec, Arvus, A-tech, Brisa Consulting Optimber, Boutin, Caterpillar, Diade Psicologia, DJ Roder, Embrapa, Equilíbrio, Expresso Nepumoceno, Futuragro, Gascom, Golden Tree, Heringer, Hydroplan, Hyundai, J. Souza, John Deere, JVJ, Komatsu, Lavanderias Batel, Latin Equipament, Liebherr, Lufer, LM Forestry, Madal Palfinger, Madeira Total, Makita, Masi, Monsanto, New Holland, Noma, Oregon, Painel Florestal, Penz-Saur, Randon, Remade, Revista Referência, Rotobec do Brasil, Rotary-ax, Savcor, Senai, Stihl, Spal do Brasil, Valtra, VDH, Verion, Vito Transportes, Thorco, TMO, Tropical Estufas e Woodtech&lt;br /&gt;PROGRAME-SE&lt;br /&gt;SEMANA FLORESTAL BRASILEIRA10 A 14 DE NOVEMBRO EM CURITIBA, PARANÁ, BRASIL10 a 12 de novembro: Encontro Brasileiro de Silvicultura11 a 14 de novembro: Expoforest (Feira Florestal Brasileira)12 de novembro: 3º Encontro Brasileiro de Prestadores de Serviço do Segmento Florestal12 e 14 de novembro: XV Seminário de Atualização Sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal&lt;br /&gt;Informações gerais: &lt;a class="style6" href="http://www.colheitademadeira.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.colheitademadeira.com.br/&lt;/a&gt; e &lt;a class="style6" href="http://www.expoforest.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.expoforest.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style9" href="mailto:roberto.hunoff@gmail.com"&gt;Roberto Hunoff&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2757140985312451981?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2757140985312451981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2757140985312451981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2757140985312451981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2757140985312451981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/semana-floresta-brasileira-avanos.html' title='Semana Floresta Brasileira - Avanços tecnológicos em exposição na Expoforest'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQtxD7CnXiI/AAAAAAAAAuU/Dn2x-FBzEPI/s72-c/11a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3494043446081321145</id><published>2008-10-31T13:53:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T13:54:13.838-07:00</updated><title type='text'>Água consumida em Caetité, na Bahia, está contaminada por urânio</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;17/10/2008&lt;br /&gt;Jorge CordeiroApós oito meses de investigação, o Greenpeace encontrou contaminação radioativa em amostras de água usada para consumo humano, coletadas na área de influência direta da mineração de urânio no município de Caetité, na Bahia (BA). A mina e uma unidade de beneficiamento de urânio são gerenciadas pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB). A denúncia, que demonstra que a geração de energia nuclear é perigosa e poluente desde a sua origem, faz parte do relatório Ciclo do Perigo - Impactos da Produção de Combustível Nuclear no Brasil, que o Greenpeace lançou nesta quinta-feira (16/10) em São Paulo.&lt;br /&gt;A denúncia é muito grave e reforça a necessidade de uma investigação independente urgente sobre a qualidade da água e as condições de saúde da população que vive no entorno da INB, afirma Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de Energia Nuclear do Greenpeace. O caso mostra que os impactos e riscos da energia nuclear começam na origem do combustível que alimenta as usinas de Angra dos Reis e o Programa Nuclear Brasileiro.&lt;br /&gt;A coleta das amostras de água para consumo humano e animal foi feita por uma equipe do Greenpeace em abril de 2008, em pontos localizados dentro de um raio de 20 quilômetros ao redor da mineração de urânio da INB em Caetité. As amostras foram encaminhadas a um laboratório independente credenciado no Reino Unido para a realização de análises. Pelo menos duas amostras de água apresentaram contaminação por urânio muito acima dos índices máximos sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). A amostra de água colhida de um poço artesiano a cerca de oito quilômetros da mina apresentou concentrações de urânio sete vezes maiores do que os limites máximos indicados pela OMS, e cinco vezes maiores do que os especificados pelo Conama. Outra amostra, coletada de uma torneira que bombeia água de poços artesianos da área de influência direta do empreendimento da INB, estava com o dobro do limite estabelecido pela OMS e acima do índice Conama.&lt;br /&gt;Segundo os habitantes das comunidades que utilizam água das fontes analisadas, a INB colhe amostras em intervalos regulares para análises, mas as informações sobre a qualidade da água não são repassadas à população. Uma vez liberado no meio ambiente, o urânio entra na cadeia alimentar humana pelo consumo de água ou de alimentos contaminados, como leite e vegetais. De acordo com a bibliografia médica e científica disponível, a ingestão contínua de urânio, ainda que em pequenas doses, pode causar danos à saúde, tais como ocorrência de câncer e problemas nos rins. Os sentimentos das populações dos municípios de Caetité e de Lagoa Real são de silêncio e indiferença, talvez pelo resultado de uma imposição da INB, afirma Osvaldino Alves Barbosa, padre da catedral de Caetité. Mas quando o assunto aparece, as pessoas ficam apreensivas, com medo e até aterrorizadas. Segundo padre Osvaldino, o desafio agora é articular com a sociedade civil a divulgação das informações necessárias, exigir dos governos do Estado e federal o respeito aos direitos humanos da população e monitoramento dos que trabalham na mina e vivem nas comunidades do entorno dela, bem como garantir a investigação independente do nível de radioatividade na água consumida por todos. Para isso instituímos em Caetité uma Comissão Paroquial de Meio Ambiente para tentar concretizar essas demandas, afirma padre Osvaldino.&lt;br /&gt;O relatório Ciclo do Perigo revela que os riscos de contaminação da água foram apontados no EIA/Rima do empreendimento, sendo, assim, velhos conhecidos da INB e dos órgãos licenciadores e fiscalizadores da atividade de mineração do urânio - Ibama e Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O estudo detalha ainda problemas e controvérsias no licenciamento ambiental e nuclear, além de infrações e acidentes ocorridos na operação de extração, beneficiamento e transporte do urânio.&lt;br /&gt;Para atender a demanda de combustível com a eventual construção de Angra 3, o setor nuclear planeja duplicar a capacidade produtiva anual da INB de 400 para 800 toneladas de yellow cake (concentrado de urânio) e iniciar a exploração da mina de urânio de Santa Quitéria, no Ceará. Enquanto os verdadeiros impactos da mineração de urânio em Caetité permanecem desconhecidos, o governo Lula adota políticas de incentivo à geração nuclear no Brasil, ignorando os altos riscos e custos sociais e ambientais dessa tecnologia. Os interesses comerciais e militares na mineração do urânio e fabricação de combustível nuclear estão falando mais alto do que a segurança da população e do meio ambiente no país, afirma Rebeca Lerer. A poluição e o perigo da energia nuclear começam na mineração e culminam com os rejeitos altamente radioativos que saem das usinas nucleares. A sociedade brasileira não quer conviver com ameaças nucleares e depósitos de lixo radioativo. O Greenpeace e entidades sociais e ambientais da Bahia encaminharam a denúncia ao Ministério Público Federal da Bahia, exigindo a realização de investigação independente sobre a fonte e extensão da contaminação, bem como as condições de operação da INB e o cumprimento das condicionantes dispostas no licenciamento ambiental. A organização também solicitou ao INGA Instituto de Gestão das Águas, do governo da Bahia, que suspenda as outorgas de água concedidas à INB até que a contaminação seja solucionada.&lt;br /&gt;Para ler a íntegra do relatório, acesse o link: &lt;a class="style6" href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/nuclear/ciclo-do-perigo" target="_blank"&gt;www.greenpeace.org/brasil/documentos/nuclear/ciclo-do-perigo &lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a class="style7" href="http://www.ambienteja.info/2008/ver_cliente.asp?id=135525&amp;amp;aux=1" target="_blank"&gt;Ambiente Já&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3494043446081321145?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3494043446081321145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3494043446081321145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3494043446081321145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3494043446081321145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/gua-consumida-em-caetit-na-bahia-est.html' title='Água consumida em Caetité, na Bahia, está contaminada por urânio'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-22730470613675150</id><published>2008-10-31T06:23:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T06:24:29.229-07:00</updated><title type='text'>Países ricos devem pagar por florestas, diz relatório britânico</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;16/10/2008&lt;br /&gt;São Paulo, SP - Os países ricos deveriam pagar bilhões de dólares por ano pela preservação das florestas tropicais, seja com doações ou pelo comércio de créditos de carbono, segundo relatório encomendado pelo governo britânico e divulgado na terça-feira.&lt;br /&gt;Em um prazo mais longo, até 2030, os países em desenvolvimento também deveriam começar a contribuir financeiramente e a adotar metas compulsórias de reflorestamento e combate ao desmatamento.&lt;br /&gt;A derrubada das florestas, para a extração de madeira e ampliação das fronteiras agrícolas, gera cerca de um quinto das emissões globais de gases do efeito estufa. Apesar da urgência em combater o problema, há divisões sobre como agir.&lt;br /&gt;O relatório de terça-feira recebeu críticas de alguns corretores de créditos de carbono e de ONGs ambientais, para quem o texto minimizou os custos e evitou citar questões concretas, como a corrupção e as disputas fundiárias.&lt;br /&gt;O estudo, batizado de "Mudança Climática: Financiando as Florestas Globais", dá ênfase aos mecanismos de créditos de carbono, pelo qual os países desenvolvidos pagam pela redução das emissões de carbono nos países pobres, de modo a compensar as suas próprias emissões excessivas.&lt;br /&gt;"O desmatamento vai continuar enquanto cortar e queimar árvores for mais viável do ponto de vista econômico do que preservá-las", disse Johan Eliasch, assessor especial do governo britânico sobre o desmatamento e autor do relatório.&lt;br /&gt;O texto estima que o comércio dos créditos de carbono poderia reduzir o desmatamento em até 75 por cento até 2030, e defende a inclusão das florestas no novo acordo climático global, a ser definido pela ONU até o final de 2009, para entrar em vigor depois de 2012.&lt;br /&gt;Mas o relatório admite que, mesmo com os créditos, ainda haveria um déficit de 11 a 19 bilhões de dólares até 2020, e que essa quantia precisaria ser coberta por doadores.&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, as florestas também estão sendo desmatadas para dar lugar a cultivos para biocombustíveis e para a pecuária, atendendo à demanda carnívora do mundo.&lt;br /&gt;Alguns críticos consideraram tímida demais a estimativa apontada no estudo, de que seriam necessários 33 bilhões de dólares por ano para reduzir o desmatamento à metade até 2030.&lt;br /&gt;O texto defende que os créditos sirvam também para compensar agricultores que, preservando suas matas, deixem de explorar cultivos valiosos, como o óleo de palma, matéria-prima do biodiesel.&lt;br /&gt;Isso implicaria custos elevados, o que gera dúvidas em torno da afirmação do relatório de que as compensações florestais iriam reduzir pela metade os custos para que os ricos combatam a mudança climática.&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a class="style5" href="http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=288095" target="_blank"&gt;Amazonia.org.br&lt;/a&gt; / REUTERS.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-22730470613675150?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/22730470613675150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=22730470613675150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/22730470613675150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/22730470613675150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/pases-ricos-devem-pagar-por-florestas.html' title='Países ricos devem pagar por florestas, diz relatório britânico'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5652578530339358087</id><published>2008-10-31T06:21:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T06:22:11.121-07:00</updated><title type='text'>Melhor prevenir</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;16/10/2008&lt;br /&gt;Washington Castilhos&lt;br /&gt;Elevação do nível do mar, temperaturas mais altas, chuvas torrenciais e epidemias de dengue e leptospirose são alguns dos possíveis impactos do aquecimento global na cidade do Rio de Janeiro, segundo livro com base em relatório do IPCC (foto: Arquivo IPP)&lt;br /&gt;Rio de Janeiro – O relatório de fevereiro de 2008 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) das Nações Unidas estima uma elevação do nível do mar entre 18 e 56 centímetros nos próximos cem anos.&lt;br /&gt;Também destaca que essa projeção poderá ser ainda maior, dependendo da degradação dos mantos de gelo do leste da Antártica e da Groenlândia, resultado do aquecimento global e das mudanças climáticas.&lt;br /&gt;O livro Rio: Próximos 100 anos – o aquecimento global e a cidade, organizado pelo Instituto de Urbanismo Pereira Passos com base no relatório do IPCC, avalia que os impactos das variações do clima na cidade do Rio de Janeiro poderão ser desastrosos se desde já não forem feitas intervenções de mitigação e adaptação mais eficazes.&lt;br /&gt;São projetados cenários futuros e apontadas as vulnerabilidades da cidade em face das mudanças climáticas: em relação à saúde da população carioca, por exemplo, casos de leptospirose e dengue poderão aumentar ainda mais. De acordo com as projeções, com o aquecimento global o Sudeste do Brasil terá dias mais quentes e o período de temperaturas mais elevadas será mais longo nesta região.&lt;br /&gt;“Isso propicia uma maior reprodução do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue. Além disso, em dias mais quentes as pessoas deixam janelas abertas e se expõem mais, situações que favorecem o contato com o mosquito. Ou seja, a probabilidade de ocorrer epidemias em função dessas condições favoráveis é bem maior”, disse Diana Marinho, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;A pesquisadora assina o capítulo do livro que trata da questão da saúde, juntamente com Ulisses Confalonieri, membro do IPCC e também pesquisador da ENSP.&lt;br /&gt;Diana alerta para outro problema: embora o aquecimento gere chuvas espaçadas, essas são mais torrenciais. No caso da dengue, tanto as temperaturas mais altas como as chuvas ajudam na proliferação do mosquito vetor. Estudos recentes mostram que a taxa de incidência da dengue aumenta nos meses chuvosos. “A chuva propicia o acúmulo de água, necessária para a reprodução do mosquito”, destacou.&lt;br /&gt;Chuvas torrenciais também fazem com que a probabilidade de ocorrer enchentes seja maior em áreas da cidade que já são críticas. Com isso, pode haver a proliferação do rato urbano, vetor da leptospirose. “A leptospirose precisa de enchentes, e como a região do Rio tem áreas de baixadas críticas, isso aumenta as chances de contato do homem com o agente infeccioso”, apontou Diana.&lt;br /&gt;As ressacas nas praias cariocas também podem significar um problema para a saúde pública. “Com a ressaca, as águas de esgoto – que desembocam no mar – voltam, pois não têm como serem escoadas para o mar, devido à pressão. Se isso já ocorre hoje, imagine em um cenário de maior elevação da água”, disse.&lt;br /&gt;A pesquisadora, no entanto, avisa que a equação “aquecimento global-surgimento de epidemias” não é tão simples. “Não estamos dizendo que essas epidemias ocorrerão somente em função do aquecimento. Se houver um excelente investimento no saneamento básico nas próximas décadas, se as pessoas saírem de áreas de risco e mudarem certos comportamentos e conceitos, essa ameaça não vai existir”, afirmou.&lt;br /&gt;“Não há necessariamente uma relação direta entre o aquecimento global e o surgimento de epidemias. Epidemias acontecem em função da alteração ambiental, mas uma alteração na situação de saneamento pode evitá-las. Tudo vai depender das intervenções que serão feitas até lá”, disse.&lt;br /&gt;Segundo Diana, não se pode fazer estimativas de crescimentos nas taxas dessas doenças. “As doenças são dinâmicas”, apontou. Mas se tudo continuar como está, destaca, nos próximos 20 anos o aquecimento global e as mudanças climáticas poderão trazer muito mais do que os 331 mil casos de dengue registrados no período de 1986 (ano em que a doença foi introduzida na cidade) a 2004.&lt;br /&gt;Maré alta&lt;br /&gt;Como o Instituto de Urbanismo Pereira Passos é um órgão vinculado à prefeitura do Rio de Janeiro, a intenção com a publicação do livro foi apresentar o primeiro estudo detalhado em cidades brasileiras dos impactos do aquecimento global, para orientar obras em andamento e internalizar os conhecimentos sobre o aquecimento global nos corpos técnicos da prefeitura.&lt;br /&gt;“A idéia é produzir informação de maneira a tornar as futuras intervenções de mitigação – estações de medição do ar e meteorológicas, acompanhamento das encostas – mais inteligentes. O objetivo é disseminar o conhecimento entre os atores relevantes para minimizar os impactos”, explicou Sérgio Besserman Vianna, presidente do instituto.&lt;br /&gt;Em relação à elevação do nível do mar, por exemplo, foram feitas projeções de três cenários – elevação de 40 centímetros, de 60 centímetros e de 1,5 metro. “Como nos momentos de tempestade com maré cheia podemos ter uma elevação maior, ao traçar esses cenários mapeamos adequadamente os pontos críticos – lugares que já inundam hoje – para intervenções mais imediatas”, disse.&lt;br /&gt;Segundo o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a paisagem da cidade não tende a sofrer alterações, mas se o mar subir muito, alterações podem ocorrer. O futuro também poderá trazer mudanças no regime das marés, o que pode atingir cartões-postais famosos, como a praia de Copacabana.&lt;br /&gt;“Não podemos perder Copacabana, porque é um ativo econômico para a cidade”, disse Besserman. Mas se por um lado a famosa praia carioca poderá vir a sofrer com marés altas e ressacas mais freqüentes, o período mais longo de calor também traz benefícios. “Isso abre uma oportunidade turística no auge da temporada mundial”, observou.&lt;br /&gt;Com as temperaturas mais quentes, os oceanos se aquecem lentamente e a água acaba tendo mais volume, provocando o derretimento das camadas glaciais. “A dúvida hoje em dia é se o derretimento é linear ou não. Se os indícios de que a degradação não é linear vierem a ser confirmados, os próximos cenários serão mais preocupantes”, disse.&lt;br /&gt;O consenso científico atual é de que seria extremamente perigoso admitir aumento na temperatura do planeta superior à faixa entre 2ºC e 2,4º C. Para evitar aquecimento superior a essa temperatura, seria preciso reduzir, até 2050, o fluxo anual de emissões de gases de efeito estufa em mais de 50% em relação aos níveis registrados em 1990.&lt;br /&gt;Mais informações sobre o livro: &lt;a class="style8" href="http://www.rio.rj.gov.br/ipp" target="_blank"&gt;www.rio.rj.gov.br/ipp&lt;/a&gt; ou (21) 2555-8038/8072.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style10" href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/9585/especiais/melhor-prevenir.htm" target="_blank"&gt;Agência FAPESP&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5652578530339358087?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5652578530339358087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5652578530339358087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5652578530339358087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5652578530339358087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/melhor-prevenir.html' title='Melhor prevenir'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-9107168721284291738</id><published>2008-10-31T06:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T06:18:36.502-07:00</updated><title type='text'>Catadoras de recicláveis do DF discutem questões de gênero</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;16/10/2008&lt;br /&gt;Fundação Banco do Brasil apóia mobilização de trabalhadoras do setor&lt;br /&gt;Brasília – Elas pulam cedo da cama, cuidam dos filhos e da casa. Depois, partem para uma jornada de até dez horas diárias. A maioria delas vive em moradias precárias, em áreas com pouco ou nenhum equipamento urbano, como creches, escolas ou hospitais; a maioria é responsável pela família e têm orgulho do trabalho que garante o sustento de sua família.&lt;br /&gt;A atividade que desenvolvem facilita a lida nos lixões e contribui para diminuir o impacto dos resíduos sólidos despejados no ambiente. Elas não têm, no entanto, seu trabalho reconhecido. Além disso, são vítimas de preconceitos. Essas mulheres são catadoras de materiais recicláveis e, no Distrito Federal, estão se organizando para transformarem suas condições de vida e trabalho.&lt;br /&gt;À frente do processo de organização está Maria Conceição Nascimento Brito, 43 anos, diretora financeira da Central das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno (Centcoop), que congrega 18 cooperativas e associações e reúne 3,5 mil catadores. A Fundação Banco do Brasil já realizou investimentos sociais da ordem de R$ 800 mil na Centcoop. Os recursos foram utilizados na estruturação, montagem da infra-estrutura dos cooperados, aquisição de equipamentos, insumos e apoio administrativo.&lt;br /&gt;Mobilização - Calma e delicada, Ceiça, como é mais conhecida Maria da Conceição, chegou em Brasília há 15 anos, vinda de São Sebastião do Tocantins (TO). Lá, estudou até o segundo ano do magistério e chegou a dar aulas, mas largou a vida de professora para ser doméstica na capital. Com cinco filhos, no entanto, ficava difícil deixar as crianças sozinhas. “Larguei meu emprego e fui trabalhar no lixão. Criei os meninos com meu trabalho”, diz com orgulho.&lt;br /&gt;Ceiça conta que a idéia de mobilizar as companheiras no Distrito Federal em torno da questão de gênero surgiu durante sua participação no I Encontro Nacional de Mulheres Catadoras, evento que na última semana de setembro reuniu 300 participantes, no balneário Praia do Leste, no Paraná. “Sempre busquei fortalecer o trabalho coletivo das cooperativas e das associações, mas não tinha despertado, ainda, para a importância de organizar a base das mulheres”, revela.&lt;br /&gt;A iniciativa deu resultado e agora as catadoras estão se reunindo semanalmente no escritório da Centcoop para articular ações de mobilização das bases de cooperadas e associadas. “Já na primeira reunião tinha 22 companheiras e todas estão dispostas a lutar”, conta, entusiasmada Jaqueline Sousa da Silva, 21 anos, há cinco presidente da Cooperativa de Recicladores de Taguatinga (Reciclo).&lt;br /&gt;Reciclo - A jovem brasiliense, que estudou até a 8ª série, impressiona por seu carisma e discurso articulado. “Eu tinha 16 anos e, como era a que tinha mais estudos, os catadores me escolheram para a presidência da entidade”, lembra. Mãe de Yuri, 2 anos, e de Yasmin, 2 meses, Jaqueline, filhos e companheiro moram em um barraco de madeira, numa área de ocupação irregular. Ela sabe bem as dificuldades da mulher na área de recicláveis e, em sua gestão, a Reciclo conquistou creche e cozinha comunitária. “A creche atende cerca de 20 bebês. São muitas as mães catadoras e, antes, tínhamos que levar as crianças com a gente para o trabalho. Ainda não temos parceiros nesta iniciativa e é a cooperativa que arca com todas as despesas”, explica.&lt;br /&gt;O grupo de catadoras busca, neste momento, articular parcerias para fazer capacitações, a exemplo do que Ceiça vivenciou no I Encontro Nacional de Mulheres Catadoras. Liderança feminina, auto-estima, trabalho infantil, direitos humanos e da mulher, economia solidária, cadeia da reciclagem e meio ambiente são alguns dos temas de interesse das catadoras. “Queremos fazer oficinas sobre saúde da mulher, mostrar o calendário de vacinação das crianças, falar sobre a importância da freqüência à escola para as bases das cooperativas”, antecipa Jaqueline.&lt;br /&gt;Movimento - O I Encontro Nacional das Mulheres Catadoras, promovido pelo Movimento Nacional das Catadoras de Material Reciclável (MNCR) e o Fórum Estadual Lixo e Cidadania reuniu, entre 26 e 28 de setembro, 300 catadoras de diferentes regiões do Brasil, além de duas representantes de Bogotá, na Colômbia. Durante os três dias, pela primeira vez as catadoras trocaram experiências e participaram de palestras e oficinas sobre temas relativos ao universo da mulher.&lt;br /&gt;Para a socióloga Eliana Maria dos Santos, secretária da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Paraná, que no encontro falou sobre gênero e despertar feminino, a experiência foi única. “Elas sentem necessidade de se organizar, sabem bem o que querem e estão politizadas”, analisa.Eliana relata que, nos debates, as catadoras expressaram uma clara preocupação com a valorização das atividades que desempenham, as condições de trabalho, a divisão das atividades na cadeia da reciclagem por gênero e uma maior participação da mulher nas lideranças de cooperativas e associações. A auto-estima delas também impressionou a socióloga. “Saíram do encontro se sentindo vitoriosas e com vontade de multiplicar a experiência”, conta.Mais informações&lt;br /&gt;Fundação Banco do BrasilGerência de Comunicação e Mobilização SocialPortal: &lt;a class="style6" href="http://www.fundacaobancodobrasil.org.br/" target="_blank"&gt;www.fundacaobancodobrasil.org.br&lt;/a&gt;Endereços eletrônicos: &lt;a class="style6" href="mailto:priscilla@fbb.org.br"&gt;priscilla@fbb.org.br&lt;/a&gt; / &lt;a class="style6" href="mailto:rodrigo.farhat@fbb.org.br"&gt;rodrigo.farhat@fbb.org.br&lt;/a&gt; / &lt;a class="style6" href="mailto:waleska.barbosa@fbb.org.br"&gt;waleska.barbosa@fbb.org.br&lt;/a&gt;Telefones: (61) 3310.1974/3310.1967&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-9107168721284291738?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/9107168721284291738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=9107168721284291738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9107168721284291738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9107168721284291738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/catadoras-de-reciclveis-do-df-discutem.html' title='Catadoras de recicláveis do DF discutem questões de gênero'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7573327837859916164</id><published>2008-10-31T06:07:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T06:08:35.572-07:00</updated><title type='text'>CEDAE - A Maior Poluidora do Estado do Rio de Janeiro Segue Impune</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;15/10/2008&lt;br /&gt;Por Luiz Prado&lt;br /&gt;No Rio, o jogo de cena da CEDAE consiste em chamar a imprensa uma vez por semana para apontar o dedo na direção de algum bode expiatório para esconder as infindáveis mazelas do abastecimento público de água e da coleta e tratamento (quase inexistente) de esgoto nas áreas em que a empresa é concessionária dos serviços.&lt;br /&gt;Com um marketing de 5ª categoria, quando se refere a ligações clandestinas de água, a CEDAE fala de um programa denominado “gato gordo”, ou seja, o gato feito por qualquer um que não esteja numa favela ou região mais pobre da cidade. O alarde é grande, os impactos financeiros positivos nas contas da empresa são quase nulos e nunca apresentados. As imensas perdas “técnicas”, na rede – da ordem de 25% - nunca são sequer mencionadas. Técnicas entre aspas mesmo, porque se devem à má gestão.&lt;br /&gt;Agora, dentro da mesma linha – a linha de quem nunca teve linha (e nem compostura), a linha do improviso e da tentativa de se manter no noticiário com notícias sobre ações irrelevantes, a Delegacia de Crimes Ambientais foi convidada a participar de vistorias em estações compactas de tratamento de esgotos em hotéis na Barra da Tijuca.&lt;br /&gt;A notícia é acompanhada da informação de que cerca de 80% dos condomínios já estão conectados à rede de coleta, sem que sejam apresentados dados concretos, mensuráveis na vazão de esgoto que chega à “estação de tratamento” que, abandonada, e não trata nada. Mas nela é possível e em outros pontos é possível medir a vazão de esgotos encaminhada sem tratamento ao emissário submarino da Barra.&lt;br /&gt;Já existem – e há muito tempo – medidores de vazão com sensores que transmitem os dados em tempo real para uma base de dados. E com as informações sobre a vazão é possível estimar o número de habitantes cujo esgoto está sendo coletado. Bingo! Mas isso a CEDAE não faz, não quer fazer porque não lhe agrada a transparência. A CEDAE continua sendo a maior poluidora do estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Além disso, e apenas para citar alguns exemplos de comunidades sem nenhuma rede de coleta e cujos esgotos são lançados nas ruas, em pequenos canais, ou nas galerias de águas pluviais que os conduz às lagoas, aqui vão algumas áreas que merecem a atenção da imprensa e da própria Delegacia de Crimes Ambientais: Cidade de Deus, Jacarepaguá, Taquara, Rio das Pedras, Muzema, Freguesia, Gardênia, Itanhangá e Vila da Paz.&lt;br /&gt;Para fazer uma operação “rato gordo”, o Ministério Público pode abrir um inquérito contra a CEDAE, solicitar a licença ambiental do sistema de coleta que abrange a bacia drenante que deságua no sistema lagunar da região, e quem sabe até chegar ao indiciamento criminal dos responsáveis por essa grande cagada, entre outras, em outras áreas da cidade e em outros municípios.&lt;br /&gt;De fato, “é possível mentir para alguns durante muito tempo; é possível mentir para muitos durante algum tempo; mas não é possível mentir para todos durante todo o tempo”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.luizprado.com.br/2008/10/13/cedae-a-maior-poluidora-do-estado-do-rio-de-janeiro/" target="_blank"&gt;Luiz Prado Blog&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7573327837859916164?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7573327837859916164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7573327837859916164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7573327837859916164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7573327837859916164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/cedae-maior-poluidora-do-estado-do-rio.html' title='CEDAE - A Maior Poluidora do Estado do Rio de Janeiro Segue Impune'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3313216503362841960</id><published>2008-10-31T05:48:00.001-07:00</published><updated>2008-10-31T05:50:45.480-07:00</updated><title type='text'>CIRCO SEM ANIMAL É MAIS LEGAL: Espetáculos em Brasília</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQr-6YWu_hI/AAAAAAAAAt8/aQI7LOAsl6I/s1600-h/71.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263299393459518994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQr-6YWu_hI/AAAAAAAAAt8/aQI7LOAsl6I/s400/71.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 15/10/2008&lt;br /&gt;Com o objetivo de expor à sociedade o valor do trabalho dos artistas circenses, valorizando a atividade artística e demonstrando que não é necessário o uso de animais no picadeiro, o Projeto GAP – Grupo de Apoio aos Primatas, o Instituto ANAMI, o Ibama – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA – Brasil) e a Fundação Jardim Zoológico de Brasília, com apoio do Ministério Público do Distrito Federal, decidiram se unir e atuar em prol de circos que não usam animais. Para tal levam ao Estádio Mané Garrincha, na capital federal, um espetáculo grandioso, sem exploração animal, chamado “CIRCO SEM ANIMAL É MAIS LEGAL”.&lt;br /&gt;O projeto é uma parceria das entidades mencionadas com o antigo Circo Mágico Moscou, composto por artistas de família circense de 160 anos de tradição. Esta parceria é emblemática porque o circo em questão, conhecido pela utilização de animais em seus espetáculos, recentemente abriu mão desta prática e entregou seus animais – um chimpanzé, um leão, uma tigresa, uma ursa e um babuíno - ao Projeto GAP, para que estes pudessem desfrutar de uma vida digna em um santuário.&lt;br /&gt;Os espetáculos do projeto “CIRCO SEM ANIMAL É MAIS LEGAL” têm como objetivo a educação ambiental, demonstrando para as crianças e para o público em geral que não é necessário explorar animais para haver diversão. Além disso, serão realizadas sessões especiais e oficinas de atividades circenses gratuitas para estudantes de escolas públicas, em parceria com o programa “Escola é o Bicho”, WSPA e Escola da Natureza, realizado em Brasília. A lona antichama montada para o espetáculo tem capacidade para receber até 2 mil pessoas sentadas em cadeiras individuais.&lt;br /&gt;Porque não usar animais em circos?&lt;br /&gt;O circo é uma das manifestações culturais mais antigas do homem e tem como objetivo entreter adultos e crianças através das habilidades dos artistas que dedicam suas vidas ao espetáculo. A riqueza do talento artístico que faz uma criança sorrir nada tem a ver com o cenário de animais selvagens mantidos em cativeiro e sendo tratados como objetos de uma atração. O folder em anexo traz informações mais detalhadas sobre os maus-tratos sofridos por animais usados para trabalho em circos.&lt;br /&gt;Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Paraíba e cerca de 50 cidades, entre as quais Curitiba, Florianópolis e Campo Grande, já têm leis que proíbem o uso de animais em circos. Manter animais em cativeiro para demonstração em espetáculos é uma prática arcaica e a idéia é que seja decretado, oficialmente, o seu fim.&lt;br /&gt;O Projeto de Lei 7291, de 2006, está sob análise da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e dispõe sobre o registro de circos e o emprego de animais da fauna silvestre brasileira e exótica na atividade circense. Um substitutivo do PL propõe instituir a proibição de uso de animais em circos em todo o país e uma audiência pública para discutir abertamente o assunto está agendada para o dia 4 de novembro, em Brasília.&lt;br /&gt;A aprovação de uma lei federal que proíbe o uso de animais em circos colocará o Brasil ao lado de países como Áustria, Dinamarca, Finlândia e Índia, que já oficializaram o fim de circos com animais em seus territórios.&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;Espetáculo “CIRCO SEM ANIMAL É MAIS LEGAL”Local: Estádio Mane Garrincha, Brasília.Data: Estréia em 17/10/2008, com temporada até 08/11/2008. De terça à sexta-feira: um espetáculo diário às 20:30h.Sábados, domingos e feriados: três espetáculos diários, às 15h, 17:30h e 20:30h.Ingressos a partir de R$ 10, com distribuição de bônus de descontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style5" href="mailto:imprensa@projetogap.org.br"&gt;Jaqueline B. Ramos - Comunicação GAP Internacional&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3313216503362841960?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3313216503362841960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3313216503362841960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3313216503362841960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3313216503362841960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/circo-sem-animal-mais-legal-espetculos.html' title='CIRCO SEM ANIMAL É MAIS LEGAL: Espetáculos em Brasília'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SQr-6YWu_hI/AAAAAAAAAt8/aQI7LOAsl6I/s72-c/71.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3272585255128958681</id><published>2008-10-31T05:44:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T05:45:28.681-07:00</updated><title type='text'>Lei não garante conservação de 25% das espécies do Cerrado</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;15/10/2008&lt;br /&gt;Essa é a estimativa de levantamento da ONG Conservação Internacional; estudo sugere que apenas a legislação ambiental não é suficiente para proteger a biodiversidade da região frente ao avanço do agronegócio&lt;br /&gt;Um estudo realizado pela ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) revela que o cumprimento do código florestal não é suficiente para preservar pelo menos 25% das espécies do Cerrado. Segundo a pesquisa, divulgada ontem durante o II Encontro Internacional sobre Savanas Tropicais, organizado pela Embrapa, em Brasília, pelo menos 340 espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios do Cerrado correm risco de extinção caso a responsabilidade da conservação recaia somente sobre os proprietários rurais da região. Mesmo que todos eles cumpram o determinado pela legislação ambiental, como a manutenção de pelo menos 20% da propriedade como reserva legal, várias espécies podem ser perdidas.&lt;br /&gt;Segundo Ricardo Machado, diretor do programa Cerrado-Pantanal da CI-Brasil, além do cumprimento do código florestal pelos proprietários rurais, é preciso que regiões importantes para a biodiversidade também sejam protegidas para a manutenção da biodiversidade do Cerrado. Sem elas, de acordo com Machado, o desenvolvimento econômico ocorrerá de maneira insustentável uma vez que espécies da fauna e da flora que desempenham um importante papel na manutenção do clima, na proteção dos solos, dos rios e de suas nascentes ou na polinização de cultivos e no combate de pragas irão desaparecer. “Somente a manutenção de áreas determinadas pela lei não garante a sustentabilidade do agronegócio”, diz Machado, um dos autores do estudo. “O esforço privado deve ser acompanhado da criação, da implantação e da manutenção de reservas públicas destinadas à conservação da biodiversidade”, avalia.&lt;br /&gt;Uma das alternativas para a exploração econômica sustentável do Cerrado, segundo Mario Barroso, gerente do programa Cerrado-Pantanal da CI-Brasil e co-autor do estudo, é manter as áreas nativas e intensificar a produção nas áreas produtivas. “Sistemas otimizados de produção, emprego de tecnologias de ponta e o manejo racional de paisagens são as ações necessárias para que se alcance o uso sustentável dos recursos naturais”, diz. Barroso explica que é imprescindível a união de esforços públicos e privados para a manutenção da biodiversidade do Cerrado.&lt;br /&gt;Planejamento sustentável – O estudo foi realizado com base nos princípios da Biogeografia de Ilhas, que estabelece uma relação matemática entre o tamanho de áreas nativas e a quantidade de espécies que elas podem manter. Segundo Barroso, o levantamento revela que é impossível manter todas as espécies e suas populações em condições saudáveis quando a maior parte da vegetação nativa é suprimida para dar lugar ao avanço do agronegócio. “É preciso fazer mais do que a lei prevê”, diz.&lt;br /&gt;Machado explica que o Brasil já tem mapeado quais são as áreas importantes para a conservação da biodiversidade. Segundo ele, bastaria cruzar esse mapa com o mapa de regiões economicamente importantes para que se avalie, de um lado, quais são as oportunidades de conservação existentes e, de outro, quais seriam as áreas produtivas que podem ser consolidadas. “No caso de conflitos, ou seja, de áreas importantes tanto para a conservação quanto para a produção, novos modelos de desenvolvimento que sejam menos agressivos e mais sustentáveis devem ser pensados”, conclui.&lt;br /&gt;###&lt;br /&gt;Sobre a Conservação Internacional (CI-Brasil)A Conservação Internacional (CI) foi fundada em 1987 com o objetivo de conservar o patrimônio natural do planeta - nossa biodiversidade global - e demonstrar que as sociedades humanas são capazes de viver em harmonia com a natureza. Como uma organização não-governamental global, a CI atua em mais de 40 países, em quatro continentes. A organização utiliza uma variedade de ferramentas científicas, econômicas e de conscientização ambiental, além de estratégias que ajudam na identificação de alternativas que não prejudiquem o meio ambiente. A Conservação Internacional (CI-Brasil) tem sede em Belo Horizonte - MG. Outros escritórios estão estrategicamente localizados em Brasília-DF, Belém-PA, Campo Grande-MS, Salvador-BA e Caravelas-BA.&lt;br /&gt;###&lt;br /&gt;Fontes:Mario Barroso, gerente do programa Cerrado-Pantanal da CI-BrasilTel.: (61) 3226-2491&lt;br /&gt;Ricardo Machado, diretor do programa Cerrado-Pantanal da CI-BrasilTel.: (61) 3226-2491&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3272585255128958681?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3272585255128958681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3272585255128958681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3272585255128958681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3272585255128958681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/lei-no-garante-conservao-de-25-das.html' title='Lei não garante conservação de 25% das espécies do Cerrado'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3453029251872953245</id><published>2008-10-07T12:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T12:26:15.385-07:00</updated><title type='text'>Serviço de Inspeção Federal.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SOu3aauuFyI/AAAAAAAAAk4/0PMkqwWlLk0/s1600-h/selo-sif.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254495054737577762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SOu3aauuFyI/AAAAAAAAAk4/0PMkqwWlLk0/s400/selo-sif.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O Serviço de Inspeção Federal brasileiro é o Judas da vez.&lt;br /&gt;E como era de se esperar, a imprensa já disparou sua cobertura carnavalesca e deu início à histeria coletiva.&lt;br /&gt;&lt;a title="vaca.jpg" href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/10/vaca.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="leite.jpg" href="http://gaburah.com/wp-content/uploads/2007/11/leite.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Semana passada, a Polícia Federal desbaratou um esquema de adulteração de leite (com uso de conservantes - soda cáustica e água oxigenada) por parte de cooperativas no estado de Minas Gerais. Ontem (30/11), os jornais já veiculavam a descoberta de uma nova falcatrua: a alteração da data de validade do queijo tipo muzzarela, também no estado de MG.&lt;br /&gt;Hoje de manhã, vi num canal televisivo a coluna de um jornalista pelo qual tenho certo respeito, indagado sobre como comprovar a qualidade do leite brasileiro (sic).&lt;br /&gt;Ora, vamos por partes. Primeiro de tudo: desde quando a um jornalista cabe a emissão de um parecer técnico quanto à qualidade de um produto de origem animal que regularmente é alvo (assim como todos os produtos de origem animal que carregam o selo do S.I.F.) de constantes análises oficiais em laboratórios credenciados? Se o espectador, do alto da sua ignorância, deseja uma opinião técnica e fidedigna (e não um palpite, por maior que seja a boa vontade do jornalista - o que talvez não seja o caso, já que o negócio da imprensa é criar polêmica) então que ele procure um técnico habilitado e especializado no assunto. Em todos os estados brasileiros existem as Superintendências Federais de Agricultura, representantes estaduais do MAPA, onde irão encontrar muitos profissionais capacitados a sanar qualquer dúvida de maneira racional e embasada, e não mais um pra colocar lenha na fogueira.&lt;br /&gt;Segundo de tudo: pra quem não sabe (e isso a imprensa NUNCA diz), o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal brasileiro é tido como O MELHOR SISTEMA DE INSPEÇÃO DO MUNDO, com uma das legislações mais completas, rigorosas e eficientes - o RIISPOA (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal), datado de 1952 e (pasmem!) utilizado eficientemente até hoje, claro que passando por constantes atualizações e adequações às crescentes tecnologias e exigências internacionais.&lt;br /&gt;E agora vêm diversas empresas declararem (como eu assisti em entrevistas na TV) que desejam que o sistema de fiscalização do governo seja intensificado, que as empresas precisam de maiores garantias sobre a qualidade do que é produzido, QUE SEJAM MAIS FISCALIZADAS e etc e tal.&lt;br /&gt;O que me deixa mais puto é a CARA DE PAU que alguns empresários têm de soltar uma declaração dessas. Claramente, essa é uma tentativa TORPE de queimar toda a estrutura do Serviço de Inspeção Federal brasileiro junto à opinião pública. Se a gente fizer uma forcinha, só uma forcinha de raciocínio, vamos pensar no seguinte: quem é o maior interessado em adulteração de produtos? Quem é que busca várias maneiras (lícitas e eventualmente ilícitas) de aumentar os rendimentos e conseqüentemente os lucros do que produz? É o fiscal? É o agente de inspeção? Para aqueles que não quiseram fazer a forcinha: NÃO! É O PRÓPRIO EMPRESÁRIO MAL INTENCIONADO QUE VAI APROVEITAR O MOMENTO PRA LIVRAR A CARA E QUEIMAR O GOVERNO E O SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO! ÓBVIO!&lt;br /&gt;Quem tem que garantir a qualidade do que está sendo produzido é A EMPRESA, e ao S.I.F cabe fiscalizar, permanente ou esporadicamente, aquilo que é produzido. Não vamos permitir que haja essa inversão de valores. A EMPRESA É A GRANDE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE PRODUZ.&lt;br /&gt;Não estou aqui pra livrar a cara do fiscal envolvido no caso, caso seja comprovada sua conivência ou sua participação no esquema. Muito menos estou aqui pra dizer que todas as empresas e seus proprietários não prestam. Tem muita gente boa, consciente e preocupada com a qualidade daquilo no que estão colocando o nome estampado.&lt;br /&gt;Existem excelentes empresas e maus profissionais de fiscalização. Assim como excelentes profissionais de fiscalização e empresas criminosas. São os dois lados da moeda, que dizem respeito ao caráter do ser humano (&lt;a href="http://gaburah.com/2007/10/18/tropa-de-elite/"&gt;o que já foi brevemente discutido em outro tópico&lt;/a&gt;), e que infelizmente podem fazer a diferença na balança para o bem ou para o mal.&lt;br /&gt;O que eu gostaria de chamar a atenção dos meus quatro leitores é o cuidado que devemos ter quando nos depararmos com uma notícia sensacionalista veiculada sem o menor cuidado a fim de vender jornal. Isso inclusive é jogar contra o patrimônio: os mercados internacionais estão cada vez mais exigentes, e o Brasil desponta hoje como um dos maiores (senão O maior) produtor de alimentos do mundo - o que sinceramente desperta um feroz e perigoso jogo de mercados no cenário internacional. Uma notícia dessas, tratada da forma leviana como tem sido feito, colocando em xeque a eficiência da fiscalização e a qualidade higiênico-sanitária dos produtos brasileiros, literalmente é dar munição pro inimigo. E daí tome de barreiras alfandegárias, tome de queda de preços, tome de queda de vendas, tome de encalhe de produção, tome de desemprego, tome de pobreza, tome de violência, tome de tudo quanto é lado…&lt;br /&gt;É preciso que a população se tranqüilize quanto a qualidade do que está consumindo, ainda que o faça de forma consciente, procurando conhecer as empresas das quais consome ou procurando as &lt;a href="http://www.agricultura.gov.br/"&gt;SFA’s estaduais&lt;/a&gt; para tirar as suas dúvidas. E é preciso que a imprensa cesse esse tipo de exploração do medo e da histeria pra vender jornal, mas isso seria querer demais. Mas se não muda a imprensa, que mude a consciência e a maturidade de quem lê (se é que também não é querer demais).&lt;br /&gt;O Serviço de Inspeção Federal do Brasil é sim o melhor do mundo. Isso ninguém fala, mas essa é uma briga que o governo brasileiro tem que comprar, e não deixar pedra sobre pedra quanto à qualquer dúvida sobre sua seriedade.&lt;br /&gt;No entanto, é claro que o serviço precisa de modificações, grande parte delas urgente: é preciso que se crie uma escola de formação e atualização dos profissionais de fiscalização oficial; é preciso que se melhorem as condições de trabalho oferecidas a estes mesmos profissionais (que muitas vezes trabalham em condições heróicas), e é preciso sim que a parte do empresariado que quer armar tramóia e depois enfiar tudo via enema no S.I.F seja devidamente identificada e limada do mercado, porque em muitos casos (com ou sem o envolvimento de profissionais desvirtuados do serviço) serão eles que promoverão casos tristes como estes que temos assistido, colocando em risco a imagem do país frente ao resto do mundo.&lt;br /&gt;Consuma e se informe de verdade.&lt;br /&gt;Inspecionado.&lt;br /&gt;--&gt;&lt;br /&gt;4 Responses to “Pro S.I.F não se f…”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/feed/"&gt;Feed for this Entry&lt;/a&gt; &lt;a title="Copy this URI to trackback this entry." href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/trackback/"&gt;Trackback Address&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="counter" title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-50"&gt;1&lt;/a&gt; &lt;a href="http://gaburah.com/" rel="external nofollow"&gt;Gaburah&lt;/a&gt; &lt;a title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-50"&gt;Nov 4th, 2007 at 7:31&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ontem (03/11), acordei mais cedo e acabei ligando a TV em um canal de sinal aberto. A entrevistadora recebia o presidente de um órgão tipo “associação brasileira dos produtores de leite” e um pesquisador da USP, especialista em qualidade do leite.Pra começar, todos os dois foram unânimes em tentar eliminar uma dúvida logo de cara: a fraude (adição de soda cáustica e água oxigenada) tem caráter econômico e nutricional (pela eliminação de alguns componentes do leite do tipo proteínas, gorduras, vitaminas, etc), e não sanitário, oferecendo riscos à saúde de quem consome pois a quantidade de soda/água oxigenada utilizada foi pequena demais para tanto. E ambos foram uníssonos também em livrar a cara do Serviço de Inspeção Federal - não dos fiscais supostamente envolvidos, mas sim do serviço como um todo.O que mais me impressionou, foi a maneira como a repórter distorcia tudo o que era exposto pelos entrevistados, tratando inclusive como levianas(!) algumas declarações, no que era imediatamente rebatida pelos dois técnicos. Mas tudo o que os dois diziam se diluía (assim como o leite das DUAS cooperativas de MG) em meio ao tom sensacionalista com que a apresentadora conduzia o assunto. Infelizmente, pro povão que assiste a esses canais, as colocações escandalosas da repórter com certeza têm muito mais impacto do que qualquer argumento técnico bem fundamentado. E é exatamente isso que estamos vivenciando nesse período.O programa já abriu com a cobertura da “nova descoberta de fraude em Goiás”, o que logo de cara foi esclarecido pelos dois entrevistados: o órgão responsável pela “descoberta” está sendo amplamente contestado pelos demais órgãos fiscalizadores, devido às análises e parâmetros usados para analisar os produtos.Ou seja, meus amigos: é o alarmismo que tomou conta até mesmo dos organismos de defesa do consumidor.Em SC, uma grande rede de supermercados teve a infeliz idéia de exibir sobre suas prateleiras um cartaz em letras garrafais: LEITE URUGUAIO. Ainda não tenho parâmetros para dizer se o leite uruguaio tem mesmo uma qualidade superior ou inferior à do leite brasileiro, mas prometo que esta semana vou investigar e exponho as conclusões aqui. Mas o triste é ver que a onda tomou mesmo conta do país inteiro, mesmo o caso tendo sido em duas (e apenas duas) cooperativas de Minas Gerais e o leite em questão ser comercializado apenas em MG.Não tenho escolha a não ser parafrasear o falecido Ibrahim Sued: “O populacho tem muitas cabeças, mas nenhum cérebro”.&lt;br /&gt;&lt;a class="counter" title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-53"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a href="http://acasum.com.br/" rel="external nofollow"&gt;Victor&lt;/a&gt; &lt;a title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-53"&gt;Nov 5th, 2007 at 16:47&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A mesma característica que é útil nos jornalistas, pode ser a perigosa.A facilidade com que os mesmo tem de comunicar.O jornalista bem preparado e bem intencionado, pode transmitir para seu público leigo talvez de forma mais concisa e “entendível” aspectos técnicos. Essa é uma das funções do jornalista.Por outro lado, pela mesma característica, o jornalista mal intencionado, ou mesmo apenas despreparado, pode causar estragos mesmo.&lt;br /&gt;Quando deslizou a encosta do Rebouças, fiquei de ouvido no noticiário, até porque chovia torrencialmente e precisava saber se tinha como eu chegar ao Centro do Rio (descobri pelo rádio que não). Fui ouvindo a CBN e fiquei feliz de como Sidnei Resende (não sei se escreve assim, adotei a grafia mais simplificada) procedeu com as informações do problema geotécnico do deslizamento da encosta.&lt;br /&gt;Em pouco tempo, ele conseguiu colocar “no ar” o professor Mauricio Erlich da COPPE/UFRJ (que foi meu professor, inclusive). Sidnei Resende, como leigo, fazia indagações que são comuns ouvirmos, mas sempre ressaltava que era leigo no assunto, e que estava tentando repassar de forma a se fazer entender, o que o especialista no assunto dizia.&lt;br /&gt;O jornalista ganhou bastante pontos comigo com essa abordagem.&lt;br /&gt;Um jornalista pode ter opinião sobre assuntos que desconhece em sua essência. Ele pode recorrer à consultoria, pode estudar, mas deve deixar claro até que ponto vai sua autoridade no assunto. Recorrer a achismos e lugar-comum é legal para um papo de botequim. Na divulgação de informações, ainda mais em jornais, que o povão tomará como verdade incontestável, não pode haver leviandade.&lt;br /&gt;&lt;a class="counter" title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-62"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.anffa.org.br/" rel="external nofollow"&gt;ANFFA&lt;/a&gt; &lt;a title="Permanent Link to this Comment" href="http://gaburah.com/2007/10/31/pro-sif-nao-se-f/#comment-62"&gt;Nov 22nd, 2007 at 7:03&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;COMUNICADO À POPULAÇÃO&lt;br /&gt;A Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA), tendo em vista a gravidade dos fatos que envolveram a adulteração de leite em alguns estabelecimentos do País, vem a público esclarecer:&lt;br /&gt;- É dever de todos os estabelecimentos (fazendas, cooperativas, fábricas, distribuidores, revendedores) manterem a rigorosa sanidade de seus produtos. Há leis, decretos e portarias que os obrigam a isso. Nessas mesmas leis estão previstas penas severas para quem as descumprir.&lt;br /&gt;- Na impossibilidade de haver inspeção diária de todos os estabelecimentos, são feitas fiscalizações periódicas, por amostragem, prática adotada em todos os países que prezam pela sanidade dos produtos de origem animal. Tais amostras são avaliadas em laboratórios especializados, que adotam padrões internacionais.&lt;br /&gt;- A conformidade do leite e de outros produtos de origem animal é o que confere ao estabelecimento o direito de exibir que tal produto passou pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), uma marca já consagrada nacional e internacionalmente presente em todos os produtos confiáveis, que assegura a confiabilidade dos produtos agropecuários brasileiros.&lt;br /&gt;- O virtual desvio de comportamento de qualquer servidor público está sujeito a comissões de sindicância, processos administrativos e penais, pelos quais responde o faltante. Além disso, o elevado espírito ético dos Fiscais Federais Agropecuários os leva a rejeitar qualquer prática fraudulenta dos produtos que fiscaliza. É dever do Poder Público investigar e punir desvios. Seria leviano atribuir a uma categoria de servidores públicos a fraude de uma empresa. Por isso, conclamamos que as investigações apontem os responsáveis e lhes sejam aplicadas as penas cabíveis.&lt;br /&gt;- Confiantes no elevado espírito público de nossas autoridades, continuamos a pleitear a ampliação do quadro de Fiscais Federais Agropecuários, assim como o estabelecimento das condições ideais de trabalho como a criação da Escola Superior de Fiscalização Federal Agropecuária e a transformação da atual categoria para uma carreira de auditoria-fiscal agropecuária.&lt;br /&gt;- Esperamos que o episódio da fraude no leite sirva de alerta a todos para o papel estratégico exercido por uma Carreira de Estado como a dos Fiscais Federais Agropecuários e da necessidade de se dispor dos recursos orçamentários para uma fiscalização cada vez mais eficiente.&lt;br /&gt;Associação Nacional dos Fiscais Agropecuários (ANFFA)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3453029251872953245?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3453029251872953245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3453029251872953245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3453029251872953245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3453029251872953245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/10/servio-de-inspeo-federal.html' title='Serviço de Inspeção Federal.'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SOu3aauuFyI/AAAAAAAAAk4/0PMkqwWlLk0/s72-c/selo-sif.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5943168008896424390</id><published>2008-09-26T21:33:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T21:34:38.782-07:00</updated><title type='text'>Presidente Lula sanciona a Lei Geral do Turismo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;22/9/2008&lt;br /&gt;O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou na tarde da quarta-feira passada (17) a Lei Geral do Turismo (LGT) em cerimônia no Palácio do Planalto. Na presença de várias autoridades públicas e representantes do setor, o presidente destacou que a lei é mais um passo para fortalecer o turismo no país. O ministro do Turismo, Luiz Barretto, também ressaltou a importância do ato que “marca o início de um novo ciclo na história do desenvolvimento do setor: a consolidação da estruturação do turismo como política de Estado”.&lt;br /&gt;Para o presidente Lula, a lei é importante “mas ainda é preciso muita publicidade, para trazer ao país não apenas o pequeno turista, mas também o grande turista”. Ele acrescentou que é necessário infra-estrutura e informações para os turistas. “Uma pessoa só sai para visitar um lugar se tiver informações a respeito do lugar, e maneiras de chegar até lá. Mas isso não depende apenas do Ministério do Turismo. Acho que é necessário um movimento de mobilização nacional para a questão do turismo no país”.&lt;br /&gt;Em discurso, o ministro Luiz Barretto disse que a lei estabelece o marco regulatório que faltava ao turismo e o proclama como uma atividade econômica e importante vetor no desenvolvimento do país. “Esta lei beneficia os negócios do turismo, beneficia o investidor e beneficia o consumidor. Ela avaliza as relações com os estados e os municípios, o que, aliás, sempre foi uma prioridade do Ministério do Turismo: trabalhar próximo dos governos estaduais e municipais”. O ministro explicou que a lei disciplina a prestação dos serviços turísticos, determina a obrigatoriedade de cadastro, a classificação e a fiscalização dos prestadores desses serviços.&lt;br /&gt;“Para se ter uma idéia, com o cadastramento das empresas previsto na lei, vamos formalizar a existência de aproximadamente 100 mil prestadores de serviços turísticos. Formalizar o mercado significa formalizar empregos”, afirmou Barretto. A lei regulamentará o funcionamento e as atividades de prestadores de serviços turísticos (meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadores de eventos, parques temáticos, e outros que exerçam atividades reconhecidas pelo MTur como de interesse para o turismo). Também serão estabelecidas as regras para fiscalização dos serviços turísticos, definindo infrações e penalidades, bem como programas de qualificação e capacitação da mão-de-obra que envolve o setor.&lt;br /&gt;A LGT define ainda as atribuições do governo federal no planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor e institui o Sistema Nacional de Turismo. O sistema tem como objetivo compatibilizar os esforços e as ações federais com aquelas dos estados e municípios a serem observadas na elaboração e revisão do Plano Nacional de Turismo.&lt;br /&gt;O texto propõe ainda a consolidação de um sistema de informações turísticas com possibilidade de monitorar os impactos sociais, econômicos e ambientais da atividade. Prevê também a implantação de um sistema de qualidade para o setor e institui um cadastro obrigatório, de âmbito nacional, com vistas ao controle e classificação das atividades, equipamentos e serviços turísticos. O projeto estabelece também condições operacionais do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). O intuito é aumentar a inserção competitiva do produto turístico no mercado nacional e internacional.&lt;br /&gt;Ex-ministros - Na cerimônia de sanção da lei, Barretto lembrou da importância do ex-ministros do Turismo Walfrido dos Mares Guia e Marta Suplicy, para a aprovação da LGT. “Walfrido iniciou o processo de estruturação do turismo, conduziu as discussões com o setor turístico de forma transparente e democrática”. Salientou ainda que Marta Suplicy deu continuidade ao processo, coordenando as negociações na Câmara e no Senado, mostrando aos deputados e senadores que a lei não resolveria todos os desafios do setor, mas, com toda certeza, seria um avanço histórico.&lt;br /&gt;O ministro agradeceu também os presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, e do Senado Federal, Garibaldi Alves. Segundo ele, a aprovação da Lei Geral do Turismo nas duas Casas é a prova de que as políticas públicas, que beneficiam o desenvolvimento do país, estão acima de possíveis interesses partidários. Estendeu os agradecimentos também aos relatores da lei, deputados Cadoca (PSC-PE) e Marcelo Teixeira (PR-CE) e senador Adelmir Santana (DEM-DF), e ao deputado Albano Franco (PSDB-SE), presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, e à senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, além dos líderes partidários. Efetivação - Na solenidade, no Palácio do Planalto, o presidente Lula anunciou a efetivação de Luiz Barretto como ministro do Turismo, cargo que ocupava interinamente desde a saída de Marta Suplicy em junho. “Barretto vai se tornar ministro em definitivo. Agora, ele precisa trabalhar para encontrar maneiras de fazer com que o brasileiro possa conhecer melhor o Brasil e divulgar nosso país no exterior”, afirmou. Link:&lt;a class="style4" href="http://www.turismo.gov.br/" target="_blank"&gt;http://www.turismo.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="mailto:redenacionaldevoluntariosambientais@yahoogrupos.com.br"&gt;Rede Nacional de Voluntário Ambientais&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5943168008896424390?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5943168008896424390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5943168008896424390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5943168008896424390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5943168008896424390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/presidente-lula-sanciona-lei-geral-do.html' title='Presidente Lula sanciona a Lei Geral do Turismo'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6619464972576715770</id><published>2008-09-26T21:21:00.001-07:00</published><updated>2008-09-26T21:21:45.468-07:00</updated><title type='text'>Legislação Ambiental Básica</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;18/9/2008&lt;br /&gt;Edição da obra Legislação Ambiental Básica é uma iniciativa da Consultoria Jurídica do Ministério do Meio Ambiente e tem como principal objetivo a consolição de atos referentes ao tema ambiental.&lt;br /&gt;Em linhas gerais, a presente publicação engloba aspectos no que diz respeito à Política Nacional do Meio Ambiente, flora e fauna, águas, educação ambiental, crimes e infrações administrativas ambientais, bem como unidades de conservação, patrimônio genético, proteção e acesso ao conhecimento tradicional associado, repartição de benefícios e ainda organismos geneticamente modificados.&lt;br /&gt;Obra pioneira da Consultoria Jurídica traz uma série de atos norteados no Capítulo VI - do Meio Ambiente, de nossa Lei Maior, possibilitando consulta imediata e precisa sobre a legislação referenciada, essencial àqueles que buscam conhecê-la por ser imprescindível nos tempos atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse a publicação &lt;a class="style8" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/JMA-txt_importante/108_12082008084425.pdf" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Paula Bennati&lt;br /&gt;Assessora TécnicaMinistério do Meio AmbienteCoordenação de Mudança do Clima e SustentabilidadeDepartamento de Mudanças ClimáticasSecretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade AmbientalTel.: 61 3317-1371Fax.: 61 3317-1796&lt;a class="style7" href="mailto:paula.bennati@mma.gov.br"&gt;paula.bennati@mma.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Technical AdvisorBrazilian Ministry of EnvironmentCoordination of Climate Change and SustainabilityDepartment of Climate ChangeSecretariat of Climate Change and Environmental QualityPhone: +55 61 3317-1371Fax.: + 55 61 3317-1796&lt;a class="style7" href="mailto:paula.bennati@mma.gov.br"&gt;paula.bennati@mma.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6619464972576715770?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6619464972576715770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6619464972576715770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6619464972576715770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6619464972576715770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/legislao-ambiental-bsica.html' title='Legislação Ambiental Básica'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-880630020009779237</id><published>2008-09-26T21:11:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T21:17:18.237-07:00</updated><title type='text'>Visita à maior fábrica de papel reciclado da América Latina mostra processo de reciclagem da embalagem tetra pak</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2zmz5lNrI/AAAAAAAAAko/z-j1hV8obSA/s1600-h/2a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250550219931989682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2zmz5lNrI/AAAAAAAAAko/z-j1hV8obSA/s400/2a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2zabNQF5I/AAAAAAAAAkg/ma3mBiQlPbc/s1600-h/1a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250550007145174930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2zabNQF5I/AAAAAAAAAkg/ma3mBiQlPbc/s400/1a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 18/9/2008&lt;br /&gt;Por Inês Santos de Oliveira*&lt;br /&gt;O jornalista Adalberto Marcondes, do Envolverde, explica aos jornalistas como o roteiro da visita técnica foi organizado para dar um panorama de todo o ciclo de vida da embalagem Tetra Pak e de sua reciclagem.&lt;br /&gt;As embalagens do tipo Tetra Pak surgiram como uma solução para economizar energia e proteger os alimentos. Possuem seis camadas de materiais, quatro de polietileno, uma de papel, e uma de alumínio, que criam uma barreira protetora contra a entrada de luz, água, ar e microorganismos. Essa combinação de matérias-primas asseguram segurança e higiene ao alimento, promovendo a preservação dos nutrientes e sabor e possibilitando o seu armazenamento por longo período, sem necessidade de refrigeração, o que significa economia de energia.&lt;br /&gt;As embalagens Tetra Pak são 100% recicláveis e foi isso que uma equipe de técnicos e jornalistas foram comprovar de perto através de uma visita técnica organizada no dia 26/08/2008 pela Envolverde em parceria com a Tetra Pak. A equipe visitou as indústrias Klabin e EET, em Piracicaba, e as indústrias Polares e Eco Futuro, em Campinas, no interior de São Paulo.&lt;br /&gt;A partir da esquerda, Angelo Brustolin, gerente industrial da unidade de papel reciclado e Fernando Torres, coordenador de produção, ambos da Klabin, e Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra-Pak. Os três são engenheiros químicos.&lt;br /&gt;O papel responde por 75% da embalagem Tetra Pak, por isso visitamos a Klabin que desde 1970 faz reciclagens dessas embalagens. Fomos recepcionados pelo engenheiro químico Angelo Brustolin, gerente industrial da unidade de papel reciclado que informou que a Klabin possui quatro fábricas só para reciclagem de papel, constituindo-se na maior fábrica de papel reciclado da América Latina. Ele informou que a Klabin é responsável por fornecer todo o papel virgem das embalagens Tetra Pak, cerca de 50 mil toneladas por mês, e que a Política de Sustentabilidade da Klabin tem por meta a reciclagem de no mínimo 50% do papel novo que coloca no mercado. Angelo ressaltou que a legislação não permite o uso de material reciclado em embalagens que tenham contato com alimentos, por isso o papel das embalagens Tetra Pak é sempre novo, e o papel reciclado é destinado à fabricação de embalagens de papel corrugado.&lt;br /&gt;A Coordenadora de Comunicação Externa da Tetra Pak, jornalista Liliane Morales, explicou que a empresa tem apresentado ano a ano índices crescentes de reciclagem de suas embalagens, estando hoje em torno de 27%. Liliane frisou entretanto que a capacidade instalada para a reciclagem é muito maior que isso, revelando um enorme potencial para o negócio de reciclagem de embalagens Tetra Pak.&lt;br /&gt;Puper&lt;br /&gt;Todo o processo da reciclagem da embalagem Tetra Pak só se torna possível por que a Klabin separa as lâminas que compõem a embalagem num equipamento denominado pulper, que através de agitação e adição de água em sistema fechado conseguindo que o papel se solte do plástico e do alumínio, podendo assim ser reaproveitado.&lt;br /&gt;Após a retirada do papel, sobra o plástico que vem colado ao alumínio que a Klabin envia para vários destinos. Um deles é a formação de pellet pela indústria Mercoplast, que fornece depois para a Polares para a fabricação de vassouras e escovas de roupa. Outra destinação ainda é a fabricação de telhas, na empresa Eco Futuro, que está com a sua produção toda vendida até o final do ano.&lt;br /&gt;Um processo mais nobre para o resíduo plástico colado ao alumínio é realizado pela indústria EET, estrategicamente instalada no terreno ao lado da Klabin, onde através de um processo inédito à base de Plasma e nitrogênio, onde as temperaturas podem chegar a 15.000 graus celcius, o plástico se separa do alumínio e vira parafina de alto grau de pureza usada na confecção de cosméticos e produção de madeira MDF. O sai na forma de pó para adição a certos tipos de tintas metálicas para automóveis, ou em lingotes.&lt;br /&gt;* Inês é bióloga e cursa MBE em meio ambiente na COPPE/UFRJ. É assistente técnica da REBIA - &lt;a class="style7" href="mailto:inês@rebia.org.br"&gt;inês@rebia.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style9" href="mailto:vilmar@rebia.org.br"&gt;Redação do Portal do Meio Ambiente&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-880630020009779237?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/880630020009779237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=880630020009779237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/880630020009779237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/880630020009779237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/visita-maior-fbrica-de-papel-reciclado.html' title='Visita à maior fábrica de papel reciclado da América Latina mostra processo de reciclagem da embalagem tetra pak'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2zmz5lNrI/AAAAAAAAAko/z-j1hV8obSA/s72-c/2a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6799068384827549062</id><published>2008-09-26T21:04:00.001-07:00</published><updated>2008-09-26T21:11:52.173-07:00</updated><title type='text'>Preço do crédito de carbono voluntário cresce 26% em 2008</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2w4wtjVgI/AAAAAAAAAkQ/03M6dlqzXJI/s1600-h/10ae.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250547229778990594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2w4wtjVgI/AAAAAAAAAkQ/03M6dlqzXJI/s400/10ae.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 19/9/2008&lt;br /&gt;Fernanda B Muller&lt;br /&gt;Ao longo de 2008, o preço dos créditos de carbono voluntários, chamados de VERs (Verified Emission Reductions), apresentou uma tendência crescente, alcançando alta de 26% em relação aos preços de 2007, informa a empresa New Carbon Finance. As negociações dos meses de julho e agosto apresentaram uma média de preços de 6,3 dólares a tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e), em comparação a 5 dólares em 2007. Em relação à 2006 o crescimento dos preços atingiu 60%.&lt;br /&gt;O mercado voluntário de carbono permite que empresas que não possuem metas sob o Protocolo de Quioto compensem as suas emissões de gases do efeito estufa. Este mercado é dominado por vários padrões, distintos entre si, que surgem para dar mais credibilidade aos projetos. Frequentemente, o mercado voluntário é criticado pela falta de qualidade, mas isto não o impede de crescer e várias empresas estão trabalhando para combater estas críticas.&lt;br /&gt;Os dados referentes ao crescimento deste mercado foram obtidos no recém-publicado Índice de Carbono Voluntário (VCI - Voluntary Carbon Index), que segue os preços do mercado de balcão de VERs secundárias. O índice é baseado em informações confidenciais fornecidas pelos participantes do mercado. No período de julho a agosto, a New Carbon Finance registrou cerca de 3 milhões de toneladas em créditos de carbono, valendo aproximadamente 18,9 milhões de dólares.&lt;br /&gt;O VCI identificou algumas tendências do mercado, como a predominância do Voluntary Carbon Standard (VCS) como o padrão dominante e mais popular, apresentando grande parte dos volumes negociados e um aumento de 33% nos preços (7,3 dólares por tonelada) em comparação com a média de 2007 (de 5,5 dólares por tonelada).&lt;br /&gt;O Gold Standard continua sendo o padrão mais valorizado, alcançando 15,8 dólares por tonelda, uma alta de 40%. O padrão desenvolvido pelo Registro de Ação Climática da Califórnia começa a ganhar espaço, com preços 71% mais altos dos que as VERs (10,8 dólares por tonelada).&lt;br /&gt;Outro determinante importante é o tipo de projeto, sendo que a captura do metano foi responsável pela maior parte das negociações, e pelos preços mais altos (7,3 dólares por tonelada), entre julho e agosto de 2008. Segundo a New Carbon Finance estes projetos possuem baixos custos de desenvolvimento e possivelmente serão aceitos nos futuros programas ou acordos de redução das emissões.&lt;br /&gt;Os outros tipos de projetos continuaram estáveis em relação aos preços, sendo que as VERs de energias renováveis foram negociadas em 6,7 dólares a tonelada e os VERs de gases industriais em 3,6 dólares. As VERs florestais aumentaram 24% em relação à 2007, alcançando 4,2 dólares a tonelada, provavelmente devido ao aumento de padrões como o CCB, CCAR e VCS.&lt;br /&gt;Para efeito de comparação, as Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) aprovadas sob as regras do Protocolo de Quioto estão sendo negociadas em uma média de 26 dólares. A Bolsa do Clima de Chicago, maior mercado voluntário de carbono do mundo, sediada nos Estados Unidos, está passando por um momento de baixa em seus preços com uma média de 2,90 dólares. Esta última enfrenta problemas em relação a comprovação da adicionalidade, critério de base para reforçar a credibilidade deste mercado.&lt;br /&gt;Você pode ter acesso ao VCI no site:&lt;a class="style5" href="http://www.newcarbonfinance.com/?p=about&amp;amp;i=freereports" target="_blank"&gt;www.newcarbonfinance.com/?p=about&amp;amp;i=freereports&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.carbonobrasil.com/news.htm?id=668251" target="_blank"&gt;CarbonoBrasil &lt;/a&gt;/ New Carbon Finance.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6799068384827549062?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6799068384827549062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6799068384827549062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6799068384827549062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6799068384827549062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/preo-do-crdito-de-carbono-voluntrio.html' title='Preço do crédito de carbono voluntário cresce 26% em 2008'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SN2w4wtjVgI/AAAAAAAAAkQ/03M6dlqzXJI/s72-c/10ae.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6759677781186759138</id><published>2008-09-17T22:31:00.001-07:00</published><updated>2008-09-17T22:32:13.602-07:00</updated><title type='text'>Rio Paraíba do Sul é contaminado por metais pesados</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;11/9/2008&lt;br /&gt;A Bacia do Rio Paraíba do Sul, que corta os estados de São Paulo (23,7%), Minas Gerais (39,6%) e Rio de Janeiro (36,7%), é uma das mais poluídas do Brasil. Essa é a constatação de um recente estudo feito por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), que identificou concentrações de cádmio, metais pesados e pesticidas em golfinhos e botos da região. "O médio Paraíba e a foz [da bacia] são os trechos mais poluídos", explica o pesquisador da ENSP Salvatore Siciliano. Por cortar regiões altamente urbanizadas, a bacia sofre com constantes processos de contaminação industrial e doméstica. Comentários&lt;br /&gt;Acordo vai destinar recurso para recuperação de bacias&lt;br /&gt;A boa notícia é que, na última semana, a Caixa Econômica Federal firmou um acordo com a Agência Nacional da Água (ANA) se comprometendo a destinar o dinheiro arrecadado pelo uso de recursos hídricos como garantia para o financiamento de ações de recuperação da Bacia do Paraíba. O acordo também deverá contemplar a Bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.&lt;br /&gt;Paraíba do Sul pode perder última mata Com se não bastasse a sua poluição, o Paraíba do Sul corre o risco de perder sua última área de vegetação minimamente preservada. Ela encontra-se em ilhas fluviais localizadas em seu curso médio inferior, na divisa do Rio com Minas Gerais. Mas pode sumir em breve sob a construção de duas barragens. As ilhas servem de habitats para espécies ameaçadas, como o Cágado do Paraíba, a Pirapitinga, Piabanha e a Garça Branca. Comentários&lt;br /&gt;Embargada. Até quando?&lt;br /&gt;A empresa responsável pelas duas hidrelétricas, Barra do Pomba (principal afluente do rio Paraíba do Sul) e Cambuçí, é a Santa Gisela, que pretende gerar 80 MW de energia no total. Apesar de contar com licenças-prévias para as obras, a Santa Gisela não pôde continuar com os estudos porque o projeto foi embarreirado pela Feema. Mas tudo indica que a resistência do órgão ambiental fluminense às obras é frágil e que uma nova permissão será emitida em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="http://br.groups.yahoo.com/group/3setor" target="_blank"&gt;3Setor&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6759677781186759138?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6759677781186759138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6759677781186759138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6759677781186759138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6759677781186759138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/rio-paraba-do-sul-contaminado-por_17.html' title='Rio Paraíba do Sul é contaminado por metais pesados'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-9027328466541314253</id><published>2008-09-17T22:31:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T22:32:13.438-07:00</updated><title type='text'>Rio Paraíba do Sul é contaminado por metais pesados</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;11/9/2008&lt;br /&gt;A Bacia do Rio Paraíba do Sul, que corta os estados de São Paulo (23,7%), Minas Gerais (39,6%) e Rio de Janeiro (36,7%), é uma das mais poluídas do Brasil. Essa é a constatação de um recente estudo feito por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), que identificou concentrações de cádmio, metais pesados e pesticidas em golfinhos e botos da região. "O médio Paraíba e a foz [da bacia] são os trechos mais poluídos", explica o pesquisador da ENSP Salvatore Siciliano. Por cortar regiões altamente urbanizadas, a bacia sofre com constantes processos de contaminação industrial e doméstica. Comentários&lt;br /&gt;Acordo vai destinar recurso para recuperação de bacias&lt;br /&gt;A boa notícia é que, na última semana, a Caixa Econômica Federal firmou um acordo com a Agência Nacional da Água (ANA) se comprometendo a destinar o dinheiro arrecadado pelo uso de recursos hídricos como garantia para o financiamento de ações de recuperação da Bacia do Paraíba. O acordo também deverá contemplar a Bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.&lt;br /&gt;Paraíba do Sul pode perder última mata Com se não bastasse a sua poluição, o Paraíba do Sul corre o risco de perder sua última área de vegetação minimamente preservada. Ela encontra-se em ilhas fluviais localizadas em seu curso médio inferior, na divisa do Rio com Minas Gerais. Mas pode sumir em breve sob a construção de duas barragens. As ilhas servem de habitats para espécies ameaçadas, como o Cágado do Paraíba, a Pirapitinga, Piabanha e a Garça Branca. Comentários&lt;br /&gt;Embargada. Até quando?&lt;br /&gt;A empresa responsável pelas duas hidrelétricas, Barra do Pomba (principal afluente do rio Paraíba do Sul) e Cambuçí, é a Santa Gisela, que pretende gerar 80 MW de energia no total. Apesar de contar com licenças-prévias para as obras, a Santa Gisela não pôde continuar com os estudos porque o projeto foi embarreirado pela Feema. Mas tudo indica que a resistência do órgão ambiental fluminense às obras é frágil e que uma nova permissão será emitida em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="http://br.groups.yahoo.com/group/3setor" target="_blank"&gt;3Setor&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-9027328466541314253?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/9027328466541314253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=9027328466541314253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9027328466541314253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9027328466541314253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/rio-paraba-do-sul-contaminado-por.html' title='Rio Paraíba do Sul é contaminado por metais pesados'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3087498670753469015</id><published>2008-09-17T20:57:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T20:58:05.932-07:00</updated><title type='text'>Como proteger e recuperar o Meio Ambiente e ganhar dinheiro fazendo isto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;10/9/2008&lt;br /&gt;Por Roberto Lamego&lt;br /&gt;No Brasil onde mais de 80% das terras são de propriedade privada, se não tivermos a participação e o interesse destes proprietários na proteção e na recuperação do Meio Ambiente, pouco será alcançado para se parar a destruição ambiental generalizada que acontece em todas as regiões do país desde o inicio da colonização. Estes proprietários, arrendatários, meeiros, do grande latifundiário ao mais pobre Sem Terra, sempre trabalharam sem levar em conta que os recursos naturais são finitos e limitados.&lt;br /&gt;A Natureza nunca foi considerada motivo de preocupação. Parece sempre ter estado a serviço do homem para ser usada indefinidamente. Este era o pensamento corrente até bem pouco tempo e ainda é encarado assim se analisarmos as ações cotidianas da maioria das pessoas.&lt;br /&gt;A Educação Ambiental e o aumento da consciência ambiental, são tomadas de posição que muitas vezes não estão vinculadas ao dia-a-dia do interior e do meio rural, onde é muito comum a utilização de modos não sustentáveis e destrutivos no uso e na ocupação das terras e florestas.O ganho econômico imediato é a opção que importa. Não existe muita consciência ambiental no meio rural. Surge então a pergunta e a proposta: Como proteger e recuperar o meio ambiente e ganhar dinheiro fazendo isto? A agrossilvicultura com seus Sistemas Agroflorestais oferece uma resposta, pois é um sistema viável de uso perene das terras e matas, que aumenta o rendimento das propriedades rurais, combinando a produção de culturas florestais, com outras espécies agrícolas e agroflorestais e com a criação de animais.&lt;br /&gt;Mas o que são os Sistemas Agroflorestais (SAFs)? São sistemas de consórcios de espécies vegetais e animais úteis e de interesse econômico e ambiental, que crescem em equilíbrio orgânico e ecológico, sendo concebidos com o propósito de associar a proteção, a conservação e a recuperação do Meio Ambiente com diversas atividades agroflorestais econômicas e produtivas. Os SAFs buscam: associar a produção agroflorestal, agrícola, florestal e animal, trabalhar com ótimos níveis de produtividade, conseguir rendimentos durante todo o ano, produzir organicamente com baixos aportes de insumos externos, reciclar nutrientes do solo e do ambiente e assim conseguir uso mais eficiente dos recursos atmosféricos, da água e da sombra, através do uso simbiótico da terra.&lt;br /&gt;Empregando técnicas de manejo compatíveis com a cultura e tradição da população local, resgatam práticas antigas, trazendo vantagens ambientais e econômicas imediatas e sendo indicados para o enriquecimento das matas e capoeiras, para áreas degradadas, recomposição de matas ciliares e nascentes e para os quintais das casas.&lt;br /&gt;Precisamos tempo para ensinar aos habitantes das áreas rurais a trabalhar ecologicamente a terra, de forma sustentável e a conviver em harmonia e equilíbrio com o ambiente em que vivem, preservando as florestas e a Biodiversidade. É necessário mostrar as alternativas existentes que podem interromper a degradação ambiental do país. O aprendizado e a difusão de técnicas e atividades agroecológicas, como a Agrossilvicultura e os SAFs, podem convencer os proprietários rurais que são práticas possíveis e interessantes, que podem melhorar seus ganhos econômicos e condição de vida, de alimentação da população e, ao mesmo tempo conservar o ambiente.&lt;br /&gt;Com a generalização do uso da Agrossilvicultura obteremos ganhos ambientais, econômicos e sociais, como fixação de proprietários ambientalmente conscientes em suas propriedades, agora protegidas, recuperadas, florestadas e produtivas, novos empreendimentos agroflorestais e a necessidade de mais áreas florestadas e protegidas para se expandir a idéia agroflorestal.&lt;br /&gt;Roberto Lamego* é diretor da ONG Salveaserra e do Centro Educacional de Tecnologia Agroflorestal Regional, com atuação no santuário de Vida Silvestre da Serra da Concórdia/RJ.(roberto.lamego@uol.com.br). Informações e vídeos de Agrossilvicultura: www.agrofloresta.net&lt;br /&gt;Vantagens da agrossilvicultura&lt;br /&gt;1 – Uso mais eficiente dos recursos naturais com a utilização espacial dos vários extratos arbóreos existentes na área trabalhada, com utilização mais intensa da radiação solar. Aproveitamento os vários sistemas radiculares das plantas em diferentes profundidades, o que determina o bom uso de todas as camadas do solo e a melhor reciclagem de nutrientes&lt;br /&gt;2 - Aumento da fertilidade do sistema pelo incremento permanente de matéria orgânica&lt;br /&gt;3 - Proteção do solo pelas árvores para a diminuição da radiação solar direta e do impacto das gotas da chuva sobre o chão&lt;br /&gt;4 - Menor retirada de água do ambiente devido à diminuição da evaporação e perda de água&lt;br /&gt;5 - Formações de ambientes com micro-climas mais estáveis e frescos&lt;br /&gt;6 - O total de produção por unidade de área pode ser aumentado&lt;br /&gt;7 - Os vários componentes ou produtos de um Sistema Agroflorestal podem ser utilizados como materiais para produção de outros bens&lt;br /&gt;8 - Os vários produtos produzidos e retirados de um SAF possibilitam melhores oportunidades de trabalho e renda mais regular para as comunidades envolvidas durante todo o ano&lt;br /&gt;9 - Aumentando-se a diversificação da produção há uma margem menor de riscos&lt;br /&gt;10 - A produção pode ser para fins de subsistência familiar e/ou destinada aos mercados consumidores.&lt;br /&gt;Revista Voz Ambiental&lt;br /&gt;Projeto de Comunicação Ambiental da Organização Bio-Bras&lt;br /&gt;A Organização Bio-Bras é uma entidade ambiental com mais de 11 anos de atividades na área ambiental, que conta com representação em canais e redes ambientais.&lt;br /&gt;A Revista Voz Ambiental foi lançada com o apoio do Fundo Nacional de Recursos Hídricos, como parte do Programa de Comunicação da região Alto Tietê Cabeceiras, envolvendo 10 municípios da zona leste de São Paulo. Aborda, com imparcialidade e clareza, temas ambientais atuais e tem como perfil de leitores: profissionais e técnicos, órgãos públicos, associações, estudantes e pessoas engajadas nas questões ambientais.&lt;br /&gt;Perfil de distribuição:&lt;br /&gt;Associações, Sindicatos, Fundações, Institutos, ONG’s, OSCIP’s&lt;br /&gt;Fiesp, Ciesp&lt;br /&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;br /&gt;Secretaria do Meio Ambiente de SP&lt;br /&gt;OAB, CETESB, DEPRN, DUSM, SABESP&lt;br /&gt;Dez prefeituras da região leste de SP&lt;br /&gt;Agência do Comitê de Bacias/ SP&lt;br /&gt;Subcomitê do Alto Tietê Cabeceiras&lt;br /&gt;Comitê do Alto Tietê Cabeceiras&lt;br /&gt;Diretorias de ensino e Universidades da região.&lt;br /&gt;Adriana BravimOrganização Bio-BrasR: Cel. Souza Franco, 240/6 CentroMogi das Cruzes/SP11 4799-8199&lt;a class="style6" href="http://www.biobras.org.br/" target="_blank"&gt;www.biobras.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes sobre a parceira BECE-REBIA&lt;br /&gt;1. O trabalho de orientação aos participantes da Rede BECE REBIA é voluntário, sem nenhuma cobrança ou remuneração, cujo atendimento se dá exclusivamente via internet.&lt;br /&gt;2. Não fazemos consultoria, nem autorizamos ou credenciamos profissionais a oferecer qualquer tipo de serviço em nosso nome.&lt;br /&gt;3. Não somos entidade certificadora de responsabilidade e/ou manejos sócio-ambiental e somente fornecemos "selos commodities ambientais" perante os Fóruns Regionais BECE-REBIA.&lt;br /&gt;4. Não permitimos que nenhuma empresa, membro (associado ou não) ou qualquer outra entidade utilize a logomarca da OSC CTA, OSC REBIA e Projeto BECE sem o nosso consentimento prévio e expressa autorização por escrito.&lt;br /&gt;5. Autorizamos a utilização dos boletins desde que citadas todas as fontes, principalmente a "Rede BECE REBIA"Em caso de dúvidas e sobre nossas parcerias, por favor, consulte o site do Portal do Meio Ambiente: &lt;a class="style9" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/" target="_blank"&gt;www.portaldomeioambiente.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style8" href="mailto:editores@bece.org.br"&gt;Editores BECE-REBIA&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3087498670753469015?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3087498670753469015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3087498670753469015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3087498670753469015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3087498670753469015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/como-proteger-e-recuperar-o-meio.html' title='Como proteger e recuperar o Meio Ambiente e ganhar dinheiro fazendo isto'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-6562711430307326729</id><published>2008-09-17T20:50:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T20:51:51.467-07:00</updated><title type='text'>A biodiversidade faunística do norte-noroeste fluminense (III) - peixes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por Arthur Soffiati&lt;br /&gt;Ao longo da história dos peixes, formaram-se quatro classes: os peixes sem mandíbula (agnatos), os peixes com carapaça (placodermos), os peixes cartilaginosos (condrictes) e os peixes ósseos (osteíctes). A classe dos placodermos foi extinta pela própria natureza, antes da constituição dos hominídeos.&lt;br /&gt;Investigações arqueológicas efetuadas no norte-noroeste fluminense revelam que a ictiofauna consistiu numa fonte privilegiada de alimentos para os povos indígenas. A empreendida na ilha maior do arquipélago de Santana, em frente à foz do Rio Macaé, acusou a existência, dentre outras espécies, do cação-martelo (Sphyrna sp), das raias, das quais foi identificada a espécie raia-chita ou raia-pintada (Aetobatus narinari) e encontradas peças cartilaginosas pertencentes ao gênero Myliobatis ou Rhinoptera. Os habitantes indígenas da ilha recorriam principalmente aos abundantes bagres, destacando-se o bagre-bandeira (Bagre bagre) e o voador (Dactylopterus voltans). Talvez, por este motivo, o Rio Macaé tenha sido denominado pelos primeiros europeus de Rio dos Bagres.&lt;br /&gt;Foram também encontrados restos dos gêneros Epinephelus, possivelmente pertencentes a garoupas, meros e chernes, e do Mycteroperca, quiçá associados a badejos. No material desenterrado, havia ossos de enchova (Pomatomus saltatrix), de xaréu (Carans sp), do gênero Selene (peixe-galo), de cocoroca (Haemulon sp), de sargo-de-dente (Archosargus probatocephalus), de marimbá (Diplodus argenteus), de corvina (Micropogonias furnieri), de pirangica (Kiphosus sectatrix), de enxada (Chaetodipterus faber), de budiões (gêneros Scarus e Sparisoma), de cangulo (Balistes vetula) e do gênero Mugil (tainha). No entanto, o prato predileto dos primitivos habitantes da ilha eram os baiacus, dos quais foram reconhecidos restos do baiacu-arara, (Lagocephalus laevigatus) e do baiacu-de-espinho (Diodon hystrix). Peixes extremamente venenosos por sintetizarem uma toxina só encontrada nos tetradontídeos e na família Salamandridae, da classe dos anfíbios, se ingeridos sem os devidos cuidados na sua preparação, podem causar a morte em 30 minutos.&lt;br /&gt;Ao desembarcarem pela primeira vez nas terras que conseguiram como sesmarias (1632), os sete capitães ficaram “pasmos de ver semelhantes grandezas de peixes em terra.” Na segunda viagem (1633), voltam a se surpreender com a abundância de peixes de água doce que os nativos lhes ofereciam com hospitalidade. Numa determinada lagoa, conta o Roteiro, os indígenas dispuseram-se a pescar usando redes que teciam com uma planta seca ao sol e torcida nas pernas ou nas palmas das mãos. Tudo indica tratar-se da tabua (Typha domingensis). Duas horas depois, vieram carregados de peixes de várias espécies, predominando a piabanha, que acabou se transformando no nome de batismo da lagoa.&lt;br /&gt;O primeiro documento a nos fornecer uma relação relativamente pormenorizada sobre a ictiofauna da região é a Descrição de Couto Reis (1785). “Encontram-se – anota ele – peixes de várias qualidades tanto do mar como de água doce, e alguns de um sabor admirável.” Entre os peixes do mar, o capitão aponta o robalo (o de melhor sabor, sobretudo o do Furado e da Lagoa Feia), o bagre, a tainha, a cruvina (corvina) e a carapeva (carapeba). Entre os de água doce, inclui a piabanha, o piau, excelentes, o coromatan (crumatã, curumatã ou corimbatá), taraíra (traíra), jundiá, duiá, taiabucu, alambariz (lambari), todos com muita espinha e semelhantes ao bagre. Nas quedas d’água, vivem surubins de duas espécies. Fala ainda da piracanjuba e do dourado. Estranha-se a existência deste último no século 18, nos ecossistemas de água doce da região, pois que, nativo de outras bacias, só foi introduzido na bacia do Paraíba do Sul nos séculos 19 e 20, em duas tentativas frustradas e numa bem sucedida. Das duas uma: ou o dourado foi introduzido em época anterior ao que normalmente se julga ou nomeava-se alguma espécie nativa com este nome. Como, porém, todas as espécies relacionadas por Couto Reis continuam sendo encontradas ainda hoje, embora em escala bem mais reduzida, é de se supor que o dourado tenha sido translocado para o norte-noroeste fluminense em período anterior ao comumente admitido.&lt;br /&gt;Nenhum dos naturalistas que percorreu o norte-noroeste fluminense, no século 19, dedicava-se mais particularmente ao estudo da ictiofauna. Eis porque, talvez, não encontremos nenhuma menção a peixes, quanto à referida região, em Maximiliano de Wied-Neuwied, Saint-Hilaire, Burmeister e Tschudi. Os memorialistas brasileiros é que se referem aos peixes de modo bastante informal. Nos escritos de Aires de Casal (1817), José Carneiro da Silva (1819), Pizarro e Araujo (1822), Muniz de Souza (1834) e Teixeira de Mello (1886), fala-se em robalo, tainha, piabanha, piau, crumatã, surubins corvina, acará, traíra, bagres, jundiá, cachimbau, piaba, manjuba, ticopá, duiá, morobá, urutum, sairu e muçum. Os ecossistemas mais pródigos em peixes, além do mar, eram as Lagoas Feia (sempre em primeiro lugar) e a de Cima, o Rio Paraíba do Sul e vários brejos, na verdade, o incontável número de lagoas. No seu primeiro trabalho mais longo (1934), Lamego exalta o robalo da Lagoa Feia, a traíra da Lagoa do Campelo, a corvina da Lagoa de Cima e o piau do Rio Paraíba do Sul.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-6562711430307326729?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/6562711430307326729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=6562711430307326729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6562711430307326729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/6562711430307326729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/biodiversidade-faunstica-do-norte.html' title='A biodiversidade faunística do norte-noroeste fluminense (III) - peixes'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8155372378357260942</id><published>2008-09-03T16:26:00.001-07:00</published><updated>2008-09-03T16:26:50.736-07:00</updated><title type='text'>O dióxido de carbono pode ser transformado em concreto?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;2/9/2008&lt;br /&gt;Por Derspiegel Gerald Traufetter&lt;br /&gt;Os engenheiros estão constantemente descobrindo novas maneiras de eliminar os gases do efeito estufa. A última idéia é esconder o dióxido de carbono no cimento. O método poderia revolucionar uma das indústrias que emitem mais carbono no mundo&lt;br /&gt;Vinod Khosla tem muito dinheiro e quer aplicá-lo em coisas úteis, o que explica seu apelido no Vale do Silício, "Anjo Investidor". O indiano de 53 anos já investiu US$ 450 milhões de sua fortuna pessoal em novas tecnologias para salvar a humanidade e o planeta.&lt;br /&gt;Há pouco mais de um ano, Khosla recebeu um e-mail. Ele continha 12 linhas de texto com exatamente o tipo de coisa que esse filantropo imensamente rico gosta de ler: "Tenho a idéia de um cimento sustentável", escreveu Brent Constantz, um professor de química. Sua idéia era transformar as emissões de CO2 de uma usina elétrica em cimento, assim tornando o gás inócuo.&lt;br /&gt;Parecia uma idéia ousada, e foi exatamente isso que chamou a atenção de Khosla. Embora ele estivesse de férias na época, logo telefonou para o inventor e disse: "Contrate cinco pessoas e construa um laboratório!" Constantz respondeu que seu plano não era algo para os tímidos. Em resposta, Khosla rugiu: "Já lhe dei o dinheiro. Agora comece a trabalhar!"&lt;br /&gt;Enquanto isso, a nova companhia, que se chama Calera, construiu uma fábrica protótipo em um local vizinho a uma usina elétrica movida a gás em Moss Landing, Califórnia. Em seu novo laboratório, o químico Constantz estuda maneiras de sifonar uma parte do CO2 liberado pela usina e conduzi-lo através da água do oceano Pacífico, que fica próximo.&lt;br /&gt;A teoria de Constantz é que quando o CO2 se combinar com o magnésio e o cálcio dissolvidos na água a substância resultante será algo que a humanidade usa em vastas quantidades: cimento. "Quimicamente falando, a mesma coisa acontece no coral quando cresce", diz Constantz, que originalmente desenvolveu um tipo de cimento usado para reparar fraturas ósseas e em aplicações dentárias. Essa reação com água do mar beneficiaria o clima, porque o dióxido de carbono das emissões seria incorporado ao carbonato. Depois o calor da usina elétrica seria usado para secar o material semelhante a barro. "Conseguimos os menores tijolos que podem ser usados para fabricar cimento", diz Constantz.&lt;br /&gt;Dessa maneira, as usinas de energia que normalmente emitem CO2 na atmosferapoderiam ser transformadas em ralos de carbono. Por um lado o CO2 que elasproduzem se tornaria inócuo. Por outro, elas eliminariam a produção detijolos, de alto consumo energético, na indústria de cimento. "Uma toneladado meu cimento remove meia tonelada de CO2 do meio ambiente", afirmaConstantz, que também é professor visitante na Universidade Stanford.&lt;br /&gt;Cimento culpado do efeito estufa&lt;br /&gt;A indústria de concreto produz mais de 2 bilhões de toneladas de cimento porano em todo o mundo. Ao fazê-lo, libera 5% do CO2 emitido em todo o mundo, oque a torna a terceira maior produtora isolada de gases do efeito estufa. Agrande pegada de carbono do setor é conseqüência dos processos de produçãocom alto consumo de energia, que inclui temperaturas de 1.450 grauscentígrados para assar as matérias-primas e o uso de motores elétricos para pulverizar os tijolos de cimento resultantes.&lt;br /&gt;"Devido a esse processo, é difícil reduzirmos significativamente as emissões de CO2", explica Martin Schneider, diretor do Instituto de Pesquisa da Indústria de Cimento em Düsseldorf. O método mais promissor é eliminar totalmente os tijolos, disse Schneider. Isso é obtido em parte através do uso de cinza granulada, um subproduto da indústria do aço. Mas as siderúrgicas já estão mandando toda a sua produção anual de 7 milhões de toneladas para fábricas de cimento. "Não vejo uma maneira de aumentar esse número", disse Schneider.&lt;br /&gt;Por esse motivo, o método que Constantz inventou para transformar CO2 em cimento é especialmente interessante para Schneider. O inventor da Califórnia promete produzir exatamente o material alternativo de que a indústria de cimento precisa desesperadamente.&lt;br /&gt;Constantz espera ter cinco fábricas protótipo em funcionamento no ano que vem, e o primeiro modelo comercial até 2010.&lt;br /&gt;Isso é música para os ouvidos de seu apoiador financeiro, Vinod Khosla. Mas o especialista em cimento Schneider adverte contra o excesso de otimismo econômico. O processo pode funcionar em pequena escala, segundo Schneider, mas transferi-lo para um ambiente de produção em grande escala é totalmente diferente, e a Calera ainda tem de provar que é possível. "Muitas coisas podem ser testadas em um aquário", disse Schneider.&lt;br /&gt;Outras idéias para eliminar os gases do efeito estufa ainda têm de passar pelo teste prático. Muitos engenheiros, físicos e químicos de todo o mundo estão desenvolvendo maneiras de seqüestrar o CO2. Institutos de pesquisa dos EUA, especialmente - país onde a crença na factibilidade técnica é acentuada -, estão sempre apresentando novas propostas.&lt;br /&gt;A Planktos, baseada na Califórnia, levantou a idéia de usar tanques gigantes para acrescentar pó de ferro aos mares do mundo, restaurando o comportamento da poeira trazida pelo vento (que diminui com o aquecimento global) e estimulando o crescimento das algas. O CO2 capturado pelas algas mergulharia nas profundezas quando as plantas morrem. Um teste em grande escala perto das ilhas Galápagos fracassou recentemente devido à falta de financiamento.&lt;br /&gt;Ning Zeng, um pesquisador atmosférico americano da Universidade de Maryland, propôs mergulhar troncos de árvore nos oceanos - e junto com eles o CO2 capturado na fibra da madeira. Segundo os cálculos de Zeng, esse programa poderia dar emprego a um milhão de trabalhadores florestais.&lt;br /&gt;Muitos de seus colegas criticam a proposta de Zeng. Na verdade, parece mais sensato não perseguir o gás do efeito estufa quando ele já está na atmosfera terrestre. Seria mais fácil coletar o CO2 antes que seja emitido, através de chaminés ou canos de exaustão, e depois armazená-lo no subsolo em um processo chamado de seqüestro.&lt;br /&gt;O norueguês Olav Karstad, um engenheiro do StatoilHydro Group, inventou esse processo. Ele o aplicou pela primeira vez em uma plataforma de extração de gás no mar do Norte, onde o dióxido de carbono é bombeado para dentro do poço, extraindo o valioso gás natural ao mesmo tempo. Desde então muitos grupos de pesquisa, como do Instituto Federal de Geociências e Recursos Naturais da Alemanha, vêm procurando locais de armazenagem adequados e seguros. Os cientistas também estudam a possibilidade de bombear CO2 em minas de carvão. Isso levaria à liberação de metano, que pode ser capturadoe usado como combustível.&lt;br /&gt;Mesmo que o armazenamento final seguro tenha sucesso, todos esses métodos têm um ponto econômico negativo. O CO2 das usinas energéticas teria de ser captado e seqüestrado em forma altamente comprimida. No entanto, isso custa energia. Uma usina de energia a carvão, por exemplo, perderia cerca de 10% de sua eficiência.&lt;br /&gt;No entanto, os pesquisadores climáticos ardorosos como Hans Joachim Schellnhuber, um assessor da chanceler alemã, Angela Merkel, também estão abertos a propostas ousadas. "Estamos em uma situação desesperadora", diz Schellnhuber, "por isso também devemos avaliar idéias anticonvencionais."&lt;br /&gt;Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style7" href="http://br.groups.yahoo.com/group/3setor" target="_blank"&gt;3Setor&lt;/a&gt; / &lt;a class="style7" href="mailto:mvmeireles@uol.com.br"&gt;MVM&lt;==&gt;News&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8155372378357260942?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8155372378357260942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8155372378357260942' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8155372378357260942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8155372378357260942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/09/o-dixido-de-carbono-pode-ser.html' title='O dióxido de carbono pode ser transformado em concreto?'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5891536666887496877</id><published>2008-08-21T17:29:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T17:32:29.310-07:00</updated><title type='text'>PF planta árvores para compensar emissões de gases de efeito estufa</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;21/8/2008&lt;br /&gt;Nesta sexta-feira (22), a Polícia Federal inicia mais uma ação pioneira com o objetivo de reduzir o impacto ambiental resultante de suas atividades policiais e administrativas. O Ministro da Justiça, Tarso Genro, e o Diretor-Geral, Luiz Fernando Corrêa, lançarão o Programa de Neutralização e Redução das Emissões de Carbono Resultantes das Atividades da Polícia Federal. Para simbolizar o lançamento do Programa, Genro e Corrêa farão o plantio das primeiras árvores referentes às emissões de gases de efeito estufa no Rio Grande do Sul no ano de 2007.&lt;br /&gt;Também na sexta-feira, as Superintendências da Polícia Federal em Santa Catarina, Paraná e Pará realizarão simultaneamente a plantação das árvores necessárias para a neutralização de suas emissões.&lt;br /&gt;O plantio será realizado anualmente por todas as unidades da Polícia Federal de acordo com a contribuição nas emissões. As árvores plantadas serão de espécies nativas e variadas, preservando o bioma da região. Embora a maneira mais eficiente de se fixar carbono seja a utilização de espécies de rápido crescimento, a PF optou pela utilização de espécies nativas de cada região para além de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa, também contribuir para a recuperação de áreas degradadas e manutenção da biodiversidade.&lt;br /&gt;Foram usados como base de cálculo para medição do impacto ambiental os gastos de combustíveis, papel, energia elétrica e com passagens aéreas. Ao todo, serão plantas 30.114 mudas, com a expectativa que 27.376 árvores cheguem à idade adulta e seqüestrem aproximadamente 16.103 toneladas de gás carbônico.&lt;br /&gt;O plantio será realizado em parcerias com Secretarias de Meio Ambiente, escolas, associações comunitárias, universidades, empresas públicas e privadas.&lt;br /&gt;Essas ações acontecerão a despeito das providências já em andamento relativas ao combate aos desmatamentos na Amazônia e às ações de redução dos gastos energéticos, como coleta seletiva de lixo para fins de reciclagem, redução no consumo de combustível por número de funcionário e construção de novas instalações com características e cuidados para a redução do consumo de energia, água e outros.&lt;br /&gt;A iniciativa colocou a Polícia Federal entre os membros do Programa Brasileiro GHG Protocol – Greenhouse Gas Protocol, metodologia internacional mais usada por empresas para quantificar e gerenciar suas emissões de gases de efeito estufa. Fazem parte do Programa empresas como Banco do Brasil, O Boticário, Bradesco, Ford, Natura, Nova Petroquímica (Petrobrás), sadia, Votorantim e Wal-Mart.&lt;br /&gt;A tabela abaixo apresenta o total das emissões de gás carbônico de origem fóssil da Polícia Federal em cada unidade federativa, relativas ao ano de 2007, o número de árvores destinadas para o seqüestro deste gás e o número de mudas a serem plantadas, incluindo 10% a mais para compensar a mortalidade esperada.&lt;br /&gt;Unidade Federativa&lt;br /&gt;CO2 (t) para neutralizar&lt;br /&gt;No Árvores&lt;br /&gt;MudasReplantio&lt;br /&gt;MudasTotais&lt;br /&gt;Acre&lt;br /&gt;284,1&lt;br /&gt;483&lt;br /&gt;48&lt;br /&gt;531&lt;br /&gt;Alagoas&lt;br /&gt;271,2&lt;br /&gt;461&lt;br /&gt;46&lt;br /&gt;507&lt;br /&gt;Amapá&lt;br /&gt;133,1&lt;br /&gt;226&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;249&lt;br /&gt;Amazonas&lt;br /&gt;957,9&lt;br /&gt;1628&lt;br /&gt;163&lt;br /&gt;1791&lt;br /&gt;Bahia&lt;br /&gt;755,0&lt;br /&gt;1284&lt;br /&gt;128&lt;br /&gt;1412&lt;br /&gt;Ceará&lt;br /&gt;394,5&lt;br /&gt;671&lt;br /&gt;67&lt;br /&gt;738&lt;br /&gt;Distrito Federal&lt;br /&gt;2882,1&lt;br /&gt;4900&lt;br /&gt;490&lt;br /&gt;5389&lt;br /&gt;Espírito Santo&lt;br /&gt;402,5&lt;br /&gt;684&lt;br /&gt;68&lt;br /&gt;753&lt;br /&gt;Goiás&lt;br /&gt;357,1&lt;br /&gt;607&lt;br /&gt;61&lt;br /&gt;668&lt;br /&gt;Maranhão&lt;br /&gt;367,7&lt;br /&gt;625&lt;br /&gt;63&lt;br /&gt;688&lt;br /&gt;Mato Grosso&lt;br /&gt;254,5&lt;br /&gt;433&lt;br /&gt;43&lt;br /&gt;476&lt;br /&gt;Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;808,4&lt;br /&gt;1374&lt;br /&gt;137&lt;br /&gt;1512&lt;br /&gt;Minas Gerais&lt;br /&gt;462,2&lt;br /&gt;786&lt;br /&gt;79&lt;br /&gt;864&lt;br /&gt;Pará&lt;br /&gt;513,3&lt;br /&gt;873&lt;br /&gt;87&lt;br /&gt;960&lt;br /&gt;Paraíba&lt;br /&gt;204,8&lt;br /&gt;348&lt;br /&gt;35&lt;br /&gt;383&lt;br /&gt;Paraná&lt;br /&gt;1197,4&lt;br /&gt;2036&lt;br /&gt;204&lt;br /&gt;2239&lt;br /&gt;Pernambuco&lt;br /&gt;461,3&lt;br /&gt;784&lt;br /&gt;78&lt;br /&gt;863&lt;br /&gt;Piauí&lt;br /&gt;183,1&lt;br /&gt;311&lt;br /&gt;31&lt;br /&gt;342&lt;br /&gt;Rio de Janeiro&lt;br /&gt;763,7&lt;br /&gt;1298&lt;br /&gt;130&lt;br /&gt;1428&lt;br /&gt;Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;487,5&lt;br /&gt;829&lt;br /&gt;83&lt;br /&gt;912&lt;br /&gt;Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;873,3&lt;br /&gt;1485&lt;br /&gt;148&lt;br /&gt;1633&lt;br /&gt;Rondônia&lt;br /&gt;385,0&lt;br /&gt;655&lt;br /&gt;65&lt;br /&gt;720&lt;br /&gt;Roraima&lt;br /&gt;243,5&lt;br /&gt;414&lt;br /&gt;41&lt;br /&gt;455&lt;br /&gt;Santa Catarina&lt;br /&gt;498,2&lt;br /&gt;847&lt;br /&gt;85&lt;br /&gt;932&lt;br /&gt;São Paulo&lt;br /&gt;1683,0&lt;br /&gt;2861&lt;br /&gt;286&lt;br /&gt;3147&lt;br /&gt;Sergipe&lt;br /&gt;123,6&lt;br /&gt;210&lt;br /&gt;21&lt;br /&gt;231&lt;br /&gt;Tocantins&lt;br /&gt;155,9&lt;br /&gt;265&lt;br /&gt;27&lt;br /&gt;292&lt;br /&gt;Total&lt;br /&gt;16103,7&lt;br /&gt;27376&lt;br /&gt;2738&lt;br /&gt;30114&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Divisão de Comunicação Social(61) 3311-8142 &lt;a class="style5" href="http://www.dpf.gov.br/dcs" target="_blank"&gt;www.dpf.gov.br/dcs&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO:Local: Hospital Colônia ItapuãEndereço: Rodovia Frei Pacífico, s/nº - Viamão/RSData: 22 de agosto de 2008Horário: 11 horas&lt;br /&gt;A Agência MJ mantém um serviço de Ouvidoria à disposição de todos os meios de comunicação e instituições que recebem nossos informes. Dúvidas, solicitações, críticas e sugestões serão recebidas por meio de nosso correio eletrônico:agenciamj@mj.gov.br . Essa interação é fundamental para o aperfeiçoamento do nosso trabalho. Fones: (61) 3429 3315 ou 34293135&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style5" href="mailto:agenciamj@mj.gov.br"&gt;Ministério da Justiça&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onclick="window.print();return false" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5891536666887496877?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5891536666887496877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5891536666887496877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5891536666887496877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5891536666887496877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/pf-planta-rvores-para-compensar-emisses.html' title='PF planta árvores para compensar emissões de gases de efeito estufa'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8555486192832786596</id><published>2008-08-21T16:57:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:58:18.193-07:00</updated><title type='text'>Leilão dos bois-piratas adiado mais uma vez</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;20/8/2008&lt;br /&gt;São Paulo, SP - O leilão dos bois-piratas, que aconteceria hoje (19), foi novamente adiado. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou um edital informando que a oferta dos 3.046 animais acontecerá na próxima terça-feira (26), às 9h. Essa será a quarta tentativa do governo de vender os bois, que foram apreendidos em junho na Estação Ecológica Terra do Meio, que fica em Altamira, no Pará.&lt;br /&gt;Após mais de 15 dias de espera pelo julgamento de um recurso, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região permitiu que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizasse leilão dos chamados bois-piratas apreendidos por ordem da Justiça Federal na Estação Ecológica da Terra do Meio e reduza o valor do lance inicial.&lt;br /&gt;A decisão responde ao pedido de reconsideração feito pela Procuradoria do Ibama contra liminar, obtida pelo fazendeiro Lourival Medrado dos Santos, que havia estabelecido em R$ 3.151.530,35 o preço mínimo para o leilão do gado, o mesmo valor cotado para o leilão do dia 21 de julho.&lt;br /&gt;Na decisão, o desembargador federal Souza Prudente levou em consideração, entre outros fatos, aquilo que considerou como flagrante desobediência à ordem judicial, pois há mais de um ano e meio a Justiça havia determinado ao fazendeiro Lourival Medrado dos Santos que retirasse seu rebanho da Estação Ecológica.&lt;br /&gt;O juiz determinou ainda que o edital do novo leilão dos bois-piratas deve informar que o arrematante assumirá o compromisso de proceder à integral retirada do rebanho da estação ecológica num prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais dez.&lt;br /&gt;As tentativasAté o momento, já se realizaram três leilões para a venda das três mil cabeças de gado apreendidas pela operação boi-pirata em Altamira (PA), mais precisamente na estação ecológica Terra do Meio, que estavam lá de forma ilegal, pois a área tinha sido autuada e embargada.&lt;br /&gt;A operação prevê ainda que siderúrgicas, frigoríficos, madeireiras e agropecuárias informem ao governo todos os seus fornecedores de carne. Aqueles que foram identificados por atuarem de maneira irregular terão sua produção de gado apreendida. Nenhuma das tentativas de venda dos bois capturados recebeu uma oferta sequer de possíveis interessados.&lt;br /&gt;Segundo o Ibama, o anúncio feito por políticos da região de que a retirada dos animais apreendidos não seria pacífica, além do preço alto do gado e o custo elevado do transporte foram os três fatores que influenciaram no fracasso dos leilões.&lt;br /&gt;A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) abaixava os preços dos lotes a cada nova tentativa de leilão, em relação ao que havia proposto anteriormente. Na primeira vez, foi exigido R$ 4,9 milhões como preço mínimo. No leilão seguinte, o lance foi de R$ 3,1 milhões e na última tentativa, o Ibama tentou reduzir o preço mínimo para R$ 1,4 milhões, mas uma liminar impediu tal deságio.&lt;br /&gt;A última tentativa de leiloar os animais, que aconteceria no dia 5 de agosto, foi adiada por conta da liminar que proibiu o deságio de R$ 3,1 milhões para R$ 1,4 milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=281597" target="_blank"&gt;Amazonia.org.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-8555486192832786596?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/8555486192832786596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=8555486192832786596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8555486192832786596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/8555486192832786596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/leilo-dos-bois-piratas-adiado-mais-uma.html' title='Leilão dos bois-piratas adiado mais uma vez'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-211757410737402798</id><published>2008-08-21T16:55:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:56:23.934-07:00</updated><title type='text'>Santander Cultural alia exposição de arte urbana à reflexão sobre a sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;20/8/2008&lt;br /&gt;Iniciativa inclui o 1º Fórum Internacional de Socioecossistema Urbano&lt;br /&gt;São Paulo – O Santander Cultural – Unidade Porto Alegre realiza o projeto de educação ambiental Socioecossistema Urbano em Debate até 28 de setembro, em atividade simultânea à mostra de arte urbana TRANSFER_cultura urbana. arte contemporânea. transferências. transformações.&lt;br /&gt;Um conjunto de instalações interativas, intitulado A Cidade, a Natureza e o Cidadão: um Olhar Sustentável – Vivências Pedagógicas em Realidade Virtual traz filmes educativos com tecnologia tridimensional inédita no País e até um teste que mede o impacto do estilo de vida de cada pessoa no consumo dos recursos naturais do planeta. O objetivo do projeto é levar à reflexão sobre o do estilo de vida das grandes cidades no meio ambiente.&lt;br /&gt;Como parte da iniciativa, o Santander Cultural realiza também o 1º Fórum Internacional Socioecossistema Urbano em Debate nos 22 e 23 de agosto. O encontro reúne estudiosos para debater as alterações ambientais geradas pelo homem e a sustentabilidade.&lt;br /&gt;O projeto é o resultado de uma parceria iniciada há um ano entre o Santander Cultural e o Instituto Venturi para Estudos Ambientais e tem apoio do Comitê de Educação Ambiental da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, da Maxitex e da Perto Soluções em Tecnologia, além do patrocínio da Aracruz.&lt;br /&gt;Instalações ecológicas interativas&lt;br /&gt;A mostra A Cidade, a Natureza e o Cidadão: um Olhar Sustentável – Vivências Pedagógicas em Realidade Virtual busca provocar novas discussões sobre as relações entre os ecossistemas urbanos e naturais, além das implicações do déficit ecológico no planeta. Tudo isso por meio de vivências pedagógicas, com apresentação de filmes em 3D – com tecnologia apresentada pela primeira vez ao grande público brasileiro. Trata-se de terminais com tela autoesteroscópica, que elimina a necessidade do uso de óculos. O projeto inclui espaços que simulam ambientes urbanos em instalações de realidade virtual.&lt;br /&gt;Entre as atrações interativas, os visitantes poderão fazer o teste Pegada Ecológica, que mede a área de terreno produtivo necessária para sustentar seu estilo de vida na cidade. A atividade tem a intenção de despertar uma consciência cidadã, informando as pessoas acerca do impacto de suas ações nas cidades e nos ecossistemas naturais.&lt;br /&gt;Com uma linguagem de cultura urbana criada por artistas da street art – fazendo referência à atual exposição do Santander Cultural, TRANSFER –, a iniciativa alia meio ambiente e arte. A realização do projeto foi possível por meio de parcerias de excelência entre diversos especialistas das áreas ambiental, artística, educativa, arquitetura, tecnologia e cultural.&lt;br /&gt;1º Fórum Internacional&lt;br /&gt;Para discutir o impacto da ação urbana no meio ambiente, o 1º Fórum Internacional Socioecossistema Urbano em Debate reúne especialistas das áreas de sociologia ambiental e da ecopsicologia (ciência que estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento). O encontro será realizado nos dias 22 e 23 de agosto, no Santander Cultural,&lt;br /&gt;O debate A Importância da Educação Ambiental como Promotora de Mudanças de Comportamento será conduzido pela professora Nana Mininni Medina, da Fundação Universitária Iberoamericana – Brasil / Uruguai. Em que Princípios se Funda um Saber e uma Racionalidade Ambiental tem à frente o doutor Enrique Leff, do Instituto de Investigações Sociales de la Universidad Nacional Autônoma do México. Também estão na programação os painéis De Quando o Mundo Não era Imundo a um Outro Mundo de Olhar e Ver a Amazônia, com o professor João Bosco Ladislau de Andrade, e Desafios na Formação de Multiplicadores em Educação Ambiental, Formal e Não Formal, com a doutora Elizabeth da Conceição Santos, ambos da Universidade Federal do Amazonas.&lt;br /&gt;O encerramento do Fórum terá uma mesa redonda com especialistas da área de educação ambiental, acompanhados do doutor Sérgio Pessoa Ribeiro, presidente do Instituto Venturi no Brasil.&lt;br /&gt;Serviço – Socioecossistema Urbano em Debate&lt;br /&gt;A Cidade, A Natureza e o Cidadão: um Olhar Sustentável – Vivências Pedagógicas (com instalações de realidade virtual)&lt;br /&gt;Período: 15 de agosto a 28 de setembro&lt;br /&gt;Local: Santander Cultural, Rua Sete de Setembro, 1028 – Galeria Superior&lt;br /&gt;Horário: Segunda à sexta-feira das 10h00 às 19h00 Sábados, domingos e feriados das 11h00 às 19h00&lt;br /&gt;Entrada franca&lt;br /&gt;Para agendamento de grupos: Ação Educativa, telefone (51) 3287.5940/5941&lt;br /&gt;1º Fórum Internacional Socioescossistema Urbano em Debate&lt;br /&gt;Data: 22 e 23 de agosto&lt;br /&gt;Local: Átrio do Santander Cultural, Rua Sete de Setembro, 1028&lt;br /&gt;Inscrições e informações: institutoventuri@institutoventuri.com.br, ou pelo telefone (51) 3225-7403&lt;br /&gt;Reflexão no Santander Cultural&lt;br /&gt;A programação de reflexão se desenvolve em conexão com diversas áreas do conhecimento para os mais diversos públicos. Conta com seminários, debates, palestras, lançamentos de produtos, oficinas e cursos para a promoção do desenvolvimento sócio-econômico, envolvendo os mais diversos segmentos da sociedade.&lt;br /&gt;Sobre o Santander Cultural&lt;br /&gt;O Santander Cultural é instituição vinculada ao Banco Santander no Brasil, voltado à integração e à difusão da diversidade das linguagens e dos conteúdos artístico-culturais, comprometido com a cultura contemporânea, com o conhecimento e com o desenvolvimento sócio-econômico.&lt;br /&gt;Atua nos campos das artes visuais, da música, do cinema e da reflexão, preocupado com a inserção dos diversos segmentos sociais, em parcerias com as áreas de produção cultural brasileira e internacional.&lt;br /&gt;Em seis anos de atuação, o Santander Cultural apresentou 18 grandes mostras de artes visuais, milhares de exibições de filmes, festivais, seminários e cursos, e centenas de shows musicais, workshops e masterclasses. As ações educativas, especificamente, tiveram, no período, a participação de cerca de 350 mil estudantes e professores.&lt;br /&gt;Em parceria com uma rede de 945 instituições, o Santander Cultural promove a cultura, a educação e a cidadania a partir de Porto Alegre, em sintonia com a pauta dos principais movimentos sócio-culturais mundiais, com ênfase na responsabilidade social e em busca da sustentabilidade.&lt;br /&gt;Relações com a imprensaLide ComunicaçõesHeloísa Ribeiro / Otávio Almeida / Marco Dabus(11) 2711.1612 / 2711.1615 / 2711.1617&lt;a class="style7" href="mailto:heloisa03@lide.com.br"&gt;heloisa03@lide.com.br &lt;/a&gt;/ &lt;a href="mailto:otavio03@lide.com.br"&gt;otavio03@lide.com.br&lt;/a&gt; / &lt;a class="style7" href="mailto:mdadus03@lide.com.br"&gt;mdadus03@lide.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Santander Cultural – Unidade Porto AlegreSuperintendência de Relações com a Imprensa Regional Sul(51) 3287.5721 / 3287.5523 / 3287.5582 / 3287.5854&lt;a class="style7" href="mailto:imprensasul@santander.com.br"&gt;imprensasul@santander.com.br&lt;/a&gt;Instituto VenturiValter Todt(51) 3228.7270 / 3228.7261 &lt;a class="style7" href="mailto:todtcom@terra.com.br"&gt;todtcom@terra.com.br &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-211757410737402798?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/211757410737402798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=211757410737402798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/211757410737402798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/211757410737402798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/santander-cultural-alia-exposio-de-arte.html' title='Santander Cultural alia exposição de arte urbana à reflexão sobre a sustentabilidade'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-36244830195166084</id><published>2008-08-21T16:52:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:54:21.237-07:00</updated><title type='text'>Mercado pode salvar florestas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK3__PP5t4I/AAAAAAAAAeE/rhJrFW0zpc8/s1600-h/5a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237123403591825282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK3__PP5t4I/AAAAAAAAAeE/rhJrFW0zpc8/s320/5a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 20/8/2008&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabrina Domingos&lt;br /&gt;O mercado de serviços ambientais é cada vez mais visto como uma alternativa para se lidar com as questões climáticas. O pesquisador Andrew Mitchell, do Programa Dossel Global (uma aliança entre 29 instituições cientificas de 19 países para pesquisar dossel de florestas) acredita que estipular valor para as florestas tropicais seja o melhor caminho para preservá-las e ainda garantir a segurança alimentar, a riqueza biológica e a renda das comunidades rurais mais pobres.&lt;br /&gt;“As florestas são derrubadas porque valem mais cortadas do que preservadas. Este é um exemplo clássico de um fracasso de mercado; mas os serviços ambientais podem mudar essa situação”, avalia o pesquisador.&lt;br /&gt;Mitchell diz que hoje o mundo visualiza quatro maneiras de se reduzir as emissões provenientes do desmatamento. A primeira é a plantação de florestas – atividade que vem demorando para receber aprovação pelo esquema de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto. Além disso, há preocupação com uso de espécies exóticas, perda de biodiversidade e falta de incentivos para projetos de pequena escala.&lt;br /&gt;A segunda, conhecida pela sigla REDD, é um mecanismo para compensar os países que reduzem suas taxas de emissões vindas do desmatamento e da degradação de florestas. No entanto, nações com pequenos índices de desmatamento recebem poucos recursos por esse sistema, já que os créditos de carbono são voltados apenas para a redução de emissões, não para o carbono estocado.&lt;br /&gt;Nesse caso, há uma terceira opção, que consiste na conservação de estoques de carbono, ou seja, o pagamento a países pelo carbono contido em suas florestas. Mas Mitchell preocupa-se com a possibilidade de inclusão de outros ecossistemas ricos em carbono no esquema, como áreas pantanosas. Segundo ele, isso poderia gerar um acúmulo de créditos estocados e, consequentemente, um colapso nos preços do carbono, o que desestimularia o mercado e as reduções de emissões.&lt;br /&gt;A quarta alternativa, na qual o pesquisador deposita mais esperança, são os serviços ambientais – um esquema de compensação mais abrangente, baseado no valor dos múltiplos serviços oferecidos pelas florestas saudáveis. Ele compara as florestas a prestadoras de serviços gigantes que oferecem benefícios em nível local, regional e global e acredita que os mercados financeiros pagarão por esses bens valiosos.&lt;br /&gt;Localmente, as florestas protegem as vertentes, estabilizam o solo e previnem inundações. Em escala regional e global, são responsáveis pela produção das chuvas, moderação do clima e manutenção da biodiversidade. Mitchell defende que os mercados futuros terão foco além do carbono e que o pagamento por serviços ambientais poderá levar bilhões de dólares por ano aos países donos de florestas.&lt;br /&gt;“Filantropia e impostos dos governos não serão suficientes para incentivar os esforços de conservação das florestas no nível necessário para que haja impacto real”, afirma. “Mas por um mercado entre 10 e 15 bilhões de dólares é mais conveniente”, completa.&lt;br /&gt;Serviços da Amazônia&lt;br /&gt;Os pesquisadores brasileiros foram pioneiros no entendimento da quantidade de interações entre biosfera e atmosfera nas florestas tropicais. A Amazônia é responsável por 16% das reservas de água doce e gera 20 bilhões de toneladas de chuva por dia.&lt;br /&gt;Não se sabe ainda o que aconteceria ao regime de chuvas caso a Amazônia fosse devastada; mas a substituição da capacidade hídrica do Brasil (que fornece entre 70% e 80% da eletricidade do país) custaria cerca de 100 bilhões de dólares. Esse cenário implica em um valor de 260 dólares por hectare para que o Brasil mantenha a floresta somente em função da água.&lt;br /&gt;Mitchell explica que, para criar mercados ambientais em uma escala global, é necessário seguir alguns passos, que iniciam com estudos científicos para comprovar quais são os serviços e o que as florestas tropicais fazem por nós. Os cientistas vêem a questão como um sistema global que pode ser dividido em quatro prestadoras de serviços que operam tanto em escala local quanto global: a Amazônia, o escudo da Guiana, a bacia do Congo e a floresta do sudeste da Ásia.&lt;br /&gt;Os próximos passos seriam reunir economistas ambientais e os cientistas para determinar os valores para os serviços; levar as informações para a arena política e criar uma estrutura que incentive o pagamento pelos serviços ambientais; e, por último, persuadir as pessoas por meio do Marketing.&lt;br /&gt;O pesquisador reconhece que pode ser difícil convencer os consumidores a pagarem por serviços que atualmente recebem de graça, mas diz que uma das motivações pode ser o fato de que, no fundo, faz parte do interesse de cada um manter a chuva caindo, por exemplo. As pessoas ainda não reconhecem isso, mas um bom argumento seria dizer a um fazendeiro do Mato Grosso que, nos próximos 50 anos, a chuva que cai na terra dele irá reduzir e trazer impactos para a produtividade das plantações e perguntá-lo se deseja pagar para prevenir que isso aconteça. “Você precisa quantificar. Se reduzir a chuva em 10% por década, terá um efeito mensurável na produtividade da terra. Isso precisa ser demonstrado”, explica.&lt;br /&gt;Para evitar que um fazendeiro que se recusa a pagar pela chuva beneficie-se do pagamento feito pelo vizinho, Mitchell entende que o ideal é criar um sistema de taxação. “No futuro os governos podem optar por implantar um imposto para ajudar a proteger a Amazônia – que é interesse comum dos cidadãos. Produtores de matérias-primas que utilizam as terras da floresta terão de pagar uma taxa de chuva para preservar o resto, e até esquemas de certificação futuros de compradores de outros continentes podem exigir isso. Com 9 bilhões para alimentar no futuro, nós precisamos pensar de maneira diferente”, argumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.carbonobrasil.com/news.htm?id=618529" target="_blank"&gt;CarbonoBrasil&lt;/a&gt; / Mongabay.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-36244830195166084?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/36244830195166084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=36244830195166084' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/36244830195166084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/36244830195166084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/mercado-pode-salvar-florestas.html' title='Mercado pode salvar florestas'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK3__PP5t4I/AAAAAAAAAeE/rhJrFW0zpc8/s72-c/5a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-5009372303234630709</id><published>2008-08-21T16:49:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:50:51.987-07:00</updated><title type='text'>Lorentzen, o homem que virou rei e degradou o solo capixaba</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;20/8/2008&lt;br /&gt;Ele sabia que aqui não era preciso se preocupar com o ambiente e a vida&lt;br /&gt;Ubervalter Coimbra&lt;br /&gt;Com 30 anos de idade, forte, sofisticado, elegante, charmoso, o empresário norueguês Erling Sven Lorentzen tinha uma idéia na cabeça: como Daniel Dravot (Sean Connery), ele queria ser rei.&lt;br /&gt;Casado com a princesa Ragnhild, irmã do rei Harald V, tinha passaporte diplomático.&lt;br /&gt;Em "O homem que queria ser rei" (filme produzido em 1975), Daniel Dravot e Peachy Carnahan (Michael Caine) são dois ex-soldados na Índia quando esta estava sob o poder dos ingleses. Vivem fazendo trapaças, viajando e aplicando golpes e fazendo pequenos contrabandos. Aventureiros, resolvem ir para o Kafiristão onde Daniel Dravot realiza seu sonho: vira rei.&lt;br /&gt;Erling Sven Lorentzen escolheu o Brasil. Chegou há 55 anos, quando o País vivia mergulhado em plena ditadura militar. Seu passaporte diplomático e seus aliados lhe abriram todas as portas. No palácio do Planalto se reportava ao ditador de plantão.&lt;br /&gt;O norueguês sempre conheceu estratégia e sabia escolher seus aliados: era ligado a pessoas influentes, muitas das quais se tornaram ministros. Um deles, Antonio Dias Leite, foi ministro das Minas e Energia, entre 1969 e 1973, e teve sucesso no governo do general Costa e Silva. Embora no governo esquerdista de Jango tivesse importante cargo na Vale, então uma gigantesca empresa estatal.&lt;br /&gt;Lorentzen sabia que uma espécie anã na Austrália, onde era nativa, virava uma árvore gigante no Brasil. Sabia que no Espírito Santo a água era abundante, o solo rico. Que aqui o sol brilha o ano inteiro. Estas condições permitiam que o eucalipto, a espécie exótica no Brasil, crescesse como em nenhum outro lugar do planeta.&lt;br /&gt;Sabia da possibilidade de transformar o eucalipto em celulose. Esta, matéria-prima principalmente do papel higiênico, de tão amplo e conhecido consumo no mundo inteiro.&lt;br /&gt;Lorentzen sabia que no Brasil não precisava ter nenhuma preocupação com os impactos ambientais que a produção da celulose causaria, entre estes a liberação de dioxinas, uma substância altamente cancerígena.&lt;br /&gt;Seus aliados em Brasília haviam destacado para o comando do Espírito Santo, no grau de governadores biônicos - nomeados por eles, e não eleitos pelo voto do povo - pessoas como o advogado Cristiano Dias Lopes e o engenheiro Arthur Carlos Gerhardt Santos.&lt;br /&gt;Arthur Carlos Gerhardt Santos foi o principal aliado de Lorentzen no Espírito Santo. Foi ele quem começou a preparar o terreno para o domínio da empresa que viria a ser constituída em abril de 1972, a Aracruz Celulose.&lt;br /&gt;Arthur Carlos Gerhardt Santos à frente do Banco de Desenvolvimento do Estado, atual Bandes, no governo Christiano Dias Lopes Filho (final dos anos 60), foi quem fez toda a trama para entregar grande parte do território capixaba à Aracruz Celulose. A preço praticamente simbólico, as terras foram vendidas a 10 décimos de centavos o metro quadrado (a moeda, da época, era ainda o cruzeiro).&lt;br /&gt;E de quem eram as terras compradas pela Aracruz Celulose com a armação dos governos do Espírito Santo e dinheiro do governo federal?&lt;br /&gt;As terras indígenas que lhes restaram nas últimas décadas totalizavam cerca de 40 mil hectares. Quando a Aracruz Celulose tomou posse da terra dos índios, o seu território não estava mais inteiro. Os índios já dividiam parte dele com posseiros, que chegaram nos anos 40, e que se aproveitaram do sistema deles de rodízio de plantio agrícola para se instalar em pequenas glebas, dedicando-se ao fabrico do carvão vegetal para a Companhia Ferro e Aço (hoje Belgo, da transnacional ArcelorMittal).&lt;br /&gt;O Sindicato do Crime em cena&lt;br /&gt;Arthur Carlos Gerhardt Santos, sob o falso pretexto de que não existiam mais índios na região, fez o governo (Cristiano Dias Lopes) transferir as terras dos Tupinikins para a empresa, pelo valor simbólico de 10 décimos de centavos o metro quadrado.&lt;br /&gt;A tomada das terras indígenas não foi gratuita. Nesta época, Arthur Carlos Gerhardt Santos - cujo grau de cumplicidade com a Aracruz Celulose era de tal monta, que foi ser seu presidente logo após deixar o governo do Estado - já era governador.&lt;br /&gt;Lorentzen sabia que era estratégico, da parte da Aracruz Celulose, tirar primeiro os posseiros do território indígena. Através do seu chefe de segurança, coronel PM Argeu Furtado, trouxe para a área o major Orlando Cavalcante com o seu grupo de militares. Por essa ocasião, o major já era um dos oficiais mais temidos da Polícia Militar e acostumado a lidar com posseiros no interior do Estado em favor dos grandes proprietários. Agia como integrante de uma entidade criminosa conhecida como Sindicato do Crime.&lt;br /&gt;Prendendo, torturando, espancando, ele não só retirou todos os posseiros de suas posses como também extraiu, com a cumplicidade dos cartórios, toda a documentação necessária para legalizar a transferência das terras para a Aracruz sem alusão a terrenos indígenas. Uma artimanha utilizada que transformou esses posseiros em donos das terras Tupinikins. Os índios então se dispersaram. Os que ficaram se concentraram em apenas quatro aldeias (existiam 32 na região).&lt;br /&gt;A Aracruz Celulose de Lorentzen, para preparar o terreno para plantios de imensos eucaliptais, a matéria-prima por excelência da celulose e que fica pronta para produção em sete anos (na Europa são décadas), foram destruídos pelo menos 50 mil hectares de mata atlântica primária ou em avançado estágio de regeneração, com tudo o que estivesse no local, por correntões puxados por dois tratores.&lt;br /&gt;Devastação em fotos&lt;br /&gt;Fotos, entre as quais da Força Aérea Brasileira (FAB) feitas antes e depois da implantação da empresa, provam a devastação da mata nativa. A destruição de toda a biodiversidade na área é de fácil verificação em solo.&lt;br /&gt;Só em 2008 os índios conseguiram recuperar 18.027 hectares do que foi tomado.&lt;br /&gt;Com sua idéia na cabeça, Lorentzen também sabia que precisava de muita terra para abastecer suas futuras fábricas. Havia quilombolas no norte do Estado e todo o seu território para conquistar.&lt;br /&gt;Na sua estratégia para afastar os quilombolas de seus territórios, mais uma vez a empresa de Lorentzen emprega mão-de-obra bandida: usou como seu principal testa-de-ferro o tenente Merçon, do Exército. No máximo, o militar consentia em pagar valores irrisórios aos que resistiam.&lt;br /&gt;Os negros então foram forçados a abandonar cerca de 50 mil hectares, principalmente no norte do Estado, no antigo território de Sapê do Norte, formado pelos municípios de Conceição da Barra e São Mateus.&lt;br /&gt;As pesquisas realizadas pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) apontam que os negros foram forçados a abandonar suas terras: em Sapê do Norte existiam centenas de comunidades na década de 70, e hoje restam 37. Ainda na década de 70, pelo menos 12 mil famílias de quilombolas habitavam o norte do Estado: atualmente resistem, entre os eucaliptais, canaviais e pastos, cerca de 1,2 mil famílias.&lt;br /&gt;Nos seus territórios foram plantados eucaliptos, com emprego de gigantescas quantidades de agrotóxicos, que formam um mar de venenos agrícolas na região. Os poucos quilombolas que resistiram em minúsculas áreas em meio aos eucaliptais - que desertificam o solo, acabando com a água - são contaminados pelos agrotóxicos. Muitos morreram!&lt;br /&gt;Quatro décadas depois, os quilombolas ainda lutam para retomar o seu território de Lorentzen.&lt;br /&gt;Mutilados e abandonados&lt;br /&gt;Dos trabalhadores da Aracruz Celulose, centenas, senão milhares, ficaram mutilados e foram abandonados pela empresa.&lt;br /&gt;A Aracruz Celulose de Lorentzen, ainda com favores da ditadura militar e de seus agentes no Espírito Santo, também ocupou e explora terras devolutas, cuja destinação por lei tem de ser para a reforma agrária, como as da fazenda Agril.&lt;br /&gt;Lorentzen tinha como meta construir uma gigantesca fábrica, e sabia onde obter o dinheiro. Durante a ditadura militar, em situação desfavorável para a celulose no mercado internacional, o governo brasileiro assumiu a construção das fábricas no Espírito Santo. Depois, com o mercado internacional reaquecido, praticamente doou a maioria das ações ao setor privado.&lt;br /&gt;Hoje a Aracruz Celulose é do grupo Lorentzen (28%), Safra (28%) e Votorantim (28%) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES (12,5%).&lt;br /&gt;Da mesma maneira que ganhou as fábricas, também recebeu um porto, o Portocel, em Aracruz, para movimentar suas cargas.&lt;br /&gt;Lorentzen sabe que é vantajoso continuar com a parceria do governo federal. Na composição acionaria da empresa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem 12,5% das participações. De todos os governos federais o norueguês recebeu e recebe favores. Foi assim também na construção da Veracel.&lt;br /&gt;A produção das usinas da Aracruz Celulose no País já superam 3 milhões de toneladas anuais de celulose branqueada de fibra curta de eucalipto. Além das unidades de Barra do Riacho, em Aracruz, tem fábricas em Guaíba, no Rio Grande do Sul, e a Veracel, na Bahia. E vai construir três outras em Minas Gerais. A empresa vai aumentar sua produção para sete milhões de toneladas anuais de celulose, pois o mercado continua ávido.&lt;br /&gt;Generosidade com políticos&lt;br /&gt;Lorentzen sabe que é preciso ser generoso com os políticos. Ajuda a praticamente todos, como o governador Paulo Hartung, no Espírito Santo, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, prefeitos. Até as campanha dos presidentes da República recebem recursos da empresa.&lt;br /&gt;Sua idéia na cabeça é fixa. Vai crescendo o seu poder. Seus bajuladores parecem formar um exército incontável. Ainda com o sotaque norueguês, Lorentzen subiu à tribuna da Assembléia Legislativa capixaba para agradecer os elogios: "Tenho muita satisfação de trabalhar ao longo desses 40 anos com brasileiros tão dedicados", afirmou.&lt;br /&gt;Na rasgação de seda haviam se esbaldado muitos dos deputados. Foi lembrado que da época da fundação da empresa, o então presidente Ernesto Beckmann Geisel - quarto presidente do regime militar no Brasil, se referiu a Lorentzen como um "norueguês maluco" por sua idéia de criar um mundo de celulose.&lt;br /&gt;Os bajuladores se superaram. Um deles, emocionado, diz: "Na época todos duvidavam desses novos e inusitados investimentos em eucalipto. Pois bem, senhor Lorentzen, o Espírito Santo e o Brasil agradecem por ter sido maluco a ponto de ajudar a fundar uma empresa mundialmente importante".&lt;br /&gt;Haakon: filho e sucessor de Lorentzen Na efetivação de sua idéia, a empresa de Lorentzen construiu um imenso latifúndio. Admitiu ter 211,2 mil hectares plantados com eucalipto em 2007. No total, a empresa tinha no Brasil no ano passado 456 mil hectares. Em 2006, segundo suas informações, a empresa tinha 279 mil hectares de plantios renováveis de eucalipto, e outros 154 mil hectares, totalizando naquele ano 433 mil hectares.&lt;br /&gt;Lorentzen conseguiu, com sua idéia na cabeça, tornar a Aracruz líder mundial na produção de celulose branqueada de eucalipto: a empresa responde por cerca de 30% da oferta global do produto, 57% da celulose vendida destinada à produção de papéis sanitários. Da demanda de 2005, a Europa comprou 43,3% do total e a América do Norte, 35,1%.&lt;br /&gt;A idéia original de Lorentzen o levou a criar um grupo, a Aracruz como holding: Companhia de Navegação Norsul e Ideiasnet. Seu filho Haakon o representa agora nos negócios desde que se aposentou. Lorentzen tem hoje 85 anos, dos quais 55 no Brasil. Todo ano desfruta suas férias na Noruega velejando no seu barco Saga. Ainda é um norueguês autêntico.&lt;br /&gt;Lorentzem tem tem 50% da Arapar. A outra parte pertence a um pool de investidores financeiros liderado pelas famílias Moreira Salles e Almeida Braga.&lt;br /&gt;No último dia 6, o Grupo Votorantim, integrante do bloco de controle da Aracruz Celulose S.A., ofereceu R$ 2,71 bilhões (1,004 bilhão de euros ou 1,67 bilhão de dólares, cotação em 15 de agosto de 2008), correspondentes a 127.506.457 ações ordinárias do grupo Arapar.&lt;br /&gt;Erling Sven Lorentzen, o homem que virou rei, aceitou&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-5009372303234630709?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/5009372303234630709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=5009372303234630709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5009372303234630709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/5009372303234630709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/lorentzen-o-homem-que-virou-rei-e.html' title='Lorentzen, o homem que virou rei e degradou o solo capixaba'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-7018147160899354509</id><published>2008-08-21T16:47:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:48:15.658-07:00</updated><title type='text'>Petrobrás e meio ambiente: muito discurso e pouca ação</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;20/8/2008&lt;br /&gt;Por mais que a Petrobrás alardeie sua postura de responsabilidade social e ambiental, os fatos concretos demonstram que a empresa ainda deixa muito a desejar nesse sentido. Além de pouco investir em projetos ambientais e destinar a maior parte dos recursos a Organizações Não Governamentais e não a políticas públicas, a Petrobrás financia agora um projeto para a Baía de Guanabara, a dragagem do Canal do Cunha, amplamente questionado por especialistas e movimentos sociais.&lt;br /&gt;Uma série de profissionais, entidades e movimentos sociais realizaram no último dia 2/8 o Seminário Popular sobre a Despoluição Integrada do Canal do Cunha e a Preservação da Serra da Misericórdia – Baía de Guanabara, que discutiu os principais projetos e obras prometidas para a região. Um dos temas do evento foi justamente o projeto de dragagem do Canal do Cunha, elaborado em 1997 como parte do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara. Inicialmente orçado pelo governo do estado entre R$ 40 e 60 milhões, o projeto sofreu um inchamento orçamentário e atualmente está na casa dos R$ 200 milhões.&lt;br /&gt;Os movimentos sociais e técnicos presentes no evento, inclusive do Cenpes, apontaram uma série de questionamentos à iniciativa financiada pela Petrobrás: a mera dragagem do Canal do Cunha é considerada ineficaz, se descolada de um programa que contemple toda a bacia hidrográfica da região. Além disso, há irregularidades envolvendo o projeto, já que não houve licitação nem estudo de impacto ambiental antes do início das obras. Diante disso, o Seminário aprovou uma proposta alternativa, que prevê a intervenção global sobre a bacia hidrográfica da Baía de Guanabara e o reflorestamento da Serra da Misericórdia (a maior fonte de sedimentação do Canal do Cunha). A intenção é construir uma ação preventiva de baixo custo, capaz de gerar emprego, renda e recuperar o meio ambiente a longo prazo.&lt;br /&gt;Para o ambientalista Sérgio Ricardo, um dos organizadores do Seminário, a opção pelo financiamento do projeto de dragagem do Canal do Cunha expressa os profundos equívocos que orientam a política de responsabilidade ambiental da Petrobrás. “A empresa é a maior poluidora da Baía de Guanabara e ainda mantém um passivo ambiental e social com a região, que vem do derramamento de óleo no ano 2000. A Petrobrás se nega e a indenizar os pescadores prejudicados no episódio, apóia poucos projetos ambientais, prioriza os investimentos em ONGs que pouco fazem pelo meio ambiente e agora resolve financiar um projeto equivocado e ineficaz como a dragagem do Canal do Cunha, que apenas beneficia as grandes empreiteiras. A melhor forma de atuação da empresa seria reparar o seu passivo com a Baía de Guanabara e os pescadores e retomar, assim, uma intervenção ecológica de longo prazo”, disse, lembrando que o projeto em questão ainda traz uma série de problemas técnicos e riscos de acidentes ecológicos, podendo inclusive aumentar as inundações no Canal do Cunha: “A empresa pode estar entrando em uma furada com esse financiamento. O projeto já foi condenado por diversos especialistas de diferentes áreas e, de acordo com a legislação, se houver qualquer problema, quem responderá será o realizador da obra (no caso, o governo do estado do Rio de Janeiro) e seu financiador (a Petrobrás).”&lt;br /&gt;Para ouvir a entrevista com o ambientalista Sérgio Ricardo na Rádio Petroleira, acesse a o Programa Rádio Surgente, de 28/07, através do link Multimídia, na página &lt;a class="style4" href="http://apn.org.br/" target="_blank"&gt;apn.org.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="mailto:agencia@apn.org.br"&gt;Jornal Surgente - Sindipetro-RJ&lt;/a&gt;Apoio: Agência Petroleira de Notícias (&lt;a class="style6" href="http://www.apn.org.br/" target="_blank"&gt;www.apn.org.br&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-7018147160899354509?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/7018147160899354509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=7018147160899354509' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7018147160899354509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/7018147160899354509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/petrobrs-e-meio-ambiente-muito-discurso.html' title='Petrobrás e meio ambiente: muito discurso e pouca ação'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-2640881071910533424</id><published>2008-08-21T16:41:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:46:28.608-07:00</updated><title type='text'>Salas Verdes: Espaço de articulação e transformação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK39WVjzCfI/AAAAAAAAAd0/rKuLyFk9S7s/s1600-h/8a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237120501887994354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK39WVjzCfI/AAAAAAAAAd0/rKuLyFk9S7s/s320/8a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 20/8/2008&lt;br /&gt;Por Juliano Roberto da Silva Raramilho&lt;br /&gt;Hoje elas já são 390, espalhadas por todo o país, funcionam em Prefeituras, ONGs, barcos, escolas. Promovem ações educativas, de formação de educadores, fazem articulações com as estruturas já existentes relacionadas a Educação Ambiental em todo o país.&lt;br /&gt;Estamos falando das Salas Verdes, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) consiste no incentivo à implantação de espaços socioambientais para atuarem como potenciais Centros de informação e Formação ambiental. A dimensão básica de qualquer Sala Verde é a disponibilização e democratização da informação ambiental e a busca por maximizar as possibilidades dos materiais distribuídos, colaborando para a construção de um espaço, que além do acesso à informação, ofereça a possibilidade de reflexão e construção do pensamento/ação ambiental.Sala Verde é um espaço definido, vinculado a uma instituição pública ou privada, que poderá se dedicar a projetos, ações e programas educacionais voltados à questão ambiental. Deve cumprir um papel dinamizador, numa perspectiva articuladora e integradora, viabilizando iniciativas que propiciem uma efetiva participação dos diversos segmentos da sociedade na gestão ambiental, seguindo uma pauta de atuação permeada por ações educacionais, que caminhem em direção à sustentabilidade. &lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK394bwoBgI/AAAAAAAAAd8/0VA5fUXf1WI/s1600-h/8b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237121087667963394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK394bwoBgI/AAAAAAAAAd8/0VA5fUXf1WI/s320/8b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;São estruturas que fazem e procuram cada vez mais, promover o diálogo entre os coletivos educadores, com a promoção da Agenda 21, na articulação com as Conferências Infanto Juvenil, propostas de resgate histórico-cultural e ambiental, dentre outras.Essas Salas promovem a sinergia e potencializam os espaços propícios para a Educação Ambiental nas instituições que são proponentes delas. Além disso, buscam também a multiplicação de parcerias promovendo o acesso, debate, reflexão e ações prática em Educação Ambiental.&lt;br /&gt;A Sala Verde não é apenas uma biblioteca ambiental, é muito mais que isso, é uma estrutura que de acordo com algumas experiência nos mostra a capacidade de articulação e de transformação.&lt;br /&gt;Mas num projeto grande como esse não é fácil o contato com todo ao mesmo tempo e no momento que é necessário. Para tanto os membros participantes do projeto promovem a interação entre as Salas e com a coordenação em Brasília, através de duas principais ferramentas de comunicação:&lt;br /&gt;1- Lista de Comunicação no Yahoo Grupos. Dessa maneira em rede os membros cadastrados (e isso esta aberto para quem não participa do projeto também) podem ficar informados sobre o que esta acontecendo no projeto e também colocar alguns questionamentos na “roda” para a discussão e debate. Para entrar nesse grupo envie um e-mail para &lt;a class="style5" href="mailto:PROJETOSALAVERDE-subscribe@yahoogrupos.com.br"&gt;PROJETOSALAVERDE-subscribe@yahoogrupos.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2- O Blog é a outra ferramenta de comunicação criada para agilizar o contato de experiência das Salas de todo o país. E além, proporcionar o contato com informações e oportunidades na área ambiental e da Educação Ambiental. No endereço &lt;a class="style5" href="http://www.salasverdes.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://www.salasverdes.blogspot.com/&lt;/a&gt; é possível ter uma visão do que as Salas Verdes estão desenvolvendo.&lt;br /&gt;E claro, nem tudo acontece de forma virtual. Encontros presenciais foram realizados como a Oficina de Coletivos Educadores e Salas Verdes e que aconteceram em todos os Estados. Outros encontros específicos também ocorreram como é o caso de São Paulo, Rio Grande do Sul e recentemente do Paraná.&lt;br /&gt;É um projeto que como falamos tem seu surgimento a partir de proposta governamental do Ministério do Meio Ambiente, mas que ao poucos vem trazendo resultados grandiosos no que diz respeito ao envolvimento, a articulação, especialmente no local, onde as coisas acontecem, onde as pessoas precisam de informação, de formação e de motivação para a participação. Aqui nesse breve texto, não citamos nenhuma sala, pessoa ou experiência, pois seriamos injustos e a proposta é instiga-los a conhecer nossos canais de comunicação que já citamos e se não ficou satisfeito acesse ainda &lt;a class="style5" href="http://www.salaverde.cjb.net/" target="_blank"&gt;http://www.salaverde.cjb.net/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Juliano Roberto da Silva Raramilho, é formado em Ciências Sociais pela UNESP, professor no Colégio Agrícola Estadual de Cambará/PR. Coordenador das Salas Verdes de Cambará/PR e Canitar/PR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-2640881071910533424?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/2640881071910533424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=2640881071910533424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2640881071910533424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/2640881071910533424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/salas-verdes-espao-de-articulao-e.html' title='Salas Verdes: Espaço de articulação e transformação'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK39WVjzCfI/AAAAAAAAAd0/rKuLyFk9S7s/s72-c/8a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-9188893629109960956</id><published>2008-08-21T16:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:27:21.032-07:00</updated><title type='text'>Turismo suatentável e Meio Ambiente são destaques na 10ª Edição da Adventure sport Fair</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK35sP8V4tI/AAAAAAAAAds/lu2oJCK3mtQ/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237116480290939602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK35sP8V4tI/AAAAAAAAAds/lu2oJCK3mtQ/s320/2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;20/8/2008&lt;br /&gt;Prestes há completar 10 anos como a maior feira de esportes e turismo de aventura da América Latina, a Adventure Sports Fair 2008, que acontece de 4 a 7 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo, terá um pavilhão específico para debater questões importantes relacionadas a sustentabilidade no turismo sustentável e conservação do meio ambiente. A grande novidade para esse ano é a construção de uma instalação representando uma Ecopousada com objetivo principal demonstrar conceitos, equipamentos, produtos e serviços para a adoção de boas práticas para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;A Ecopousada terá aproximadamente 75m² e será construída com bambu, madeira certificada, reflorestada ou reaproveitada, fibras vegetais (sapé, junco, taboa, entre outras) e tintas naturais. “No interior, os visitantes encontrarão um amiente diferenciado para descanso com redes, almofadas, sofás e pufes. Tudo será elaborado a partir de materiais naturais ou reciclados. E será ambientado com paisagismo que prioriza espécies nativas da Mata Atlântica”, explica o diretor da Adventure, Sergio Franco.&lt;br /&gt;A estrutura foi projetada seguindo os preceitos da Bioarquitetura e do Ecodesign. Para que o visitante entenda esses conceitos, uma exposição será montada em volta da Ecopousada com painéis de textos, ilustrações e fotos sobre o tema “Ecodesign e BioArquitetura, soluções para um Mundo em Transformação”, mostrando os impactos dos humanos na natureza e as várias soluções disponíveis para minimizar os problemas socioambientais atuais.&lt;br /&gt;Este espaço conta com representantes do setor público, privado e do terceiro setor, relacionados ao desenvolvimento do turismo sustentável e a conservação do meio ambiente. As mais conceituadas organizações não-governamentais atuantes também marcam presença, como: SOS Mata Atlântica, WWF-Brasil, Greenpeace, Ipê, Vitae Civilis, entre outras. Além disso, representantes da Secretaria de estado do Meio Ambiente, Fundação Florestal e SEBRAE demonstrarão as interfaces entre os diversos programas em desenvolvimento no nosso estado e País. Participam também entidades envolvidas com acessibilidade e com os processos de certificação nacionais e internacionais, expondo suas iniciativas.&lt;br /&gt;“A presença de representantes de diversas entidades relacionadas ao turismo sustentável e meio ambiente viabiliza a troca de idéias, informações e experiências e promovem o importante diálogo entre o governo, expositores, o trade e o público visitante”, avalia Sérgio Franco.&lt;br /&gt;Segundo o diretor, a Adventure Sports Fair é pioneira na aplicação do conceito de sustentabilidade em feiras. Essa preocupação existe desde o projeto arquitetônico, produtos, equipamentos, ambientação e a realização gestão ambiental dos resíduos gerados, entre outros aspectos.&lt;br /&gt;Vº Fórum Interamericano de Turismo Sustentável&lt;br /&gt;Criado com o objetivo de ser um ponto de encontro para a discussão de temas relacionados à sustentabilidade da atividade turística, o Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (FITS) chega a sua quinta edição. Todos os anos, representantes do setor ambiental, social e privado discutem a importância da sustentabilidade não só como conceito, mas também como prática necessária para os envolvidos direta ou indiretamente com o turismo. Desde a sua primeira edição, em 2003, uma média de 100 a 150 participantes assistem aos debates e palestras. Somando os quatro anos, o FITS contou com cerca de 1000 participantes, em sua maioria, profissionais do setor.&lt;br /&gt;A abertura do V FITS acontece no dia 5 de agosto, às 17h, com a palestra de abertura “Avanços na implementação de boas práticas para a sustentabilidade no turismo no Brasil”, ministrada pelos palestrantes Mario Mantovani (Fundação SOS Mata Atlântica); Dival Schmidt (Programa Bem Receber) e Júlio Felix (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade –IBPQ – Turismo 100%). As inscrições podem ser feitas através do link &lt;a class="style5" href="http://www.adventurefair.com.br/forum_palestras/fits.asp" target="_blank"&gt;http://www.adventurefair.com.br/forum_palestras/fits.asp&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Destaque para os palestrantes internacionais: Ronald Sanabria (Rainforest Alliance/STSC) com o tema “Avanços no cenário internacional”; Oliver Hillel (secretariado para a conservação da biodiversidade) ministrará palestra sobre a “Contribuição do turismo para a conservação da biodiversidade – exemplos práticos”.&lt;br /&gt;A programação do FITS também terá mesa para discussão sobre “Gestão e Uso Turístico em Unidades de Conservação” com Rômulo Mello (presidente do Instituto Chico Mendes); Mario Mantovani (Fundação SOS Mata Atlântica); Israel Waligora (ABETA) e Jaime Rios (Instituto Nacional de Promoción Turística da Argentina).&lt;br /&gt;Café Orgânico&lt;br /&gt;Com o objetivo de proporcionar interação e real contato com práticas de sustentabilidade, a Adventure Sports Fair 2008 monta novamente um quiosque com café orgânico. O espaço será construído com materiais reciclados e recicláveis como aramados, garrafas PET, placas de aparas de tubos de pasta de dentes, entre outros, e proporcionará a degustação de produtos orgânicos, naturais e artesanais.&lt;br /&gt;Empório&lt;br /&gt;Mais uma oportunidade para que os visitantes tenham contato direto com o conceito de sustentabilidade com a oferta de produtos diferenciados, produzidos a partir de matéria prima reciclada, orgânica, reaproveitamento de materiais e/ou artesanais, produzidos por comunidades, sob o conceito de mercado justo.&lt;br /&gt;SERVIÇO:Adventure Sports Fair 2008Centro de Exposições ImigrantesRod. dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo - SP04 a 07 de Setembro de 2008Quinta a Domingo das 14h às 22hIngresso - R$ 20,00 (desconto de 50% no 1° dia). Estudantes têm desconto de 50% no 1° e 2° dia.Site: &lt;a class="style5" href="http://www.adventurefair.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.adventurefair.com.br/&lt;/a&gt;Tel para mais informações: (11) 3816-2227&lt;br /&gt;Marcela Ruas (11) 3846-5787 R. 18 / (13) 7850-5630 / ID: 142*2750(21) 3461-4616 (61) 3322-0082 &lt;a class="style6" href="http://www.approach.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.approach.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-9188893629109960956?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/9188893629109960956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=9188893629109960956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9188893629109960956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/9188893629109960956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/turismo-suatentvel-e-meio-ambiente-so.html' title='Turismo suatentável e Meio Ambiente são destaques na 10ª Edição da Adventure sport Fair'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SK35sP8V4tI/AAAAAAAAAds/lu2oJCK3mtQ/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-224994799922582005</id><published>2008-08-01T17:49:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T17:50:00.163-07:00</updated><title type='text'>Rede hoteleira incentiva hóspedes a contribuírem em prol da natureza</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;30/7/2008&lt;br /&gt;Hospedagem Ambientalmente Correta, parceria entre a rede Sol Meliá Hotels &amp;amp; Resorts e ONG WWF – Brasil, gera cerca de R$ 50 mil no primeiro semestre deste ano&lt;br /&gt;A Sol Meliá Hotels &amp;amp; Resorts comemora junto com a WWF Brasil os significativos valores de suas ações em prol do meio ambiente e conservação da natureza.&lt;br /&gt;No primeiro semestre de 2008 a rede hoteleira repassou cerca de R$ 50 mil para a WWF – Brasil, ONG nacional, que desde 1996 integra a maior rede mundial de conservação da natureza.&lt;br /&gt;A ação Hospedagem Ambientalmente Correta tem como principal objetivo a conscientização dos hóspedes e colaboradores frente às questões ambientais do nosso país. Ao se hospedar em uma das diversas unidades da rede no Brasil, o cliente tem a oportunidade de colaborar com o meio ambiente doando R$ 1,00 ao WWF–Brasil (&lt;a class="style4" href="http://www.wwf.org.br/" target="_blank"&gt;www.wwf.org.br&lt;/a&gt;). Já no Meliá Brasil 21 (DF) e Meliá Jardim Europa (SP), a cada doação feita pelos hóspedes, o hotel dobra o valor e doa mais R$ 1,00. Toda renda arrecadada é revertida em ações de melhoria contra os impactos ambientais.&lt;br /&gt;O início da parceria corporativa surgiu no final de 2007, a partir de sugestões internas e ações que foram implantadas em algumas unidades, incrementando o relacionamento e conseqüentemente a arrecadação.&lt;br /&gt;Desde junho, cada R$ 1,00 de contribuição dos hóspedes da Sol Meliá Hotels &amp;amp; Resorts vale um adesivo da ONG WWF – Brasil, entregue diretamente ao doador. A medida começou por ocasião da Semana de Meio Ambiente e Ecologia e será mantida nos próximos meses.&lt;br /&gt;Sol Meliá Hotels &amp;amp; Resorts&lt;br /&gt;A Sol Meliá Hotels &amp;amp; Resorts está instalada no Brasil desde 1992 e mantém escritório corporativo em São Paulo. Atualmente, administra 14 empreendimentos, totalizando 3.377 apartamentos, localizados nas cidades de São Paulo, Angra dos Reis, Brasília, Campinas e Guarulhos.&lt;br /&gt;Em 2008, a companhia inicia a construção, com recursos próprios, do Complexo Turístico e Imobiliário Guarajuba - Bahia, na cidade de Camaçari, em uma área privilegiada de cinco milhões de metros quadrados, que prevê a construção de quatro hotéis com cerca de 1.200 quartos e um residencial de alto padrão. Também este ano, assinou contrato com o grupo espanhol Paraísos do Brasil para administrar o Complexo Turístico e Imobiliário Jacumã Beach Resort, localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, que será formado por cinco condomínios de uso misto, um hotel com 300 apartamentos e quatro residenciais com serviços.&lt;br /&gt;Sol Meliá, fundada em 1956 em Palma de Mallorca (Espanha), é a maior rede hoteleira de lazer do mundo, além de líder absoluta no mercado espanhol, tanto no âmbito de lazer como no de negócios. Atualmente dispõe de mais de 400 hotéis distribuídos em 35 países de quatro continentes, e conta com mais de 32.500 empregados. As marcas dos hotéis administrados são Gran Meliá, Paradisus, ME by Meliá, Meliá, Innside, Tryp, Sol e Sol Meliá Vacation Club.&lt;br /&gt;Informações e reservas podem ser obtidas pelos telefones: São Paulo e exterior: (55-11) 3748 8771&lt;br /&gt;Demais localidades do Brasil: 0800 703 3399&lt;br /&gt;Sobre o WWF&lt;br /&gt;O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.&lt;br /&gt;Informações Adicionais para a Imprensa Press &amp;amp; Mídia Comunicação Tel: (11) 5016-1443 – &lt;a class="style4" href="mailto:pressemidia@pressemidia.com.br"&gt;pressemidia@pressemidia.com.br &lt;/a&gt;Contato: Dirce Alves e Marcelo Balbino &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-224994799922582005?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/224994799922582005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=224994799922582005' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/224994799922582005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/224994799922582005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/rede-hoteleira-incentiva-hspedes.html' title='Rede hoteleira incentiva hóspedes a contribuírem em prol da natureza'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-4253267071362605832</id><published>2008-08-01T17:36:00.001-07:00</published><updated>2008-08-01T17:36:45.612-07:00</updated><title type='text'>Carlos Minc comanda operação de repressão ao crime ambiental na Amazônia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;1/8/2008&lt;br /&gt;Ronie Lima&lt;br /&gt;Brasília, DF - Em meio a um cenário desolador de devastação da Floresta Amazônica nos municípios paraenses de Altamira e Novo Progresso, operação de repressão ao crime ambiental comandada anteontem (30/7) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, terminou com a apreensão de 3,2 mil m3 de toras de madeira nobre, apreensão de 4.000 cabeças de gado de corte e multas somando R$ 10 milhões.&lt;br /&gt;A operação, no chamado Arco do Desmatamento, no Distrito Florestal da BR 163, contou com a participação de cerca de 200 agentes da Polícia Federal, das polícias Militar e Civil do Pará, do Ibama e do Instituto Chico Mendes. Num sobrevôo de helicóptero pela área devastada, a partir da base militar de Cachimbo, o ministro ficou chocado com o que viu: grandes extensões de desmatamentos, queimadas e ocupação irregular de gado.&lt;br /&gt;"Vamos enfrentar a realidade, a verdade é essa: o desmatamento. É necessário intensificarmos as operações de repressão, mas também dar alternativas econômicas para a população da região", disse Minc.&lt;br /&gt;A operação comandada pelo próprio ministro começou por volta das 10h, com o pouso de um helicóptero da FAB em Castelo de Sonhos, distrito de Altamira, no Sul do Pará. Ali, tendo ao lado o presidente do Instituto Chico Mendes, Rômulo Mello, e o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, Minc presenciou a apreensão de 3,2 mil m3 de toras de madeiras de até 1,5 metro de diâmetro, de árvores como angelim duro, jatobá, cedro e peroba.&lt;br /&gt;O ministro anunciou então a doação da madeira apreendida à Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Pará, para que seja vendida e a verba revertida para operações de fiscalização contra desmatamentos. As toras foram encontradas estocadas em esconderijo, e ninguém apareceu para reclamar sua propriedade. O governo estadual espera arrecadar R$ 2 milhões com a venda da madeira apreendida.&lt;br /&gt;Ao todo, reunindo uma grande quantidade de madeira apreendida recentemente no Pará, não só em Castelo de Sonhos, mas em Belém e Tailândia, o governo estadual pretende arrecadar R$ 20 milhões com sua venda, que serão revertidos para fortalecer as ações de combate ao crime ambiental.&lt;br /&gt;Após protesto de um grupo de 50 pessoas que reclamavam do alto índice de desemprego na região, que vivia em torno do corte de madeira, com o início da Operação Arco de Fogo, da Polícia Federal, Minc acabou aplaudido quando afirmou que o governo federal pretende dobrar, já em 2009, a oferta de madeira certificada, originada de cortes controlados em florestas nacionais, a partir do estabelecimento de planos de manejo.&lt;br /&gt;Em seguida, a equipe que acompanhava o ministro, inclusive 14 jornalistas, seguiu de helicóptero para a Fazenda São Sebastião, em Novo Progresso, dentro dos limites da Floresta Nacional de Jamanxim. Segundo investigações, a fazenda pertence a José Carlos da Silva, que mora em Mato Grosso, e foi arrendada por Sérgio Aparecido da Silva, que ali cria irregularmente 4 mil cabeças de gado.&lt;br /&gt;O Ibama calcula que dos 1,3 milhão de hectares dessa unidade de conservação, o responsável pela fazenda tenha devastado 3 mil hectares de floresta. O gado foi apreendido e o fazendeiro multado em R$ 10 milhões, por dano a uma unidade de conservação, por desrespeito a um embargo da área, no ano passado, por desmatamentos e queimadas. Além disso, Sérgio da Silva foi intimado a retirar o gado da região em 30 dias. Caso não cumpra o determinado, o gado será apreendido e, mais tarde, vendido em leilão pelo governo federal.&lt;br /&gt;O capataz da fazenda, David Joaquim Gonçalvez, foi conduzido para a delegacia policial da região para prestar depoimento em abertura de inquérito sobre os crimes ambientais praticados na região. O Ibama entrará com pedido de ação civil pública contra os donos da fazenda e do gado pelos danos causados ao meio ambiente. Além disso, foi solicitado ao Ministério Público abertura de inquérito criminal contra os dois.&lt;br /&gt;Além do desmatamento e do gado pastando, a fazenda apresentava vários focos de incêndio. Por pouco, as labaredas não atingiram o helicóptero da comitiva ministerial, que teve que levantar vôo rapidamente para escapar do fogo.&lt;br /&gt;Ao comentar os índices de desmatamento na Amazônia, que sofreram queda, Minc alertou, porém, que não dá para descansar: "Se a gente parar pra tomar fôlego, estamos fritos, carbonizados".&lt;br /&gt;O ministro voltou a repetir que não se combate o desmatamento na Amazônia apenas com ações repressivas, mas principalmente incentivando-se alternativas econômicas para o sustento da população da região, para que seja estimulada a manter a floresta em pé.&lt;br /&gt;Por isso, em curto discurso improvisado no distrito de Castelo de Sonhos, ele anunciou que o governo federal está investindo R$ 70 milhões para a elaboração de planos de manejo de 16 florestas nacionais - sendo seis na região do Distrito Florestal da BR 163, como a Flona de Jamanxim -, para que possa haver a exploração sustentável de madeira.&lt;br /&gt;Esses planos deverão ficar prontos em 2009, e o governo espera arrecadar R$ 120 milhões com as concessões para a venda de madeira certificada. "Sem planos de manejo não há solução para a Floresta Amazônica", avaliou Carlos Minc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=279241" target="_blank"&gt;Amazonia.org.br &lt;/a&gt;/ MMA. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-4253267071362605832?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/4253267071362605832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=4253267071362605832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4253267071362605832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/4253267071362605832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/08/carlos-minc-comanda-operao-de-represso.html' title='Carlos Minc comanda operação de repressão ao crime ambiental na Amazônia'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3652243420942395567</id><published>2008-06-14T07:26:00.000-07:00</published><updated>2008-06-14T07:27:31.557-07:00</updated><title type='text'>Votorantim: uma história de degradação ambiental e social</title><content type='html'>&lt;p&gt;13/6/2008 &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O atual modelo econômico quer transformar os alimentos, a energia e todos os recursos naturais em mercadorias para atender aos interesses, ao lucro e à ganância das grandes empresas multinacionais. O grupo Votorantim é uma dessas empresas que atuam em vários setores industriais, apropriando-se da terra, das águas, dos minerais e da biodiversidade, privatizando o que é de todos.&lt;br /&gt;Os lucros extraordinários da empresa provêm do tipo de ação desenvolvida e, em sua prática, explora os recursos públicos nacionais e degrada o meio ambiente.&lt;br /&gt;Por que protestamos contra a Votorantim? - A Votorantim Metais é responsável pelo despejo de metais pesados como zinco e chumbo no rio São Franscisco, na região de Três Marias/MG. Os níveis de zinco na água estão cinco mil vezes acima do tolerável.&lt;br /&gt;- A Votorantim é uma grande produtora de papel e celulose e responsável por enormes plantações de eucalipto que se transformam em verdadeiros desertos verdes, substituindo a terra que devia ser para produção de alimentos. A Votorantim utiliza 121,2 mil hectares em São Paulo para o monocultivo de eucalipto&lt;br /&gt;- A Votorantim consome cerca de 4% de toda a energia elétrica produzida no país, o que corresponde ao consumo de energia de um estado como Pernambuco, com 8 milhões de habitantes.&lt;br /&gt;- A energia consumida é utilizada na produção de minérios e celulose, em sua grande maioria voltados para a exportação.&lt;br /&gt;- Em barragens que a Votorantim é sócia, tem sido utilizada a prática da fraude ambiental, como no caso da Barragem de Barra Grande (divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina). Para a construção dessa barragem, as empresas fraudaram o relatório de impacto ambiental, escondendo a existência de 5 mil hectares de mata atlântica nativa, que foram destruídos e inundadas.&lt;br /&gt;- A Votorantim Energia possui metade das ações da VBC Energia, principal controladora da CPFL, empresa que distribui energia elétrica no interior de São Paulo.&lt;br /&gt;- A CPFL vende a energia para as famílias por um valor até sete vezes maior do que o preço de custo da energia. Além disso, não divulga o direito à Tarifa Social para quem consome até 220 kwh/mês. Neste caso, a Votorantim explora as famílias mais pobres das cidades.&lt;br /&gt;- Por 20 anos, o Grupo Votorantin tenta implementar a barragem de Tijuco Alto no rio Ribeira de Iguape, que corta os estados de São Paulo e Paraná. Esta é a região mais preservada de Mata Atlântica do Brasil, sendo considerada a Amazônia do Sudeste. A resistência das comunidades locais e das organizações sócio-ambientais tem evitado a concretização do projeto.&lt;br /&gt;- A Votorantim quer fazer barragens no último rio vivo e livre do estado de São Paulo. Quer fazer mais quatro barragens que inundarão uma área de 11 mil hectares. Um dos objetivos da construção da barragem de Tijuco Alto é a ampliação da capacidade de produção e exportação de alumínio na região de Sorocaba (SP).&lt;br /&gt;- Com a alta dos preços dos alimentos, o valor da cesta básica de São Paulo passou a ser considerado o 2ª maior do país, custando R$ 233,92. Um dos fatores que têm contribuído para esse aumento é o domínio das transnacionais no setor agrícola brasileiro. O grupo Votorantim tem grande participação nisso&lt;br /&gt;Por tudo isso, ocupamos o prédio da Votorantim e milhares de pessoas, do campo e da cidade, estão mobilizadas, entre os dias 10 e 13 de junho, contra o avanço das grandes empresas transnacionais, que controlam nossa agricultura, consomem grande parte da nossa energia, degradam o meio ambiente e contribuem para a pobreza do povo brasileiro.&lt;br /&gt;Viva a luta do povo brasileiro!&lt;br /&gt;Via Campesina – Assembléia Popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style6" href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/rebia/conheca.asp" target="_blank"&gt;REBIA Nacional&lt;/a&gt; / &lt;a class="style6" href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/1927/" target="_blank"&gt;Correio da Cidadania &lt;/a&gt;/ &lt;a class="style6" href="mailto:fabianobarretto@globalgarbage.org"&gt;Fabiano Barretto&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3652243420942395567?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3652243420942395567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3652243420942395567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3652243420942395567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3652243420942395567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/06/votorantim-uma-histria-de-degradao.html' title='Votorantim: uma história de degradação ambiental e social'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-3346097997679118310</id><published>2008-06-14T07:23:00.000-07:00</published><updated>2008-06-14T07:24:05.270-07:00</updated><title type='text'>Dar valor à floresta "em pé" como alternativa ao padrão de tradicional de desmatamento</title><content type='html'>&lt;p&gt;14/6/2008&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por Carlos Eduardo Young* Enquanto o lucro anual com um boi é de R$ 100, o valor do carbono emitido para o pasto crescer chega aos US$ 4.800&lt;br /&gt;O pau está comendo -ou melhor, queimando- na floresta amazônica. No debate sobre o futuro da floresta, boa parte dos atores insiste em repetir antigas falas, como a necessidade de desmatar para garantir o "progresso" ou negar a realidade dos números do desmatamento. Mas existem idéias novas que podem construir o tão necessário consenso.&lt;br /&gt;A mais importante delas é dar valor à floresta conservada ("em pé") como forma alternativa ao padrão tradicional de ocupação pelo desmatamento. O conceito é simples: se o valor dos serviços ambientais gerados pela floresta for maior do que o lucro obtido com a extração predatória da madeira e com a pastagem ou cultivo implementados em seu lugar, então, economicamente, seria ilógico desmatar!&lt;br /&gt;Uma conta rápida exemplifica como a incorporação de apenas um desses serviços, a manutenção dos estoques de carbono, torna a conservação florestal economicamente atraente. Para adicionar um boi a mais na Amazônia, queima-se em média 1,5 hectare de floresta, lançando cerca de 180 toneladas de carbono na atmosfera -algo equivalente à emissão anual de duzentos automóveis, rodando mil quilômetros mensais!&lt;br /&gt;O lucro anual que o fazendeiro pode obter com o aumento do rebanho na fronteira amazônica dificilmente ultrapassará R$ 100 por animal, e o rendimento médio está bem abaixo disso.&lt;br /&gt;Mas o custo desse carbono emitido para aumentar a pastagem vale, na Bolsa de Clima de Chicago, cerca de US$ 4.800 e mais ainda no mercado europeu. Ou seja, quem está trocando ouro por espelhos não são os povos indígenas, mas a destruição causada pela nossa "marcha do progresso".&lt;br /&gt;Como dar valor à floresta em pé? Pelo pagamento dos serviços ambientais da floresta, conforme propõe o Pacto do Desmatamento Zero. O pacto foi lançado em 2007, após resultado de longa negociação entre ONGs, Ministério do Meio Ambiente e governos estaduais, inclusive o Mato Grosso do governador Blairo Maggi.&lt;br /&gt;Por isso, como já percebeu o ministro Carlos Minc, é a forma mais próxima de atingir consenso sobre como garantir desenvolvimento sustentável da Amazônia.&lt;br /&gt;A proposta consiste em combinar o aumento de ações de fiscalização e controle do território com incentivos econômicos para os produtores que conciliem produção com conservação florestal em terras privadas.&lt;br /&gt;Ações positivas&lt;br /&gt;Do lado dos governos, União, Estados e municípios, significa aumentar a capacidade operacional das agências ambientais e de regularização fundiária, por meio do aumento de recursos, materiais e humanos, e incentivar a expansão e melhoria na capacidade de gestão das áreas protegidas, inclusive terras indígenas, sob controle direto do poder público.&lt;br /&gt;Do lado do setor privado, o pacto prevê que ações positivas dos proprietários que investem em conservação florestal devam ser remuneradas. Esse é o ponto mais controverso, pois alguns alegam que não se deve premiar alguém por simplesmente respeitar o Código Florestal.&lt;br /&gt;Mas os sucessivos fracassos em tentar conter o desmatamento somente na base da "polícia ambiental" acabaram levando a uma visão mais pragmática, pois o custo social do desmatamento é muito superior ao valor necessário para induzir à conservação da floresta.&lt;br /&gt;Como financiar esse plano? Em primeiro lugar, é fundamental que os gastos com o ambiente recuperem, em termos relativos, a importância que já tiveram.&lt;br /&gt;Enquanto o orçamento do governo federal previsto para transporte cresceu mais de quatro vezes entre 2004 e 2007, saltando de R$ 2 bilhões para R$ 8,8 bilhões, os gastos com proteção ambiental ficaram estagnados em torno de R$ 450 milhões.&lt;br /&gt;Em termos percentuais, os gastos ambientais caíram de 6,4% das despesas com infra-estrutura em 2004 para míseros 2,3% em 2007. Simplesmente recuperar a participação relativa de 2004 significaria mais R$ 1 bilhão, e, se a meta for voltar ao gasto relativo de 1996/98, outro bilhão de reais deverá ser acrescido.&lt;br /&gt;Existem formas inteligentes de gastar esse dinheiro na Amazônia, e o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), do próprio governo federal, é um bom exemplo de como a gestão ambiental pode ser incrementada com resultados práticos.&lt;br /&gt;Outra forma de obter recursos é pela venda de produtos e serviços da floresta. As concessões florestais em terras públicas podem garantir outro quinhão significativo de recursos, ao mesmo tempo em que impedem a "privataria" com terras públicas -toda vez que unidades de conservação ou terras indígenas são transformadas em fazendas particulares, mais um pedaço de patrimônio público é dilapidado para aumentar a riqueza privada de alguns.&lt;br /&gt;O resto da sociedade global também deve contribuir para a preservação da Amazônia, sem ferir nossa legitimidade e soberania. O BNDES acaba de anunciar a criação de um fundo nesses moldes -aliás, como já previsto pelo Pacto do Desmatamento Zero, por meio de uma doação do governo norueguês.&lt;br /&gt;Mas, para que a captação seja mais efetiva e atraia recursos privados, é preciso que tais operações resultem na criação de créditos de carbono, válidos nos mercados de carbono mundiais. Até agora, o governo federal brasileiro tem insistido em que ações que reduzam o desmatamento não possam gerar créditos de carbono e, por isso, acaba penalizando o país, pois bloqueia a principal forma de pagamento pela floresta em pé.&lt;br /&gt;A reversão dessa posição é fundamental para o sucesso dos fundos de desenvolvimento sustentável da Amazônia, como o recém-criado pelo próprio BNDES.&lt;br /&gt;(*)CARLOS EDUARDO FRICKMANN YOUNG é professor associado do Instituto de Economia da Universidade Federal do RJ.Link: &lt;a class="style5" href="http://www.fundosambientais.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=70&amp;amp;Itemid=1" target="_blank"&gt;http://www.fundosambientais.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=70&amp;amp;Itemid=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-3346097997679118310?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/3346097997679118310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=3346097997679118310' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3346097997679118310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/3346097997679118310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/06/dar-valor-floresta-em-p-como.html' title='Dar valor à floresta &quot;em pé&quot; como alternativa ao padrão de tradicional de desmatamento'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-133579013239289625</id><published>2008-06-14T06:39:00.000-07:00</published><updated>2008-06-14T06:41:34.461-07:00</updated><title type='text'>Os dez Princípios Universais do Pacto Global</title><content type='html'>&lt;p&gt;14/6/2008&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho sobre Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção:&lt;br /&gt;Princípios de Direitos Humanos1. Respeitar e proteger os direitos humanos; 2. Impedir violações de direitos humanos;&lt;br /&gt;Princípios de Direitos do Trabalho3. Apoiar a liberdade de associação no trabalho;4. Abolir o trabalho forçado;5. Abolir o trabalho infantil;6. Eliminar a discriminação no ambiente de trabalho;&lt;br /&gt;Princípios de Proteção Ambiental7. Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais;8. Promover a responsabilidade ambiental;9. Encorajar tecnologias que não agridem o meio ambiente.&lt;br /&gt;Princípio contra a Corrupção 10. Combater a corrupção em todas as suas formas inclusive extorsão e propina.&lt;br /&gt;Princípios de Direitos Humanos&lt;br /&gt;Princípio 1 Apoiar e respeitar a proteção dos direitos humanos proclamados internacionalmente&lt;br /&gt;Princípio 2 Evitar a cumplicidade nos abusos dos direitos humanos&lt;br /&gt;A origem dos Princípios 1 e 2 relacionados aos direitos humanos é encontrada na &lt;a class="style4" href="http://www.pactoglobal.org.br/documentos_direitoshumanos.php" target="_blank"&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos&lt;/a&gt; (DUDH), de 1948. O objetivo desta declaração é estipular padrões internacionais mínimos para a proteção dos direitos e liberdades do indivíduo, hoje amplamente considerados como formadoras da base do direito internacional. Especificamente, os componentes da DUDH são considerados como lei consuetudinária internacional e não exigem assinatura ou aprovação pelo estado para serem reconhecidas como padrão legal.&lt;br /&gt;A Declaração Universal também passou a ter força de lei por dois tratados:&lt;br /&gt;&lt;a class="style4" href="http://www.unicef.org/brazil/dir_cri.htm" target="_blank"&gt;A Convenção Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (CIDESC)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="style7" href="http://boes.org/un/porun-b.html" target="_blank"&gt;A Convenção Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (CIDCP) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;que foram firmados em 1966 e entraram em vigor em 1976. A Declaração Universal e as duas convenções são referidas como Declaração Internacional de Direitos.&lt;br /&gt;O que é a Declaração Universal dos Direitos Humanos?&lt;br /&gt;Para usar as palavras exatas do texto, a Assembléia Geral das Nações Unidas proclamou que:&lt;br /&gt;“um padrão comum de realização para todos os povos e todas as nações, a fim de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade tenham sempre em mente esta Declaração, e se empenhem ensinando e educando a promover o respeito por estes direitos e liberdades e mediante medidas progressivas, nacionais e internacionais, para garantir seu reconhecimento e observância em bases universais e efetivas...”&lt;br /&gt;A Declaração começa especificando sua premissa básica de “igualdade” - de que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos.” Continua dando conteúdo ao entendimento de igualdade, proibindo qualquer distinção no gozo dos direitos humanos em virtude de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra opinião, origem nacional ou social, propriedade, nascimento ou outra posição.&lt;br /&gt;Os autores da Declaração estavam bem cientes de que os direitos que estavam proclamando em 1948 eram (e ainda estão) longe de serem respeitados. Eles também sabiam que alcançar o objetivo de gozo universal daqueles direitos, por todos, exigiria um esforço imenso de cada indivíduo e de cada grupo na sociedade. Então, eles dirigiram sua convocação para a ação não especificamente para governos, mas para “cada indivíduo e órgão da sociedade”.&lt;br /&gt;Baseando-se no fato da responsabilidade recair sobre cada indivíduo e cada grupo em sociedade é que os Princípios 1 e 2 do Pacto Global convocam as empresas não somente a desenvolver uma consciência dos direitos humanos mas também a trabalhar dentro de sua esfera de influência para proteger estes direitos humanos universais.&lt;br /&gt;Por que os Direitos Humanos são Importantes para o Negócio&lt;br /&gt;A responsabilidade pelos direitos humanos não está somente com os governos ou com as nações. As questões de direitos humanos são importantes tanto para os indivíduos como para as organizações que eles venham a criar. Como parte do seu compromisso com o Pacto Global, a comunidade empresarial tem a responsabilidade de proteger os direitos humanos tanto no local de trabalho como mais amplamente em sua esfera de influência. O imperativo moral crescente de se comportar com responsabilidade está aliado ao reconhecimento de que um bom desempenho em direitos humanos pode favorecer o aprimoramento do desempenho comercial.&lt;br /&gt;As razões pelas quais as empresas abordam as questões de direitos humanos incluem:&lt;br /&gt;Cumprimento à lei local e à lei internacionalNo mínimo, o negócio deve empenhar-se para assegurar que suas operações sejam consistentes com os princípios legais aplicáveis no país onde opera. A consideração de processos contra multinacionais pela prática precária fora de seu país de origem é uma tendência em crescimento.&lt;br /&gt;Promoção da norma legalOs negócios que operam fora de seu país de origem podem ter uma oportunidade de promover e provocar padrões em países onde o apoio e o cumprimento das questões de direitos humanos seja insuficiente. As sociedades onde os direitos humanos são respeitados são mais estáveis e oferecem um ambiente de qualidade para os negócios.&lt;br /&gt;Abordagem das preocupações com o consumidorO acesso às informações globais significa que os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a origem de suas mercadorias e as condições sob as quais são produzidas. Uma abordagem pró-ativa de direitos humanos pode reduzir os impactos potencialmente negativos da publicidade adversa, por parte de organizações de consumidores e grupos de interesse.&lt;br /&gt;Administração da cadeia de fornecimentoO fornecimento e a produção globais significam que as empresas precisam estar plenamente conscientes das questões potenciais dos direitos humanos tanto as favoráveis como as desfavoráveis. A promoção das melhores práticas de direitos humanos permitirá que o negócio selecione os parceiros comerciais adequados.&lt;br /&gt;Aumento da produtividade e da retenção da força de trabalhoOs trabalhadores tratados com dignidade, e que recebem recompensas justas pelo seu trabalho, tendem a ser mais produtivos e a permanecer leais a um empregador. Cada vez mais os novos colaboradores consideram a história social e ambiental das empresas ao fazer sua escolha de empregador.&lt;br /&gt;Formação de bons relacionamentos na comunidadeAs empresas que operam em bases globais ficam visíveis a um público maior no mundo todo, em decorrência dos avanços nas tecnologias de comunicação. A abordagem positiva de questões de direitos humanos pode trazer compensações tanto em nível local, nas comunidades locais, quanto nas comunidades globais mais amplas onde as empresas operam.&lt;br /&gt;Princípios de Direitos do Trabalho&lt;br /&gt;Princípio 3 Defender a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva&lt;br /&gt;Princípio 4 Eliminar todas as formas de trabalho forçado ou compulsório&lt;br /&gt;Princípio 5 Erradicar efetivamente o trabalho infantil&lt;br /&gt;Princípio 6 Eliminar a discriminação no emprego e na ocupação&lt;br /&gt;Os quatro princípios de direitos do trabalho do Pacto Global, propugnados pela &lt;a class="style4" href="http://www.ilo.org/public/portugue/region/ampro/brasilia/" target="_blank"&gt;Organização Internacional de Trabalho (OIT)&lt;/a&gt; por meio da Declaração dos Princípios Fundamentais e Direitos no Trabalho, foram adotados na 86a Conferência Internacional do Trabalho, em 1998. A OIT tem uma estrutura única (tripartite) composta de governos, empregadores e trabalhadores, sendo a única agência das Nações Unidas cujos membros são compostos por governos e setor privado. Conseqüentemente, a Declaração representa um consenso universal entre aqueles partícipes preocupados com as questões trabalhistas, de promoção e proteção dos princípios no mundo inteiro.&lt;br /&gt;Estes princípios são também tema das Convenções da OIT. As convenções são tratados ratificados pelos Estados membros, que assim aceitam estar legalmente vinculados pelos mesmos. Todos os países - tenham ou não ratificado as Convenções relevantes - têm a obrigação de “respeitar, promover e cumprir de boa fé” os princípios.&lt;br /&gt;O objetivo da OIT, ao participar do Pacto Global, é catalizar o apoio da comunidade empresarial. Os princípios dos Direitos do Trabalho 3, 4, 5 e 6, tratam dos princípios fundamentais no local de trabalho, e o desafio empresarial é adotar estes valores aceitos universalmente e aplicá-los na empresa.&lt;br /&gt;Princípios de Proteção Ambiental&lt;br /&gt;Princípio 7 As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva para os desafios ambientais&lt;br /&gt;Princípio 8 As empresas devem assumir iniciativas para promover uma maior responsabilidade ambiental.&lt;br /&gt;Princípio 9 As empreas devem encorajar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias ambientalmente sustentáveis&lt;br /&gt;A Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento oferece a base para os Princípios Ambientais do Pacto Global.&lt;br /&gt;O negócio ganha legitimidade através do atendimento das necessidades da sociedade, e cada vez mais a sociedade está expressando a clara necessidade de mais práticas sustentáveis ambientalmente. Um modo da empresa demonstrar o seu compromisso com uma maior responsabilidade ambiental é através da mudança do seu modus operandi, dos chamados “métodos tradicionais” para abordagens mais responsáveis, tratando de questões ambientais:&lt;br /&gt;DE&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;PARA&lt;br /&gt;Uso de recursos ineficazes&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Produtividade de recursos&lt;br /&gt;Tecnologia end-of-pipe&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Produção mais limpa&lt;br /&gt;Relações públicas&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Controle corporativo&lt;br /&gt;Reativo&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Pró-ativo&lt;br /&gt;Sistemas de administração&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Ciclos da vida, projeto de negócio&lt;br /&gt;Comunicação unilateral e passiva&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;br /&gt;Multiplicidade de participantes, diálogo ativo&lt;br /&gt;As razões pelas quais uma empresa deve pensar sobre a melhoria de seu desempenho ambiental:&lt;br /&gt;- Aplicação de uma produção mais limpa e uma eficiência ecológica levam a uma melhor produtividade dos recursos;&lt;br /&gt;- Novos instrumentos econômicos (impostos, encargos, alvarás comerciais) estão recompensando as empresas limpas;&lt;br /&gt;- Os regulamentos ambientais estão endurecendo;&lt;br /&gt;- As seguradoras preferem uma empresa mais limpa e de risco mais baixo;&lt;br /&gt;- Os bancos tendem mais a emprestar para uma empresa cujas operações não onerarão o banco com processos na área ambiental ou grandes contas de liquidação;&lt;br /&gt;- A administração ambiental tem um efeito positivo para a imagem da empresa;&lt;br /&gt;- Os empregados tendem a preferir trabalhar para uma empresa ambientalmente responsável (tal empresa também tem geralmente registros de boa saúde e segurança para o trabalhador);&lt;br /&gt;- A poluição ambiental ameaça a saúde humana;&lt;br /&gt;- Os clientes estão exigindo produtos mais limpos.&lt;br /&gt;Princípio contra a Corrupção&lt;br /&gt;Princípio 10 Combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.&lt;br /&gt;O combate à corrupção está intimamente vinculado à transparência. O conceito de transparência, também ligado aos outros nove Princípios do Pacto Global, inclui uma ampla gama de questões: no nível micro, problemas causados pelo suborno e pela corrupção, fontes e uso de recursos financeiros, impactos ambientais e sociais de operações e produtos; no nível macro, questões referentes à governança, e aos papéis e responsabilidades de atores societários, com efeito corrosivo sobre a democracia, o desenvolvimento, o estado de direito e a atividade econômica. Transparência e combate à corrupção é um princípio que se aplica a entidades em todas as áreas, incluindo governos, organizações de trabalhadores, organizações da sociedade civil e empresas.&lt;br /&gt;No contexto do Pacto Global, podemos tratar a questão da “transparência” através:· Do exame de iniciativas existentes sobre transparência: Temos experiências de empresas ou de setores que já estão lidando com a questão da transparência e da corrupção? · &lt;a class="style4" href="http://www.onu-brasil.org.br/doc_contra_corrup.php" target="_blank"&gt;Da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção&lt;/a&gt;: Como a Convenção das Nações Unidas se relaciona à iniciativas anti-corrupção? Quais são as questões que afetam diretamente o negócio? · Da integração à luta contra a corrupção no Pacto Global: Como as atividades do Pacto Global se relacionam ao combate à corrupção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a class="style9" href="http://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank"&gt;IFEC - Instituto Interamericano de Fomento à Educação&lt;/a&gt; / &lt;a class="style9" href="mailto:leandroduartem@yahoo.com.br"&gt;Leandro Duarte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-133579013239289625?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/133579013239289625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=133579013239289625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/133579013239289625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/133579013239289625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/06/os-dez-princpios-universais-do-pacto.html' title='Os dez Princípios Universais do Pacto Global'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-126214585120175093</id><published>2008-06-14T06:02:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T21:52:28.961-08:00</updated><title type='text'>É possível viver sem petróleo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SFPB0lFK5GI/AAAAAAAAAYk/8EWnFQf-wts/s1600-h/9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211722302848951394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SFPB0lFK5GI/AAAAAAAAAYk/8EWnFQf-wts/s320/9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; 14/6/2008&lt;br /&gt;Por Redação Akatu O mundo se prepara para diminuir a dependência deste recurso, mas enfrenta dificuldades.&lt;br /&gt;Diante da escassez anunciada, dos preços em alta e do aquecimento global, o mundo se prepara para reduzir o uso de uma de suas principais fontes de energia, o petróleo. Produtoras e distribuidoras investem em alternativas. Montadoras testam novas tecnologias para mover carros e caminhões. Mas a tarefa é difícil. Da gélida Sibéria ao tórrido deserto do Saara, não há quem dispense o uso do petróleo. A redução influenciaria a quantidade e o tipo dos bens produzidos na economia mundial – e não se está falando apenas de energia e transporte.&lt;br /&gt;Formado por uma mistura de compostos, o petróleo é matéria-prima essencial nas indústrias de tintas, ceras, vernizes, resinas, extração de óleos e gorduras vegetais, pneus, borrachas, fósforos, fertilizantes e alimentos. A partir de seu refino são extraídos, entre outros, gasolina, diesel, querosene, óleo combustível, lubrificante e parafina. Além disso, as perfurações em busca de petróleo geram também o gás de cozinha, encontrado nos poços de petróleo. Assim, não é à toa que ele tenha sido apelidado de “ouro negro”: o petróleo está presente em uma infinidade de produtos.&lt;br /&gt;Dados fornecidos pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mostram que o petróleo ocupa uma posição de destaque na matriz energética brasileira, com 37% da oferta de energia primária. Apesar disso, o País começa a fazer sua lição de casa e aprende a depender um pouco menos desse tipo de combustível. É o que ocorre, por exemplo, em Betim, município mineiro conhecido como pólo da indústria automobilística e petroquímica. A cidade é modelo nacional no uso de energias limpas. Betim também participa da campanha internacional denominada Cidades pela Proteção do Clima, destinada a incentivar políticas com medidas quantificáveis para a redução de emissões locais de gases de efeito estufa como forma de melhorar a qualidade do ar e da vida.&lt;br /&gt;Significa que a cidade não apenas utiliza fontes alternativas de energia, mas também se preocupa em racionalizar o uso dos combustíveis fósseis e da eletricidade. Lâmpadas a vapor de sódio, mais eficientes e econômicas, substituem as de mercúrio na iluminação pública. Leis municipais obrigam o uso de veículos oficiais do tipo flex (gasolina e álcool) e a frota de ônibus é movida a biodiesel, que contém um percentual de 2% de fonte energética renovável.&lt;br /&gt;Em regiões bem mais pobres que Betim, a necessidade de encontrar fontes alternativas de energia também está presente. É o que ocorre em Riacho do Cipó, situado em Jeremoabo, no raso da Catarina, Bahia. Ali, a energia elétrica não provém da hidrelétrica Paulo Afonso, distante 160 km do povoado. Ela vem do sol que castiga esse pedaço da caatinga. Painéis solares, instalados pelo Programa Luz para Todos, do governo federal, permitem que os moradores assistam à TV com antena parabólica.&lt;br /&gt;O petróleo vai acabar? - O esforço para limitar o uso de combustíveis fósseis é limitado e a dependência traz a interrogação: será verdade que, diante do aumento da população e das novas necessidades econômicas, chegará um dia em que o petróleo vai acabar? No ritmo atual de consumo, as reservas mundiais já descobertas devem durar apenas mais 75 anos – menos de um século, garantem os especialistas mais otimistas. Os pessimistas falam em algo como 35 anos. A procura pelo “ouro negro” é maior do que a descoberta de novas reservas. E o alto preço do barril que, na virada de 2008, alcançou o recorde de US$ 100, não interfere nesse cálculo. Mas certamente acelera a busca por alternativas, sobretudo quando o preço sobe em função dos conflitos em áreas explosivas do planeta, como é o caso do Oriente Médio.&lt;br /&gt;“Seja como for, o petróleo nunca vai acabar: deixaremos de usá-lo em grande quantidade antes que isso aconteça”, profetiza Roberto Schaffer, pesquisador da Coppe, instituição de pesquisa da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Na opinião de Schaffer, fontes mais limpas, à medida que se tornam mais baratas e eficientes, tomarão o lugar do petróleo, nas utilizações em que ele causa aumento de emissões de gases de efeito estufa como combustível de automóveis e fonte primária de energia. Mas esse recurso encontrará novos espaços, sendo utilizado de forma mais nobre por meio do refino. “Em vez de ser queimado com emissões para a atmosfera, gerará matéria-prima para novos produtos industrializados, onde o carbono fica aprisionado”, explica o pesquisador.&lt;br /&gt;“Após séculos de dependência, seria ilusório imaginar que podemos viver totalmente sem petróleo”, acrescenta Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe e membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Fugindo da gasolina - Outro grande desafio são os atuais 950 milhões de veículos, que respondem por cerca de 10% das emissões globais de dióxido de carbono – o principal gás causador do efeito estufa. Nesse ponto, o Brasil leva vantagem. O relatório dos cientistas do IPCC, responsável pelos dados mais atualizados sobre o aquecimento global, propõe que os biocombustíveis substituam entre 5% e 10% da gasolina consumida no mundo até 2030. Atualmente, essas fontes renováveis representam apenas 1% da energia utilizada no transporte.&lt;br /&gt;Em um prazo de duas décadas, acredita-se que o Brasil poderá ter capacidade de produzir etanol suficiente para o mundo atingir as metas do IPCC. Traduzindo: evitar a queima de 1,7 trilhão de litros de combustíveis não-renováveis por ano em todo o planeta, de acordo com o estudo do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico (Nipe), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;br /&gt;Essa capacidade é importante, embora a febre do etanol implique em questões sociais fundamentais, como as condições de trabalho dos cortadores de cana e a ocupação de áreas propícias ao cultivo de alimentos. Enquanto os Estados Unidos estipulam metas para substituir, até 2020, um sexto da gasolina por álcool, em território brasileiro, esse combustível mais limpo representa 40% do consumo. E 80% dos novos carros já saem da fábrica com tecnologia flexível, podendo utilizar álcool ou gasolina.&lt;br /&gt;Isso significa que o etanol poderá vir a substituir totalmente a gasolina nesse intervalo de tempo? Bem, não necessariamente. O petróleo é tão importante na civilização moderna que, curiosamente, dependemos dele até mesmo para produzir combustível renovável. “Para 100 litros de etanol, são utilizados 7,1 litros de petróleo, necessários na produção, por exemplo, dos adubos nitrogenados e herbicidas para o cultivo da cana, da gasolina dos tratores, do diesel dos caminhões e do óleo das máquinas e outros equipamentos das usinas”, afirma o pesquisador Isaías Macedo, do Nipe.&lt;br /&gt;A busca por novos caminhos - “Caminhamos para a era do hidrogênio, que fará parte das nossas vidas nos próximos dez anos”, prevê o engenheiro Paulo Emílio de Miranda, da UFRJ. O hidrogênio está presente, por exemplo, nas novas tecnologias desenvolvidas pela indústria automobilística para se adaptar ao mundo sem petróleo. Mas ele não deve abastecer somente os carros. No Japão, segundo Miranda, existem mais de duas mil casas aquecidas por esse tipo de energia elétrica, que não polui e pode ser obtida até da água.&lt;br /&gt;O Brasil dá os primeiros passos, com o projeto de um ônibus abastecido por essa fonte renovável, desenvolvido pela UFRJ com apoio da Petrobras e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Os experimentos vão além dos centros urbanos. Chegam ao povoado Pico do Amor, próximo a Cuiabá (MT), que ganhou, neste ano, um gerador de eletricidade à base de hidrogênio, extraído do etanol vindo da cana. Projetado pela Unicamp, o equipamento levará luz à comunidade e fará funcionar máquinas para produzir farinha e rapadura.&lt;br /&gt;“A solução não é apenas buscar alternativas, mas ter um estilo de vida mais saudável”, afirma o engenheiro químico Márcio Nele, também da UFRJ. “Não adianta usar biodiesel e dobrar o número de veículos nas ruas”, afirma, lembrando que nunca se consumiu tanta energia no mundo como nos dias atuais. Só para dar um exemplo simples: o que aconteceria se um chinês adotasse os mesmos hábitos de consumo de um americano de hoje? Esse cálculo já foi feito. Se a China tiver três carros para cada quatro habitantes, como ocorre nos Estados Unidos, somará 1,1 bilhão de veículos, mais do que existe hoje em todo o planeta. O consumo de combustível, de 99 milhões de barris diários, também superaria o consumo global atual, segundo previsão de Lester Brown, presidente do Instituto de Política da Terra, organização internacional sediada em Washington, nos Estados Unidos. Para ele, chegou a hora de mudar os padrões econômicos da civilização. “O mundo precisa urgente de um plano B”, afirma. Se, aos poucos, se esforça para diminuir a dependência do petróleo, também precisa aprender a usá-lo de forma mais racional.&lt;br /&gt;* Texto baseado em informações da reportagem “É possível viver sem petróleo?”, Revista Horizonte Geográfico, número 115. Texto de Sérgio Adeodato.&lt;br /&gt;(Envolverde/Instituto Akatu)&lt;br /&gt;&lt;a class="style6" href="mailto:andreas_bio@yahoo.com.br"&gt;Andréa S. Santos&lt;/a&gt;55 (71) 9965-3268&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112500271116253207-126214585120175093?l=ongmeamagua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/feeds/126214585120175093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2112500271116253207&amp;postID=126214585120175093' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/126214585120175093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112500271116253207/posts/default/126214585120175093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ongmeamagua.blogspot.com/2008/06/possvel-viver-sem-petrleo.html' title='É possível viver sem petróleo?'/><author><name>Lussimar Therezinha Assumpção nº 046</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12071134462681776036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/TUmQ7llloJI/AAAAAAAABhM/8QwZU8lYxBc/s220/DSC03458.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__0M2LHCScqU/SFPB0lFK5GI/AAAAAAAAAYk/8EWnFQf-wts/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112500271116253207.post-8969466550197046342</id><published>2008-06-08T18:29:00.001-07:00</published><updated>2008-06-08T18:29:41.073-07:00</updated><title type='text'>Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Ecologia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;6/6/2008&lt;br /&gt;Frei Pilato Pereira&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 1945, tendo como tarefa a segurança mundial através dos direitos humanos, da paz e do desenvolvimento socioeconômico. Naquele período não se fazia nenhuma menção à ecologia. Somente em 1972, com o Clube de Roma, é que se trata mundialmente sobre a situação da Terra. E o balanço feito nesse encontro denunciou uma crise de sistema global do planeta e propôs uma “terapia de limites ao crescimento”. Neste mesmo ano a ONU também organizou um encontro mundial em Estocolmo, na Suécia, que pela primeira vez tratou oficialmente sobre o meio ambiente. Nesta ocasião foi instituído o dia 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Ecologia. E também foi criado o UNEP (PNUMA) Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Na conferência de Estocolmo se confirmou que o meio ambiente deve estar no centro das preocupações da humanidade, e que o futuro da Terra depende do desenvolvimento de valores e princípios que garantem o equilíbrio ecológico.&lt;br /&gt;Dez anos depois, em 1982, foi publicado, como seqüência desse processo, a Carta Mundial para a Natureza. No ano de 1987, a Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o desenvolvimento propôs a idéia do desenvolvimento sustentável. A comissão também sugeriu a Carta da Terra como um instrumento regulador das relações entre o meio ambiente e o desenvolvimento. O trabalho de redação deste documento foi sendo muito bem discutido em âmbito mundial até ser apresentado na Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro, em 1992 (Rio 92). Não havendo consenso, em seu lugar foi adotada a Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. Em 1995, no encontro de Haia, na Holanda, foi criada a Comissão da Carta da Terra para realizar uma ampla consulta mundial sobre o assunto. Em 1997 esta comissão foi ampliada, tendo em seu corpo a participação de 23 personalidades mundiais. E o teólogo brasileiro Leonardo Boff é um dos integrantes dessa equipe. Após um primeiro esboço do documento em 1997, no Fórum Rio+5, e um segundo esboço em 1999, o texto foi oficialmente reconhecido em março de 2000 e endossada pela ONU em 2002.&lt;br /&gt;Olhando para nossa história recente, percebemos que nas últimas três décadas já ocorreram muitas conferências, com importantes declarações sobre o Meio Ambiente. Foram vários acordos, tratados, convenções, convênios, protocolos, resoluções, emendas, conferências e etc. Pessoas sérias e comprometidas procuram refletir e buscar soluções para a preservação da vida no Planeta. Mas, parece que a maioria das autoridades, pessoas que detém os poderes, não se empenham dignamente em prol da Ecologia. E as muitas declarações feitas, assumidas e assinadas por grandes autoridades também vão se degradando por causa da irresponsabilidade de quem poderia colocá-las em prática, mas se deixam condicionar por entraves estruturais e burocráticos e por políticas protecionistas.&lt;br /&gt;Depois de tantas e importantes declarações sobre a questão ambiental, o que falta agora, é uma grande e verdadeira Declaração de amor à natureza, ao meio ambiente, à vida. Podemos dizer: uma declaração de amor pela Ecologia, assumida por toda a comunidade humana. Mas, este amor não pode ser declarado apenas nos discursos, nas cartas escritas, nos documentos assinados. O amor pela Ecologia, o amor ecológico, precisa ser declarado em fatos, acontecimentos, atos e gestos concretos que simbolizem um comprometimento real com a vida, com todas as formas de vida que sofrem ameaças. Tem que ser uma história de amor e não apenas um conjunto de declarações. O amor, por ser um sentimento sublime na pessoa humana, deve ir além da sentimentalidade e ser um valor moral e ético que rege as ações e o modo de viver.Neste Dia Mundial da Ecologia, creio que as circunstâncias nos desafiam a resgatar o amor existente entre nós humanos e a natureza, resgatar nossa fraternidade universal. Como fez São Francisco de Assis em sua vida, o que expressa no Cântico das Criaturas. Precisamos nos reconciliar com a Vida. E para bem celebrar o Dia da Ecologia, também é importante lembrar os passos progressivos que a humanidade vem dando no rumo da sustentabilidade. Mas precisamos nos penitenciar pela lentidão desta caminhada, pela falta de vontade e interesse com que são tratados os problemas da humanidade e do planeta. O desenvolvimento ou o crescimento econômico não deve ser a questão de emergência. O emergencial hoje é ter alimento na mesa de todo
